Amor entre Almas
"Sofro, sofro em "silencio" pois estou dividida entre minha cabeça e meu coração, minha cabeça gira em torno do (passado) em quanto meu coração sempre buscando expectativa para o futuro. "
Sempre teve uma quedinha por ele. Quase sempre caía, se machucava, doia e, entre idas e vindas e, algumas recaídas, se tornou refém de um amor doentio. Deixa morrer. Deixa! De nada adianta, dar sobrevida a um amor que inexiste no futuro. O que se separam são os corpos e almas, o amor esse, sobrevive ao tempo, aos distanciamentos e quase morte. O amor, esse é eterno! Somente muda de endereço, enredo e história. The end!
A lua bate na árvore, com algumas nuvens em seu redor entre o brilho das estrelas, deixando a noite perfeita!
Não entre para a realidade de um livro , e sim crie uma realidade em cima dele . E se não estiver satisfeita crie uma historia e viva a realidade dela como desejar .
Extraviar-se
Entre o nascer do sol e o meio-dia, as primeiras horas que dá início.Mas ao sair de vista leva contigo alguma coisa, porque as cartas já sumiram... Ficar em situação de desvantagem, ter mal hábitos. Arruinar oque deixou de apreciar. Errar o caminho, deixar de ser ouvido. Perder a hora, a vez, a vista, a vida. Mas não morrer, recuar-se apenas. Porque perder o amor é gostar muito de deixar.
ultimamente
Ultimamente eu ando assim,
Dividido entre a arte e a necessidade
Entre a revolta e o perdão,
Entre as pessoas e a solidão.
Ultimamente eu ando meio assim,
Dividido entre a paixão e a fúria,
Entre a loucura e o Juízo,
Vagando sozinho entre o inferno e o paraíso.
Manaus, 11 de setembro de 2014.
A diferença entre o que é, e o que deveria ser, é que sempre achamos que o que é mais atraente por ser mais conveniente, dá menos trabalho, mas também há menos brilho, há menos do que deveria ser, há mais solidão, há menos expansão espiritual, há estagnação. O que é não ajuda a ninguém e nem a si mesmo.
O sol infiltrado entre as fibras de minha cortina,
acordou-me vagarosamente,
ainda sentindo a preguiça natural sorri,
pois quando somos interrompidos de algo bom.....
por outro maravilhoso só nos resta contemplar.
Entre céu, terra, mar... uma imensidão múltipla.
Um horizonte preenchido de oportunidades para conectar-nos com o mundo.
No entanto, é preciso abrir a janela da alma, abrir a janela do coração para triunfar.
Uma capa de invisibilidade se estende sobre o verde
no campo em flor.
Um trevo entre outros
quem vê?
um azul no céu
é a cor do invisível.
Caneta Entre Os Dedos
Admirando tudo que é lindo
Rabisquei numa folha de papel
Tudo que me lembrava. Sorrindo
Caneta entre os dedos e o anel
Rabisquei em rascunho indo e vindo
Entre a mesa deixei meu chapéu
E lá naquela simples folha nascia um pingo
Após comentar da moça e do véu
Ali não era mais eu... Era um poeta
Que dedicava seus manuscritos
Com a mesma energia de um atleta
Ali nascia em uma linha reta
Tudo até o que eu já tinha dito
Mas não fugi de minha meta
Prisão.
Hoje acordei sonolento e sem vontade de ter vontade...
De levantar e viver entre esses hipócritas!
Nem tão pouco de ser mais um entre todos...
Pensei no improvável para estabelecer o aceitável
na medida errônea das coisas que acho certo.
Porque o certo é uma linha tênue entre a ingenuidade e a certeza...
E o que é a certeza senão uma forma de conforto para as indagações sem respostas?
Não quero ter certeza, quero ter dúvidas!
E viver a maravilha da natureza racional que nos foi concedida por algo tão glorioso e superior.
Algo tão glorioso que se torna umas das maiores dúvidas dos céticos!
Porque explicar coisas e ter convicções?
Talvez seja pela simples necessidade de acalentar as incertezas da natureza humana:
De onde viemos?
Porque estamos aqui?
Para onde vamos?
Olho pelo buraco da fechadura da incrível porta que aprisiona o meu "eu" do contato com o mundo...
Mundo esse resumido em milhões de criaturas estranhas e sem rumo, perdidos entre a névoa de certezas e semiesquecidas da beleza da racionalidade!
A vida é uma jornada, certezas obstáculos e a racionalidade humana uma luz no fim do túnel!
O problema é que teimamos em ofuscar a luz.
Quando a mulher está em dúvida entre duas opções, ela pergunta ao marido, e a OBRIGAÇÃO dele é SEMPRE escolher uma, mesmo sabendo que SEMPRE ela irá escolher a outra.
