Amor entre Almas
Entre um banho de mar e a lida do campo, é o Rio Grande gaúcho levando cultura e nativismo para todo canto. Ivens@breu
Porque sempre existe uma barreira entre nós. Feito chuva e guarda-chuva, feito dia e noite, feito sol e lua, feito inverno e verão, feito primavera e outono, feito ontem e amanhã, feito o céu e a terra.
Talvez o mais difícil nessa vida... seja o fato, de que coisas, como: carinho, empatia... entre outros, ficaram-se no tempo, em algum lugar da história.
Mas ainda não é mais difícil...
O mais difícil mesmo, e ver que tudo isso é de graça...
É como pegar uma flor em um jardim, na beirada da rua, e ainda assim preferirem comprar na floricultura; é o valor das coisas que ganharam espaço e não as suas verdades
Ele é como uma música que ela não consegue esquecer. Por mais que tente, a melodia do encontro entre os dois fica tocando na cabeça repetidamente, cada vez mais agradável, como uma canção de ninar, como um hino; não tem como ficar cansada daquilo.
Vejo-te.....
Ou via-te....
Homenagem que te presto,Sol que rompe entre o nevoeiro que me sufoca,poder teu que me alimentas,olhar teu que me convida que me invade meu corpo a dentro,que me aperta o coração,amor que se reflete sobre a minha pele,sinto a cada poro quando te escuto,o poder da tua voz me reconforta,me adiciona cada vez mais um querer-te,o estar a teu lado,sobre a tua imagem me derreto,fico mole,fico cada vez mais perto de ti,queria tocar-te na tua mão,agarra-la,levar-te para um lindo mundo,um mundo nosso,o nosso mundo,eu .....e tu...... simplesmente......
(Adonis silva)06-2019)®
“Entre pinceladas de aquarela, formo um mosaico de cores, cuja tela branca, pouco a pouco, vai cedendo lugar ao fruto de minha criação, um quadro contendo instantes da minha existência.”
As pessoas brigam entre si, matam-se, cada qual defendendo sua religião, quando ela deveria ser o meio da união.
Entre as turbulências das adversidades que a vida nos reserva, que venhamos a lembrar e declarar em alto e bom tom: Até aqui, nos ajudou, O Senhor.
E confiar, descansando em paz, fazendo a nossa parte (deveres) do melhor modo possível.
Entre os anos 50 e 60, um estranho fenômeno se apossou da música popular brasileira.
Cansada de passar humilhação ante o coro inumerável de vozes maravilhosas da canção americana -- Elvis Presley, Tony Bennett, Frank Sinatra e não sei mais quantos --, a turma do nosso show business teve a reação inevitável dos complexados em desespero:
Eu fico perdida
entre o ontem, o agora e o depois
Conto as horas para receber um oi
quem sabe um boa tarde
hoje ou amanhã
Não sei o que fazer
deixo minhas tarefas pela metade
nem sequer um chocolate
consigo fazer.
Nas horas mais tranquilas
é com você que desejo estar
deitar em seu peito, sentir teu cheiro
Dormir abraçadinho a Você.
Sei como continuar...
Entre cores que se misturam
E sensações que afloram
O outono tece o meu caminho.
Sigo-o ciente do retorno.
Numa guerra interior, entre a nossa consciência e o nosso coração, cuja as perdas emocionais são inevitáveis, e as materias podem ser irrecuperáveis, porque perdas sempre comprometem o nosso equilíbrio, o inimigo somos nós mesmos, e quanto mais nos consideramos combatentes valentes e autossuficientes para enfrenta-la, desprezando a importância da humildade para pedirmos ajuda, a paz jamais ganhará território em nós. Uma bravura inútil que só nos derrota
