Amor entre Almas
Entre contos de fadas, gnomos e duendes, havia uma história que ela trazia em seu âmago, em meio a algumas estórias de outro mundo. Coisas dela. Somente dela, e ao recostar a cabeça no travesseiro sorria ao relembrar alguns capítulos anteriores, entre olhares e toques naquela sedosa pele de papel ainda quente da noite anterior.
Não vou decidir à voçê entre o bem e o mal, entre o certo e o errado. Seu livre- arbítrio é quem decide.
E entre a casa da vizinha
e a minha
a lua
majestosa
quase cheia
poderosa
incendeia....
mel - ((*_*))
Boa noite meus bons amigos!!!
Não havia, pois, entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam herdades ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que fora vendido, e o depositavam aos pés dos apóstolos.
E repartia-se a cada um, segundo a necessidade que cada um tinha.
O SER MULHER
O ser mulher é transitar entre opostos sem se arrepender. Ela precisa de seu corpo para atrair ao outro e filhos terem, que na gestação destes, põe todo o seu corpo a perder, e ela pacientemente, com uma alegria sem igual, que só a maternidade pode trazer, cuida de mais um ser, visto que de um ela já cuida, aquele que o filho ajudou a ter. E com a paciência incrível da insegurança de dois, que agora dependem dela, transita entre o ser e o não ser, pois é mãe de dois e amante de um, e um lar ajuda a manter.
O homem no auge da sua estupidez a uma mulher procura compreender, não há de se pensar em entender, e sim e aceitar, amar e assim conviver. O mundo para ela tão real, é para ele totalmente impensável, se o entende sem sentimento, jamais procurará saber os detalhes que aquela guarda no íntimo do seu ser.
Na estranha estupidez masculina, ao que não entende procura dominar, e não aceitar, e cheia de atos de violência à história feminina é contada em todo planeta. Agora se deu a ela um dia, quem a nós nos dá a existência, é muito pouco um dia para retribuir, mas deve ser então apenas para lembrar, homenagear e conscientizar.
Mulher, a sua parte na criação está a fazer, cabe a mim o mínimo apenas enaltecer, e minha forma de fazê-lo, é usar meu texto para conscientizar.
Site do escritor
http://www.titolaraya.com/
Entre tantos braços e muitos abraços... Conservador segue o coração insistindo em requisitar-me àqueles braços que não me abraçarão mais.
Entre chuva e lágrimas, muita coisa
Desce rio abaixo. Muita coisa
Vai junto a essa correnteza
De incertezas.
Efêmero, passageiro e breve
É o amor, é a dor, é o tempo.
É o pular entre vírgulas,
É represa que rompe.
É a reticência sem ponto final,
É a vida, a continuidade.
São involuntárias mutações
E transformações.
Um dia eu tive que pensar, e decidir entre ser um cientista ou um poeta. Resolvi fazer da poesia minha ciência, e da ciência fiz poesia.
A deriva...
O dia foi-se em chamas
Gordurosas...
Extintas a gás carbônico.
Entre sem relutar ó noite branca
Embalada pelos ponteiros lacônicos...
Implacáveis...
Devastadores.
A espuma no copo e nos lábios é
Mar recomeçando em mim.
A deriva...
Não valho nada.
Sou pobre,
Descrente, imperfeito, imundo.
Não vivo... Vago...
Vagabundo.
E tenho o agravante oceânico,
Incorrigível...
De crer em versos
Dominando o mundo.
Gosto dos epitáfios; eles são, entre a gente civilizada, uma expressão daquele pio e secreto egoísmo que induz o homem a arrancar à morte um farrapo ao menos da sombra que passou. Daí vem, talvez, a tristeza inconsolável dos que sabem os seus mortos na vala comum; parece-lhes que a podridão anônima os alcança a eles mesmos.
Bem vinda Semana!
Que seja linda e abençoada,que o espirito Santo de Deus entre ai na sua vida e faça morada em seu coração! que não nos falte Fé e esperança,que o amor de Deus seja essencial na sua vida !
Se quer mesmo ir embora, tudo bem, não vou me abatê, tenho tudo que preciso entre os dedos da mão direita e tem mais um pouco numa caixinha dentro do meu bolso.
A amizade é um sentimento tão bonito, puro, inocente, sincero e natural entre amores. Por favor, coração, não estrague tudo. Sem segundas intenções. Ok!
A organização:
entre andar de onibus e aviao
percebe-se a pequena distância
entre o ceú e o chão
entre quem tem e quem não
quem vive no ar e quem vive a andar
passear é artigo de luxo
no país colonial.
Entre os dias, que se foram
meu coração mal sabia
que estava ali firmando
mais uma posição
ficando ainda mais certa
sobre entregar meus olhos
minhas mãos
sorrisos e lágrimas
pra história
de nossa transformação.
Aquelas falas, aquele choro
leve e sincero
me tocaram como nada
pra dizer sobre o que carregamos
quando chegamos e partimos
dentro de nossas malas
são apertos, esperanças, e roupas por vezes
muito usadas, surradas, outras floridas, amadas
são medos, poesias, sorrisos, e vontades
adereços, enfeites e mistica em papeis
livros, lápis e fotografias, guardadas nas bolsas
dentro das mochilas tem também bandeiras
com as cores brasileiras, as cores do nosso projeto
é multicolor
carregamos em nós, a vontade do mundo virar
acompanhadas de desejos, de sonhos, de uteros que gemem
que querem ver a luz de outro ser, e por vezes tem medo,
que adiam esse momento, pois agora é outro tempo
desejos de amar, de encontrar amor pra além do que atravessa
as companhias e companheiros do partido
do movimento.
Espera eterna e profunda, de encontrar nos seres que carregam
mentes e corações na mesma direção
um amor, que seja o fundo protetor
pra aguentar fazer e seguir no caminho da coragem
sem exitar, sem nada deixar pra trás, de mãos dadas
pra fazer dos bons momentos, os melhores
pra fazer dos dias difíceis, pranto e conforto,
aguentar e apoiarmos uns nos outros
pra ficarmos de pé, e firmes
pra não cair.
A bandeira vermelha,
tão latente, e que dar cor ao nosso sonho
se pinta de verde, de esperança
de amarelo, do sol que nascerá
de azul, do céu e do mar, que nos faz aliviar
nossa cor é multicolor
em cada mala, uma parte do nosso amor
amar é verbo infinito
presente no elo
das bandeiras e dos seres desse partido
sigo, no meio de muitos
ainda que só, cheio de todos
e de nós.
(in)canto
No pouso há descanso,
No voo contentamento.
Entre o descanso e o contentamento,
há o encanto de cada momento.
