Amor entre Pessoas que Nunca se Viram
E vinha vindo a noite por entre os pinheiros...
E vinha a sonhar...
E perguntava-me ...
Por que te devo amar?
Porque há vida...
A doer com as mágoas...
A rolar as lágrimas...
Por que andas de repente...
Entre idas e voltas...
Dos que esperam a luz...
Em densas trevas...
No vácuo mudo...
De um desolado coração...
De quem não espera...
A sua compaixão...
Do esquecimento inviolável...
E olvida, como quem está já morto…
E, interrogando o destino...
Sente desconforto...
Verdade...
Qual delas?
Que estão além das cousas transitórias. ..
Correr do tempo onde o amor se perde...
Para onde vais...
Sem eu poder ficar?
Sandro Paschoal Nogueira
Sapienciais 1:3
Eis que permito que você esteja entre os leões; portanto, sede sábios diante dos lobos, pois entre eles há morte e impiedade.
Sapienciais 1:4
Se há falta de sabedoria entre vós, peça-a ao Mestre, pois Ele é a verdadeira sabedoria e o único caminho para a humanidade. Não há outro.
Sapienciais 2:3
A sabedoria traz paz entre reinos, povos e homens. Ela é uma aliança de prosperidade e entendimento mútuos.
Conhecer a si mesmo é abrir as portas do infinito—e lá, entre o divino e o profano, habita a verdade que poucos ousam encarar.
A disciplina é a ponte invisível entre o sonho e a conquista, onde apenas os determinados ousam caminhar.
A liderança é a ponte entre o sonho e a concretização, onde a visão se torna ação e o impossível se torna possível.
Comunicar é transitar entre universos distintos, onde cada palavra pode ser ponte para o saber, arma para o poder, espelho do conflito ou semente do entendimento.
A verdadeira diferença entre as crenças não está na prática ou no conteúdo, mas no entendimento da energia universal e na forma como moldamos o que a ela conectamos.
A separação entre matéria e energia, entre força e forma, desaparece quando percebemos que somos co-criadores do universo — nossas crenças moldam a própria tessitura do cosmos.
🌙 Entre o Silêncio e a Seiva 🌿
No véu da noite, escuto o vento,
como um sussurro vindo da raiz.
A terra pulsa em tom lento,
onde a alma das folhas repousa e diz:
Sou o canto do que cresce em segredo,
sou perfume do que morre em flor.
Sou lágrima de um tempo sem medo,
sou memória do primeiro amor.
No orvalho, vejo espelhos da infância,
nas pétalas, promessas não ditas.
O mundo gira com leve constância,
mas as plantas, ah… são infinitas.
Entre o átomo e o aroma, medito,
cada broto é um verso escondido.
Há um poema em cada grão bendito,
e um Deus em cada caule erguido.
Oh botânica, ciência do sentir,
ensina-me a brotar sem ferir.
Que eu seja flor antes de partir,
e raiz quando não mais existir.
Na muralha do silêncio, os segredos verdadeiros ecoam apenas entre os que carregam a chave do invisível.
A comunicação entre partículas distantes é apenas o reflexo de uma verdade antiga: não existe separação real, tudo está unido além do espaço.
Não é sobre viajar no tempo ou no espaço — é sobre saltar entre níveis de realidade através do domínio da vibração.
