Amor entre Almas
Só gostaria de deixar bem claro: Não vou deixar de ser eu mesmo, das coisas que gosto, por alguém. Quem gosta de mim, quem não gosta, e quem fingi gostar. Enfim, não deixarei de ser eu mesmo pelos outros.
"Enquanto houver erros, haverá aprendizados a serem descobertos. Os seres humanos são inerentemente propensos a cometer erros, mas enquanto houver humanidade, existirá uma busca incansável por respostas. No final, resta-nos a compreensão de que nada no mundo é tão desolador quanto a solidão."
Nesta noite escreveria para ti as coisas mais belas que meu coração já sentiu e sente, recitaria incansavelmente enquanto tomamos um bom vinho e escutamos um belíssimo som.
Mas de minhas citações para ti nada adianta, são palavras jogadas ao vento na qual sei que essa brisa nunca lhe tocará.
Nesta noite.
Escrevo as coisas mais tristes de meu coração, pensando em um intenso amor que ficou em vão.
AUTóPSIA
Loucos! O que procuram neste poema?
_Óbito bem definido - pode registrar.
No tempo jaz o bisturi de tal dilema,
Vossos corações podem aquietar.
O tal já vinha há tempos dissecado.
Ele chegou e repousou na maca jacente
Óbito bem definido foi o que eu disse.
A família dizia: _há tempos doente!
Salvem o poema! Alardeou alguém.
Mas já era tarde o mesmo jazia.
Sequer uma evocação promulguem!
Nunca se viu fato descomedido assim
O poema vive e levantando bradou:
Quem a esperança perdeu ou já amou?!
Chamas Rubro-Negras: A Voz da Paixão
No manto rubro-negro, destino traçado
Flamengo, paixão que nunca se apagou
Uma vez Flamengo, coração inflamado
Orgulho rubro, amor que jamais findou
Regata da vida, emoção que contagia
Mata, maltrata, arrebata o coração
No gramado, consagrado, alegria
Flamengo, eterna exaltação
Fla-Flu, rivalidade acesa
"Ai Jesus" nos lábios a ecoar
Flamengo, fogo e amor na certeza
Hino vibrante, orgulho a celebrar
Desgosto profundo, sem Flamengo no mundo
Uma vez Flamengo, sempre Flamengo
Vibra, é fibra, peso que encanta
Nas veias, amor que nunca se espanta
Flamengo, no peito, alma enlaçada
Brilho intenso, glória a despertar
Uma vez Flamengo, vida consagrada
A voz da nação, eternamente a cantar.
Passeando pelo cemitério, me surpreendo ao me deparar com um pequeno e negro corvo que me fita sem parar,
Ao perceber que há algo em seu bico, minha curiosidade só aumenta
O que será aquilo? O que essa ave carrega?
Eu me mantive inerte e de fato admirada com aquele acontecimento, pois eu não imaginava;
E ao me aproximar ela não se mexeu, aquela ave de morte ali permeneceu.
Destino, loucura, pensem como for,
ela carregava consigo em seu bico uma flor.
Flor esse que para mim simboliza amor e morte, ela carregava uma rosa em seu pequeno porte.
MAL DE DOR
Toda poesia de agonia, por mais que doa
Na prosa de espera encontra recompensa
Toda aquela situação que causa sentença
Muda-a poeticamente em composição boa
A rima que fere, a inspiração que agrilhoa
Emoções não são que o tempo não vença
Apreço transforma em luz a penúria densa
Em um verso com sentimento nada magoa
Ai do poeta que sente, sem ter proposta
Escrevendo o mal de dor e de amargura
Negando o sim, e poetizando que gosta
Noutra parte, em vão, busca a ternura
Em um coração partido, sem resposta
Pois, somente com amor a dor se cura!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
23 maio de 2023, 14’16” – Araguari, MG
Me fala aê!
Falar o quê?
Que eu sei exatamente o que é mas não sei dizer;
Que você se encaixa perfeitamente nesse meu blasé;
Que é inútil esconder mas é necessário ser prudente...
Que a chama arde, e é latente...
E a vida pode sim fazer acontecer...
O futuro pode mostrar e também esconder;
Mas o "eu querer" e o "bem quiser" se alinharam...
Os sentimentos assim mudaram;
E a mente pode até evitar...
Mas essa loucura não vai acabar!
E VIU, DEUS, QUE ERA BOM
Deus é o artista da perfeição, sua beleza transborda e se revela nos mínimos detalhes da sua criação
Sua obra é única e exemplar nela contém os mais lindos espetáculo que os olhos possam contemplar
É impossível não ver a sua beleza refletida em tudo, na natureza, no nascer e no por do sol, nos dias ensolarados, nublados ou chuvosos, no arco-íris enfeitando o céu, no brilho das estrelas, em noites de luar
Nas cores das flores, borboletas, dos pássaros é impossível não notar,
se ainda dúvidas basta observar a riqueza de detalhes nas cores do saíra.
Eu fui alguém que amou da mesma
Forma que fingiu amar a vida.
Eu me matei, para fala a verdade,
Matei aquela(e) que queriam que eu fosse.
Eu virei aquilo que eu temia, virei uma
Boba(o) , no meu primeiro amor, maldito
Seja aquele que me quebrou.
Se acaso sentir saudades, busca-me em ti,
No eco das alegrias, no riso que há de ecoar,
Mas se a busca for vã, aceita, assim como eu,
O fim que nos coube, e deixa o passado adormecer.
Ela é a cara da mãe,
que em tudo puxou de sua avó.
A avó, por sua vez,
é idêntica à mãe que um dia teve,
que vejo em apagados retratos,
e que, conforme antigamente contavam,
era cópia fiel da bisavó da mãe
da mulher que hoje amo,
e que é a cara esculpida da minha sogra.
Creio que me apaixonei
foi por uma mulher do começo do século XIX
"Num mundo onde grandes mudanças parecem distantes, não subestime o poder das pequenas ações. Sejamos a luz que inspira outros a brilhar. Com bondade, empatia e respeito, transformamos a nós mesmos e deixamos marcas na vida dos outros. Sejamos agentes de transformação, semeando o bem onde quer que estejamos."
Azul como eu,
Azul como o céu,
Um convite para um sorriso,
Um abraço,
Um beijo sincero de saudade,
Falta pouco pra te ver,
A alegria e lembrança estão latentes desde o amanhecer,
Inevitável não olhar pela janela desse dia lindo e não lembrar de ti,
Do nossos encontros e reencontros, Ah como queria te ter em meus braços,
Como diria o Chorão...
Nem que for,
Só por uma noite,
Eternizando-te em poesias e memórias,
No amor que se estende pela vida, Sempre Blue.
Feito passarinho sem gaiola,
Mas, que nunca lhe faltará o ninho.
