Amor entre Pessoas que Nunca se Viram
Faço monitoramento de meus dias,
Produzir o dia do amanhã quando não tiver por aqui entre vós.
Tudo passa muito rápido,
Tudo é muito angustiante.
Na vida, cada instante se deseja o fora
Daqui, um afã por um outro cenário, uma dose mais forte sem noção da realidade.
Vida complexa até na simplicidade.
Comunicação...
Um elo de ligação;
um canal criado
entre o falar e o compreender.
A interação de dois seres;
A linguagem transmitida, recebida,...
interpretada pelos sentidos.
O olhar que fala;
o gesto que ensina;
a ressonância do corpo
fluindo em sentimentos.
Podemos estar conectados,
mas não nos comunicamos.
Falamos grego para surdos.
Ouvimos cegos sem distinção.
Somos mudos ao coração,
que bate sem compreensão.
Somos invisíveis de afeto
aos que estão à nossa volta.
Perceba esta voz
ecoando dentro de você.
Sinta essa vibração
a cada novo amanhecer.
Faça da sua madrugada um momento de interação entre você e o seu íntimo…
Saindo dos bastidores com cautela e anseio… Nós mostramos ao mundo com receio dos maus olhos vivendo um carinho inesperado…
Ruas antigas
Gosto de andar por ruas antigas,
pedras gastas, o pequeno mato
nascendo entre os paralelos.
Nestas ruas a nostalgia também
passeia, as casa são antigas,
respira-se um ar diferente, mais
amor parece existir.
Ali junto a mim tu caminhas em
pensamento, somos amantes de um
tempo que foi, e ali com o passado
passeamos.
A simplicidade é uma das coisas
mais lindas.
Pelas ruas respira-se um ar suave,
que cheira a felicidade.
E em todas as casas , existe um toque
diferente, salienta-se a variedade nas
paredes, e uma profusão de cores.
E quando os simples moradores a sorrir
saem, começa-se a sentir , um cheiro de
amor.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista
Membro Honorário da A.L.B
Membro U B E
Acadêmico Acilbras - Roldão Aires
Cadeira 681 -
Tracemos um paralelo entre o desenvolvimento do avião e o desenvolvimento sócio-econômico das nações.
No início da aviação, as pessoas discutiam se o melhor modelo eram asas móveis ou eram asas fixas.
Depois de seguidos fracassos as asas móveis foram abandonadas e nem se falam mais nelas.
Parece incrível que no século 21 ainda estejamos discutindo sobre socialismo versus capitalismo, mesmo que o bater de asas dos países socialistas em diversas ocasiões tenha se esborrachado no chão.
É uma perda de tempo gigantesca continuar debatendo sobre ideias que comprovadamente não funcionam, enquanto as asas e turbinas do capitalismo se mostram tão superiores.
Série microcontos:
IMPROBO
Em Kennedy, a briga entre poderes está a caminho. Ao final da curva, a morte à luz da estrada...
Saber a diferença entre conhecimento e crença, relevantes a qualquer pedaço particular de informação subjetiva, é chamado de sabedoria. Saber a diferença entre conhecimento e crença, relevantes a qualquer pedaço particular de informação objetiva, é conhecer os fatos.
A competição entre a juventude irá durar tanto tempo, até que o crepúsculo desperte neles a visão de cada um seguir os seus próprios ideias e transformar a inveja em inspiração. By dr. *RAJM*
Eu estou perdida entre versões de mim.
Irreais.
Um dia fria, o outro louca.
Quem garante que eu só mudo de roupa?
De pessoas.
Fragmentos perdidos no caminho.
Mudo de cara,
mudo alma,
mudo de mim,
mudo a minha calma.
Um dia você me conhece sim e o outro não.
Quem sou eu?
Essa é a questão.
Aquele pedaço escuro de mim.
Guardado na caixa da superação.
Perdida entre personalidades,
eu vivo assim.
Uma eterna batalha de eu contra mim.
Avistei a versão Sorriso Frouxo,
aquela despretensiosa.
Que, por vezes, emudece em mim.
Encarei a versão Autenticidade,
aquela espontaneidade, naturalidade.
Que, por vezes, foge de mim.
Trombei na versão Coragem,
aquela destemida, determinada.
Que, por vezes, suprime em mim.
Topei com a versão Silêncio,
aquela da reflexão.
Que, por vezes, exila em mim.
Esbarrei na versão Gratidão,
aquela do reconhecimento.
Que, por vezes, desbota em mim.
Tropiquei na versão Solidária,
aquela da empatia.
Que, por vezes, cala em mim.
Disparei na versão Criança,
Aquela ingênua, inexperiente.
Que, por vezes, esquece de mim.
Tropecei na versão Jovem,
aquela dos sonhos, descobertas.
Que, por vezes, machuca em mim.
Travei na versão Adulta,
aquela da responsabilidade e escolhas.
Que, por vezes, penaliza em mim.
Colidi com a versão Espiritualizada,
aquela da harmonia, da fé.
Que, por vezes, apaga em mim.
Encontrei a versão Amor,
Aquela que acolhe, perdoa.
Que, por vezes, mascara em mim.
Versões que se completam.
Algumas já não cabem remendos.
Outras são necessárias carregar.
E tem as que requerem leitura.
Versões lapidadas pelo tempo.
Vinculadas nas lembranças.
Equilibradas na essência.
A justiça não consiste em ser neutro entre o certo e o errado, mas em descobrir o certo, em matéria de vida o certo é estar bem consigo sem prejudicar os demais já é um grande feito. Para à velha louca dos gatos à coisa mais importante em sua vida era poder conversar com seus gatos, tranquilamente por horas e horas, coisa bizarra vivia à pensar nisso e nas gargalhadas que ela dava conversando com seus anfitriões felinos, na TV passava um filme de Hollywood dos anos 90 o protagonista acha a razão de sua existência correndo pelo EUA, sua corrida motiva várias e várias pessoas, coisas bizarras assim acontecem o tempo todo, muitas pessoas correm atrás das motivações alheias.
O que motiva as pessoas?
Um amigo tinha um emprego em uma multinacional ganhava muito bem, derrepente ele decide ir morar com os índios e viver de maneira sustentável em uma casa da bambu, para muitos era mais bizarro que a velha que gargalhava com seus quase 30 gatos.
O que motiva as pessoas?
O que é bom para alguns não pode ser o bom para si, cada um vive da sua maneira a encontrar motivos para gargalhar sozinho, em busca de uma felicidade plena e de sua realização pessoal, a única coisa certa é fazer a coisas por você não pelos outros, buscar a sua realização pessoal é isso que importa.
Ela e o pôr do sol
Em um belo final de tarde à vi
O sol se pondo ao fundo como tela
E entre sol e tela, ela, a bela
Misturada com as cores do céu anil
Radiosa como sol de primavera
De belezas multicoloridas em tela
Quem é a primavera diante dela?
Todas as flores tomam dela seu perfume, e nos traz a lume o quão graciosa és
Ó Deus, porque puseste todas as belezas nesta flor?
Ó sol, porque te acanha?
Seus passos são preciosos
A singeleza no sorrir é um horizonte sem fim
O castanho de seus olhos se misturam com o lilás no céu azul
Sua pele branca se mistura com o vermelho
Seus lábios, mesmo que escondidos se mistura com o laranja
Tudo em ti emite cores
Até mesmo o arco-íris, em toda sua força sente ciúmes de ti
Daqui, da janela da alma, sentado observei cada raiar
Feliz em saber que, mesmo à noite, essas cores estão pintadas em mim.
A fundamental diferença entre o Espírito de uma criança e o Espírito de um idoso consiste em que o primeiro acabou de ser preso e o segundo está preste a se libertar.
