Amor entre Pessoas que Nunca se Viram

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⁠Um escrito,
antes de tudo, é um gesto de colaboração
entre quem o lê e sobre aquilo que ele, respeitoso, esteja lendo...
No melhor cenário, um testemunho,
um inestimável aceno à reciprocidade,
como nenhum outro já
experimentado!

Inserida por maurotoledo

Queres
relevância entre os homens?
Sejas moderado, tolerante,
prestadio... Sejas esse 'pouco'
que te pede a vida
em favor do teu
sucesso! ⁠

Inserida por maurotoledo

⁠Aos que insistem
em tratar a Verdade como passiva
mediadora entre o ético e o grotesco,
sinto dizer que na 'cadeia alimentar'
nutrindo mundos e vidas, ela desfruta
de um único e inalienável lado; distante
de vírgulas, pontos, dos previsíveis questionamentos; dosenganosos
e aduladores
poréns!

Inserida por maurotoledo

⁠Entre
nossos infindáveis desejos
e o que nos permite
o destino,
uma considerável distancia
que somente a experiência
e o adquirido
autoconhecimento,
abreviam!

Inserida por maurotoledo

⁠Disciplina é escolher entre o que você quer agora e o que você mais quer.

Ann Vertel

Nota: O pensamento é incorretamente atribuído a Abraham Lincoln.

Inserida por DanielAlbachVerga

⁠A quem
desconheçao valor do afeto,
que ao menos se aplique
à respeitabilidade
entre afins...
Do contrário, pouco ou nada
terá por oferecer: nem a si;
e, muito menos
à vida!

Inserida por maurotoledo

⁠... um,
entre os tantos
pressupostos que nos
assemelham ao Criador,
repousa na afabilidade e
senso realizador dotrabalho...
Pois assim, semelhantemente
manifesta-se a natureza
aos nossos
olhos!

Inserida por maurotoledo

⁠... conviver
entre tantas e diferentes
razões, é promover ações
de oferta e procura: nessa ordem!
Uma vez que, quanto mais nos
dedicamos, quanto mais ofertamos,
mais acrescentamosaos
nossos estimados
espíritos!

Inserida por maurotoledo

⁠... a felicidade
é uma estação intermédia
entre e carência e o excesso,
argumenta o genial Henrik Ibsen!
Algo que para o espírito revela-se
como uma das bases primordiais
dispostas ao seu aperfeiçoamento:
a energia mediadora do
equilíbrio!

Inserida por maurotoledo

⁠... entre
os muitos benefícios
do que já compreendemos como
reforma íntima - alémdo gratíssimo
e progressivo acesso ao novo - a chance
de realizarmos sonhos antigos; outrora
apressados,inconclusivos; e, hoje,
maisconsistentes e
possíveis!

Inserida por maurotoledo

⁠... a beleza
pode ser entendida como
um acordo entre o conteúdo
e a forma; porém,exposta
aosgostosecontragostos
de quem, desobrigado,
a observa!

Inserida por maurotoledo

⁠... entre
os muitos benefícios
do que hoje melhor atentos
reputamos como reforma íntima -
com seus gratíssimos acenos
ao novo - é poder revisitar e por fim
realizar certos desejos antigos;
ontem apressados e, hoje,
mais sustentáveis
e plausíveis!

Inserida por maurotoledo

⁠... entre
o crer e o não crer
na imortalidade, que
contempla teu espírito;estende-se
uma perspicaz vastidão; em que, mesmo
um verdadeiro sábio - no intuito de
enfim compreendê-la - unicamente
atravessará guarnecido de
fatiganteesforço e
constância!

Inserida por maurotoledo

Cela da Alma

Entre concreto e ferro, a mente vaga no fluxo... Liberdade não é bandeira, não é hino é ter a parada certa no peito, mesmo se o mundo te engoliu no trecho. Na cela escura, o coração é o único rolê sem custódia.

Quem tá de consciência limpa não teme a sombra do juízo. “Mano, o sistema pode trancar o corpo, mas o pensamento voa tipo pipa sem linha.” Na quebrada do cárcere, a paz é o traço mais rebelde: não se vende, não se rende.

Enquanto o tempo rasteja na parede, a alma dá um grau... Saber que não deve nada é a única cela que não tem grade.

Inserida por cesar_kaab_muslim

⁠Minha vida se acomoda entre estas pedras...
E o que faço de mim é o que me fica...
Mal de amar nesse lugar de imperfeição...
Onde a lua chora junto as estrelas...
Sua solidão...

Livre como o vento e repetido...
Que Deus se lembre do meu nome...
Que o látego não me seja o castigo...

Vivo a vincos de ouro a minha vida...
Entre o luar e as folhagens...
Tenho febre e escrevo...
Revelando em poucas linhas...
Meus segredos...

Não é serenidade pelas ruas o que vejo...
Tudo em mim é desejo...
Sentir tudo de todas as maneiras...
Dizer verdades entre brincadeiras...

No mistério da vida a cavalgar...
Aprendendo na espera o inesperado...
No espaço...
No tempo...
Um menino homem...
Apenas querendo ser mais amado...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠Minha vida se acomoda entre essas pedras...
Aos meus suspiros, que deitando vou...
Dá-me o vento de feição...
Flor de ventura...
Que amor me entregou...

A sede e o vinho onde tudo se esquece...
Me fazem mergulhar no fundo do sonho...
Esse que sou...
Silêncio de grito suspenso... Labirinto desfeito...

Ah como são belas – bem o sei, essas pedras...

Tais quais nos céus as estrelas...
Todas caladas...
Mas tanto amor por elas...

Sonhos meus, suaves sonhos...
Melhores do que a verdade...
Num palácio de ouro...
São elas minhas confidentes...
Meu maior tesouro...

⁠O veneno das minhas ironias...
Hás-de beber entre suas lágrimas vazias...
E hás-de encontrar-me em teu surpreso olhar...
A minha face fria...

O meu prazer de outrora...
Emigrou...
Partiu...
Não mais está com você...

Podes te dar por pago...
Que este é o preço da vida e todo o seu valor...
Amei-te em dolorosos delírios...
Mas já nada sinto...
Nada restou...

Que seja sonho apenas a esperança...
Agora eu bebo a vida a longos tragos...
Sigo meu feliz caminho...
Deixo-te como sempre quis...
Sozinho...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠Há entre as pedras um murmúrio de queixume...
E nada mais se ouve ao longo das ruas...
Ocultos, na agonia das casas, velhas saudades de olhos que fitam o nada...

Apressa-te, amor, que amanhã eu morro...

Destila-se de lágrimas as preces e a profecia...
Do que outrora havia...
Do futuro que se avizinha...
Tremem mãos...
Escondidas nas cortinas...

No abismo do pretérito foram-se os dias...
Caminhantes se vão da terra...
Perdidos na própria sombra...
Levando consigo seus sonhos e histórias...
Deixando para trás...
Apenas algumas lembranças partidas...

Não demores tão longe...
Não se esconda em lugar tão secreto...

Anos após anos...
Seguimos aprendendo mais com os desenganos...
Meu ser traçado pelo som do vento…

Apressa-te, amor, que amanhã eu morro...
Amanhã morro e não te vejo...
Amanhã morro e não te escuto...
Não demores tão longe...
Não se esconda em lugar tão secreto...

Todos passam...
As pedras não...

Queixando-se dias após dias...
Por serem ignoradas...
Dos que ainda ficam de vozes amargas...
Urdindo a grande teia... Sobre nós a vida...
Não demores tão longe amor...
Que amanhã eu morro...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠Quem é amado deve...
Quem ama pede...

A lua se insinua...
Entre vielas escuras...
Há fogo que devora...
Que mata e que dá...

Arde a cabeça...
Enquanto o olhar vaga...
Nem entre as estrelas encontras...
O que procuras...

Só porque houve outrora...
No presente indeciso vives agora...
Será que haverá o futuro,
Do que necessitas e sonhas ?

Procura o ar onde a respiração é doce...
E canta para afugentar a tristeza...
Porque és do tamanho que vês...
Porque sentes a falta do que não tens...

Vaga..
Longe de todo céu...
E no inferno onde abitas nada encontra...
O verme da agonia te devora...
Onde estás afinal,
Nessas horas mortas?

O nevoeiro é tão grande...
E o final não encontras...
Sim...
Tu bem sabes...
Tendes total culpa...

Entre o temor e o espanto...
Reconhece o amor perdido...
Peito endurecido...
Por mostrar-se soberbo e presumido...
Feristes e não percebeste o real sentido...

Tendo o teu erro algum desconto...
Saberia que sendo amado deve...
E que amando...
Deveria ter pouco pedido...

Agora buscas a noite escura...
Cujo medo te afigura...
Tão certa desaventura...
De vagas esperanças...
Nem mesmo te ajuda a lua...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠Entre tantas misérias...
Poucos buscam a Verdade...
A grande maioria apenas ora...
Contentando-se com o sorriso que chora...

Deslumbramento...
De rudes caminhos...
Murmúrios entre as sombras e os ninhos...
Enquanto os anos passam...
E a vida segue em desalinho...

Tudo na vida está em esquecer...
Ou não, o dia que passa...
Tua vitória está em saber que não é hoje...
Amanhã será?

Nos desafios do tempo...
Esmorece a esperança...
E na violência que chora...
Não te culpas, mas culpas as horas...

Mas se faz no seu cuidado...
O bem que apenas em sua alma retrata...
Sedento de justiça...
Justiça torta...
E malfadada...

E tendo passado a vida...
E tão pouco compreendido...
Onde se oculta o pavor...
De tão pouco ter aprendido...

Eco...
Vai o grito da cegueira...
Perseguindo a funesta sorte...
Fugindo da morte...

O coração já não sente...
As asas da fantasia...
Agora já perdida...
Busca nas esquinas...
Enganando-se todos os dias...

Mas não desisti da estranha jornada...
Imposta pela sua má vontade...
Não lhe depara o gozo...
Só chora saudades...

Alma de vácuo imenso e fundo...
E desta meia morte...
Continuas a olhar o mundo...
Platéia das cousas mortas...
De vento que sopra...

E responde sorrindo à cruel realidade...
Disfarçando a perdida mocidade...

Perdido estás...
Sob estranho véu...
Pedindo aos céus...
Um novo amanhã...

Sandro Paschoal Nogueira