Amor entre Pessoas que Nunca se Viram
''CORAÇÃO DE NITERÓI''
Seja bem vindo(a) entre nós,
Sempre cabe mais um(a)
No coração de Niterói!
Seja bem vindo(a) aqui nesse lugar,
Estamos de braços abertos para te abraçar!
Venha ver o verde desse lugar,
Venha mergulhar nas água desse mar,
Venha conhecer a natureza e toda beleza Que há no coração de Niterói!
Coração de Niterói!
A diferença entre perder e achar.
Quando perdemos alguma coisa não dispensamos o que sobra, mas quando achamos algo sempre olhamos em volta para ver se encontramos mais.
E nesse manancial de sentimentos, me perco entre sorrisos e perfumes, desgastando a minha alma, em busca de algo puro e ilustre.
Vou... Buscando sorte...
buscando espaços limitados,
buscando flores entre espinhos,
que arranham,
que ferem,
transferem,
transmutam... E eu luto!
Perco e ganho;
choro e me apavoro.
Chuto para longe!
Afinal, mais se perde nesta vida
do que se ganha
E, se levo uma surra imaginária,
eu me levanto!
Tal é a força!
Escondida,
reprimida...
E necessariamente bruta!
MUITAS VEZES O PROBLEMA É SÉRIO, MAS A SOLUÇÃO PODE SER MUITO SIMPLES! HÁ UMA GRANDE DIFERENÇA ENTRE FOCO NO PROBLEMA E FOCO NA SOLUÇÃO.
Duas cabeças valem mais do que uma. No Brasil, essa frase é válida entre os criadores de gado, pelo menos.
Entre um gole e outro fica mais fácil transformar a vida turbulenta em pontos de vista e as tragédias românticas em comédia; são nos “porres” que nascem as inspirações mais puras e verdadeiras, pois a sobriedade costuma incapacitar o indivíduo de admitir certos sentimentos.
Perfeito jogo de damas entre uma rena desvairada e um Pai Natal voador dançante: as peças quase não caminham de tão desnorteadas.
Perdidamente só sentia-me
Entre tantas, só mais uma alma apenas
Banhada pela casta lua em lume
A exalar suave olor de açucenas.
Entre nós existe uma sintonia que ninguém percebe...
Um olhar que ninguém decifra...
Um sorriso que ninguém ouve...
Uma conexão de pensamentos que ninguém explica...
Algo que só "tu e eu" sentimos!
#Andrea_Domingues
o recanto entre as nuvem e um local calmo onde vive um pasto que nos traz a paz interior de olhar e tenta viver mais uma batalha
No nordeste segue a sina
entre a dor e a solidão
chuva escassa, nuvem fina
não tem susto de trovão
quase ninguém imagina
que a família nordestina
ainda sofre no sertão.
PASSARINHO
O passarinho, pelo céu, passa
Entre galhos, voo, mansinho
Desliza toda a sua graça
És livre no seu livre caminho
Na secura do cerrado, reaça
Entre tortos galhos, seu ninho
Num canto de encanto, bocaça
Aveludando a aridez num alinho
Lá, cá, acolá, na frente, na regaça
Em bando, passarinho, sozinho
És leve, garrido, como a cassa
Em galhos macios ou de espinho
Voa deslizante, de braça em braça
No campo, praça, qualquer cantinho
O passarinho, bom prol nos faça!
Ás, lento, alto ou baixinho, passarinho...
© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
28 novembro, 00’25” – 2017
Cerrado goiano
De dia em dia caminha-se o tempo e nos leva a passar anos e anos,entre princípio meio e fim. Já se aproxima o Natal.adeus Novembro
A mediocridade é a equilibrista dos meios-termos, ponto médio entre o sublime e o profano, entre a obra de arte e o plágio, entre o êxtase e a decepção.
