Amor entre Almas
Isso não é uma poesia com rima, mas, é um acordo entre elas.
Posso ser a calmaria nos teus dias difíceis, até mesmo nos mais improváveis, ou naqueles em você tem alegria e quer sair contando para o mundo o motivo dela.
Sou um porto seguro e aceito ir a qualquer lugar desde que seja na sua companhia.
Talvez eu tenha arrancado sorrisos agora, ou alguma incerteza...
Fica esse ar de mistério.
Sigo sendo leal aos sentimentos, ea minha caminhada, jamais trairia a mim mesma, com vãs sutilezas, tenho uma certeza, que aquilo que é incerto não faz parte da minha agenda.
Queria que soubesse, que isso não é dilema, somente uma pessoa em sua sã consciência, notaria qualquer diferença.
Não posso esquecer de um detalhe, também posso ser ventania, depende do tempo e disponibilidade.
Se acredita corresponda a esse poema.
Problemas sociais, como o racismo e o feminicídio, entre outros, são frequentemente apresentados pela mídia capitalista de maneira a atrair audiência, em vez de abordar profundamente as raízes dessas questões sociais.
Não são combatidos; são vendidos.
Se a verdade causar, ira e raiva, vontade de destruir quem a proclama, pode indicar entre muitas patologias, o pior, distanciamento do Cristo!
"No ensino da língua portuguesa no Brasil, sempre oscilamos entre os "cagadores de regra" e os "cagadores na regra".
Entre as cortinas da vida, dançar a coreografia adulta com passos infantis, às vezes, revela-se uma melodia irritante.
Lampejos de sabedoria.
Vivemos um insofismável conflito de valores entre a virtude e o ilusionismo. Assistimos a um tétrico momento social singular de inversão de valores; onde se vangloria a imbecilidade e execra a virtude; enaltece o narcisista e menospreza o talento; aplaude a mediocridade e despreza a virtude; descarta o homem honesto e confere holofotes aos vendedores de sonhos.
Eu, o Inverso Reflexivo
Rescindi a espera, mas persisto
Estranho, entre os demais me emaranho
Na lucidez plena das escolhas, incertas ou certas.
O peito pressiono com incertezas,
Noites sem fim, acordado,
Determinado a decifrar razões no caos entrelaçado.
Ao artista nobre, hora de cerrar as cortinas,
Concluir a obra, acenar com um adeus breve.
Persistirá na memória, talvez efêmera,
Abre-se espaço ao novo, ao porvir, ao que se tece.
E, num ciclo eterno, algum dia, o sol ressurgirá...
O principal problema criado em sociedades mais centralizadas é o desalinhamento entre sucesso e felicidade.
"Ganha quem luta, perde quem luta também. Entre os altos e baixos da vida,
só continue lutando!"
(28/11/23)
A estratégia é a ponte entre os objetivos e os resultados. O que faz você percorrer esta ponte são as ações.
"A diferença entre o cristão e o pecador não é que o cristão nunca peca! O cristão peca, mas reconhece o pecado e odeia, repudia ele, busca a graça de Deus na confissão, rejeitando pecar foge de ocasiões, cria forças e se liberta. Já o pecador ignora Jesus e faz do pecado um estilo de vida, sem esforço algum, se submete ao pecado até a morte."
NATUREZA
Entre o verde das colinas
Esse cheiro de grama molhada
É tudo que o ser humano precisa
A tranquilidade renovada.
O vento sussurrando baixinho
A paz dizendo bom dia
Obra prima do Criador
Trazendo essa harmonia.
Aqui se esquece de tudo
Que ficou lá fora
Se entrega a liberdade
Sem tecnologia, sem hora.
Perdemos o passar do tempo
Tudo isso eu descreveria
Como a coisa mais bonita
Nos versos da minha poesia.
Autoria Irá Rodrigues.
Entre as sombras do meu silêncio, ecoa a sinfonia dos mistérios que me envolvem, revelando apenas o que a quietude permite fluir.
A vida, em sua essência transitória, é um tecido unido de eventos, uma dança complexa entre o destino e a escolha. Lamentar cada acontecimento é como resistir à correnteza de um rio implacável. A verdade reside na aceitação serena, pois mesmo nas entrelinhas do riso alheio, encontramos a resiliência que tece a narrativa singular da existência.
Nas margens do Tejo a brisa dança,
Entre azulejos, a história avança.
Cantos de fado ecoam na cidade,
Saudade no peito, alma de verdade.
Do Porto ao Algarve, terra a vibrar,
Vinhos a contar segredos do lugar.
Campos dourados, sol a sorrir,
Em cada pedra, a história a persistir.
No falar macio, poesia a nascer,
Entre colinas, o olhar a perder.
Portugal, tesouro de encanto e cor,
Em cada verso, eterno amor.
OLHAR DA FÉ
Meus objetivos
Trassados eu sei
Onde quero chegar
Entre opiniões e críticas
Muitos para desanimar
Mas com o olhar da fé
Vejo a semente e
A árvore posso contemplar
Fasso minha parte o
Impossível Deus vai realizar
A Deus peço forças
Para neste dia mais
Um leão matar
Discernimento para com
Palavras não errar
Sabedoria para
meus filhos ensinar
Pois tudo que hoje tenho
E sou é graças a ele
Que veio a me guardar.
Não podemos salvar todos. Às vezes, nos deparamos com o dilema interno de escolher entre tentar salvar o mundo ou salvar uma única pessoa. No entanto, optar por ser autêntico pode ser a decisão que tem o maior impacto no mundo.
A Dança das Palavras
Numa tarde amena, entre sombras e raios dourados de um sol prestes a se despedir, permita-me conduzi-lo por um passeio pelas vielas da linguagem. Não é uma viagem apenas de palavras, mas sim uma dança, uma coreografia intricada que molda nossas mentes e corações.
Comecemos pelos alicerces, pelos tijolos invisíveis que erguem o edifício da nossa compreensão do mundo. As palavras, como artesãs habilidosas, entrelaçam-se umas nas outras, formando uma tapeçaria que nos envolve desde o momento em que pronunciamos nosso primeiro "mamãe" ou "papai". Essas sílabas iniciais são como pedras lançadas em um lago calmo, criando ondulações que ecoam ao longo de toda a nossa existência.
À medida que crescemos, as palavras nos acolhem em seus braços, tornando-se uma extensão de quem somos. A linguagem não é apenas uma ferramenta de comunicação; é um espelho que reflete nossa essência. Como dançarinos em um palco, expressamos nossas emoções, pensamentos e anseios através de um balé de verbos e substantivos, cada frase uma pirueta que revela nossa narrativa única.
Contudo, a dança da linguagem é complexa, pois cada cultura contribui com seus próprios passos e ritmos. Somos moldados por idiomas que carregam consigo a bagagem de séculos de tradições, mitos e filosofias. O português, por exemplo, tece sua teia de sonhos de forma diferente do inglês ou do espanhol. Cada língua é uma pintura única, uma paleta de cores que pinta o mundo de maneiras distintas.
Mas cuidado, pois as palavras também têm o poder de aprisionar. Elas podem criar grades invisíveis que nos mantêm dentro de limites estreitos, definindo quem somos e quem podemos ser. As etiquetas que nos são atribuídas, os adjetivos que nos acompanham, tornam-se muralhas que nos separam do vasto horizonte de possibilidades que a vida oferece.
E assim, nessa dança constante entre a liberdade e a prisão, construímos nossas identidades. Somos marionetes e coreógrafos ao mesmo tempo, manipulando as palavras para contar a história que queremos que o mundo ouça. E, no entanto, não podemos esquecer que somos mais do que as letras que formam nossos nomes ou os adjetivos que nos seguem.
Então, à medida que o sol se despede e as sombras se alongam, permita-se mergulhar na poesia da linguagem. Celebre as palavras que dançam em seu coração, reconheça o poder que elas têm de criar e transformar. Pois, ao final dessa jornada lírica, é a dança das palavras que nos faz humanos, conectando-nos uns aos outros, entrelaçando nossas histórias num tecido único e eternamente fascinante.
Entre as folhagens de vegetações frondosas, embrenhado no bucolismo de belas vistas nasce a inspiração do poeta e menestrel do Vale do Mucuri; o lirismo do menino do Mucuri é fruto da sabedoria que aflora do âmago de quem tem um bom sentimento.
