Amor entre Almas

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“Entre o bem e o mal, escolha o bem.Pois é uma grande ilusão achar que algo ruim poça nos trazer felicidade.”

Inserida por JorgeCarvalllho

A atonia foi duplicar as chaves, de portas que não se abriam.
Aturdida, estava presa entre paredes de tijolos à vista.
Não haviam janelas.
As pessoas ali não me viam.
Não havia luz.
Tudo, um cinzento sombrio, iluminado por fraca luz.
Podia entrar, mas não podia sair.
A chave, na fechadura da porta da saída , não abria. Por mais que tentasse -nada!
Fora flagrada na malandragem de entrar, certa de que sairia rápido, sozinha, em breve, sem ser notada ou vista.
Engodo.
Fora e estava condenada a viver esta vida.

O mundo parece- me solitário, chuvoso e cinza.
Não há amor aos pais.
Não há apego aos filhos.
Não há amor que se erga e se mantenha sem raiz.
A banal e insólita luta pela sobrevivência.

Inserida por NiravaGulaboBeth

Entre a faca e o queijo
Adélia Prado escolhe a fome.
Eu, amante de um farto prato
Não quero nem faca nem queijo
Prefiro o fazendeiro...

Inserida por Lizzyauer

no magnetismo dos corpos
algumas bocas são como imãs

de pólos opostos

a atração entre os lábios
é algo mais gostoso

e também mais intenso
que o beijo no rosto

Inserida por DanielBrito41

ASSIM É A VIDA!!
Entre tropeços e as vezes até se apoiando em barrancos a vida segue...mais o importante é ter fé que um dia todas as decepções serão substituídas por algo melhor,e um novo recomeço nos espera e de tudo que nos fez mal só tiraremos lições para valorizar a vida!! ,e das decepções não sentiremos magoas...apenas ...Pena....

Inserida por valdeir2vieira

Ela tentou e queria muito que desse certo, mas Ele, por sua vez , Preferiu recolher-se entre seus medos deixando-a partir por orgulho.

Inserida por FerAnjos

Naquele pequenino segundo
entre o espaço e o tempo
deu-se o Encontro...
Tão belo,
tão efêmero
mas, na alma -
ETERNO.
Cika Parolin

Inserida por CikaParolin

Ser amigo de alguém requer entre tantas outras coisas coragem pra falar palavras verdadeiras.. palavras doces alimentam a indústria de fabricantes de açúcar. Fuja de bajuladores. Seja um amigo de Verdade... e tenha amigos de Verdade

Inserida por RobertaFreitasOliver

Melhor coisa da vida???
Estar entre aqueles que querem estar com você!

Inserida por RobertaFreitasOliver

"Há mais mistérios entre um homem e uma mulher do que nossa vã filosofia".

Inserida por EstelaValadares

Quando foi que eu te pedi algo, que você não quis fazer?
Quando foi que exigi algo entre você e eu?
Eu não te cobro nada...
Então não venha pra cima de mim com essas palavras furadas.

Inserida por JessicaMagalhaes

Meus gritos são silenciosos. Meus sentimentos me levam a devanear entre a lua e o sol; meus pés definitivamente, nunca estiveram no chão; sou de coragens... Mas tenho medos absurdos. Entre dores e saudades... Flerto descaradamente com a vida; Quando amo é sem medidas! Caminho devagar e se corro é para dentro de mim. Sou assim... As vezes tempestade, outras vezes calmaria, mas sempre Poesia!

Inserida por martasouza0808

Entre a BELEZA e o CONHECIMENTO

A beleza se esvai com o passar do tempo.
O conhecimento é agregado com o passar do mesmo.
A flexibilidade é perdida, mas o conhecimento é agregado e,
Prolongado.
A beleza se esvai em um acidente horrendo.
O conhecimento nunca é extinguido,
Mesmo sem as pernas o menino ainda é rico;
A mulher mesmo sem seus seios, ainda é rica;
O homem mesmo sem seus testículos e músculos, ainda é rico
Quando ele mesmo busca o conhecimento ao invés da beleza corporal;
Seja ela em forma de bíceps grandes ou abdômen sarado.
A beleza se esvai com o passar do tempo.
É como uma chuva passageira, que molha a cidade inteira, porém
Não atinge seus reais objetivos;
É como uma rocha forte e grande, que mesmo com estas características
Nunca será capaz de brecar, a ação do tempo e sua corrosão impetuosa.
A beleza é tão frágil quanto uma criança sem amparo;
O conhecimento é tão forte quanto a rocha, com uma diferença gritante:
Nem mesmo o tempo será capaz de atrofiá-lo;
Já para a beleza, o ontem e o hoje se entrelaçam constantemente.

Inserida por UmSimplesAutor

Sobre política - Enquanto os vira-latas, no porão, rosnam entre si, os pit-bulls lambem uns aos outros no andar de cima...

Inserida por leoftwitter

A Espera de Francisco

E mais uma vez Francisco abria a porta e caminhava, passando por entre os arbustos castigados pelo sol e parava debaixo de um cajueiro. Mãos calejadas, passos curtos e já cansados. Todos os dias, no mesmo horário. O sol se pondo no horizonte.

Parado, fitava a estrada.
Em seu rosto marcado pelo tempo, uma esperança.
E lá ficava. Sem dizer uma só palavra.

Com a primeira estrela, sentava-se em um banco de madeira.
Em sua mente uma lembrança:
- Pai! Estou voltando.

Enrolava um cigarro de palha. Uma brisa suave lhe fazia companhia.
Lembranças... Os primeiros passos... Os sorrisos, os abraços... A primeira namorada...
Um aperto no peito, um nó na garganta.
Respirava fundo. Nos olhos, lágrimas. Seu único filho...

Levanta-se e trilhava o caminho de volta a casa.
Acendia o fogo e preparava um café.
Acomodava-se em sua cama e adormecia.
Mais um dia se passava.

Mas neste dia, algo novo aconteceu.
Acordou com a voz do filho lhe chamando:
- Pai, eu disse que voltaria. Estou aqui! Que saudades! Me dê um abraço!

Francisco não se continha de tanta felicidade.
Levantou-se da cama, abraçou o filho e foram caminhando até a estrada, mas desta vez, não parou debaixo do cajueiro, continuaram a caminhar pela estrada.

Na manhã seguinte, a casa de Francisco permanecia fechada.
Nem um som, nem um movimento, nada.
No final da tarde, ninguém via Francisco sentado em seu banco de madeira olhando para a estrada. Isto não era comum. Algo estava errado.

Então os vizinhos foram até a casa de Francisco, chamaram, mas nenhuma resposta. Forçaram a porta e entraram.

No quarto, deitado na cama, encontraram Francisco, abraçado a foto do filho.
Francisco não mais respirava.
E em seu rosto, agora, um sorriso.

Inserida por cristinacorradi

Entre nós
música:
sabes e lá

Inserida por kevinmartins6

Com esse julgamento, percebi que se olharmos atentamente, não existem inimigos ou amigos entre os políticos. São apenas adversários e aliados. Os primeiros se relacionam tão somente à luz da lei, os segundos pelas afinidades para cometeram falcatruas.

Inserida por JDCasteloBranco

Amo o silêncio, exceto o que fica entre a gente..

Inserida por GabryellaBeckman

A certa altura perguntaram a Laril.
Qual é a diferença entre SONHO e PROPÓSITO?!
Com o seu olhar esbelto e terna fragância respondeu:
-SONHO é a idealização de coisas imaginárias e maginárias.
-PROPÓSITO é estar determinado em alcançar os objetivos.
A diferença entre os dois é:
- Quando a pessoa SONHA não está a par da realidade e no primeiro obstáculo pode com tamanha facilidade desistir do SONHO.
Ao passo que uma pessoa com PROPÓSITO não mede esforços em lutar pelo que quer, pode até se deparar com obstáculo, mas ira sempre arranjar uma alternativa para alcança-lo.

Inserida por Gostoso1823

Entre o sonho e a fantasia

...e, nem mesmo nascera o dia e aquela voz ruidosa não parava de repetir- é hora de acordar; é hora acordar;
Seria algum louco insensato, ou seria um cuco programado para descomedir-se inconsequentemente, de tal forma e, àquela hora!?
Mas, na verdade, não era nada senão a responsabilidade chamando o feito à ordem, que não de todo adormecida, fazia com que um corpo que parecia inerte sobrepor-se sobre umas pernas magras e desajeitadas, porem-se de pé e perceberem que era mesmo hora de acordar .
Naquela manhã, como em outras, tantas, o sol brilhava forte e isso dava uma vida nova àquela paisagem íngreme e extenuada constante, plena e indizível. Parecia que tinha algo novo, uma visagem, talvez, quem saberia?!
Mas, sabe aquela sensação de que há coisas boas mesmo onde não se imagina ser possível haver? E, com essa interpretação e uma cabeça que voava sob as poucas nuvens presentes no céu daquele dia, um vulto, inimportante e indiferente transitava além e aquém das evidências e circunstâncias do tempo e do espaço; passava como se nada fosse e ao mesmo tempo era tudo porque existia e ali estava, embora desprovido da capacidade de calcular a importância de sua visagem e de quão valiosa era ela para mantê-lo vivo. Apesar de sofrer as intempéries da parte que lhe cabia por ser e existir, eram as visagens e a ilusão, formada em seu interior, que o mantinha como uma chama, acesa e, até brilhante de vez em quando; e enquanto acesa estivesse a tal chama, haveria um equilíbrio entre os movimentos, entre os sentidos e os sentimentos que lhe percorriam a alma.
A realidade era sempre o momento presente. Passado e presente lhe eram tão plurais quanto singulares, não lhe causavam espécie; se fundiam num vácuo sem fim.
Amanhecesse ou anoitecesse, a ordem das coisas permaneceria inabalada para aquela cabeça. Não importava as mudanças, a beleza a seu redor, tudo que parecesse bom ou ruim, tudo que lembrasse o etéreo, o infinito, pássaros cantando, crianças sorrindo, jardins floridos com lindas borboletas, o mal, a tirania dos desalmados, tudo, tudo, lhe era tão insosso, indolor e invicioso. Já não lhe afetava o belo, nem tampouco as dores do mundo porque estava anestesiado pela realidade dura, obscura e pérfida que também não causava nenhuma sensação.
Seu mundo estava nas suas fantasias. E tudo parecia-lhe o que lhe era inerente parecer. Era sua cabeça que o guiava e não seu coração. Estava tão ausente quanto presente num espaço que parecia qualquer coisa ou quase nada, que apenas permitia uma jornada que necessária se fazia, um ciclo a ser fechado, mesmo não tendo noção disso.
Mas, apesar de tudo, era aquela cabeça que equilibrava aquele corpo e lhe dava visagens durante o dia e sonhos durante a noite para sobreviver longamente aos rigores e variações do mundo tirano à sua frente.
Havia, também uma estranha sensação de nunca saber se dormia ou se sonhava, se sonhava ou se vivia ou apenas sonhava para fingir que vivia. Havia, contundentemente, um contra-senso naquilo que lhe deram o nome de vida.
... e, nem mesmo o dia nascera e a mesma voz veemente renitente insistia: é hora de acordar, é hora de acordar.

Lúcia Araújo – junho de 2007.

Inserida por lucia0910