Amor em Alta Velocidade
O amor da minha vida sou eu. E dizê-lo em voz alta não é nenhum ato de egoísmo nem de soberba, é uma reflexão que todos deveríamos internalizar todos os dias, como quem começa suas manhãs com uma boa xícara de café.
Quando falar em voz alta
O amor sofre por muito tempo e é gentil; o amor não inveja; o amor não se desfila, não é inflado. - 1 Coríntios 13: 4
Uma boa comunicação é essencial para um casamento feliz. Poeta Ogden Nash parece ter batido em uma fórmula para nos ajudar a lembrar de como se comunicar de forma eficaz. Nash, em seu estilo espirituoso, escreveu:
Se você quer que seu casamento chore
Com amor no cálice amoroso,
Sempre que estiver errado, admita;
Sempre que você estiver certo, cale a boca!
Há uma verdade imensamente útil nesse verso - a verdade que é apoiada pela Escritura.
Vamos dar uma olhada nos dois pontos principais. Primeiro, se estamos errados, precisamos admitir isso. Não apenas casamento, mas todos os relacionamentos se beneficiam desse tipo de honestidade (Provérbios 12:22). Proteger-nos quando estamos errados torna a resolução impossível.
Por outro lado, podemos ser igualmente difíceis de viver se insistirmos que estamos sempre certos - e com medo de deixar que nosso cônjuge saiba que somos falíveis. De acordo com 1 Coríntios 13: 4, “[O amor] não se desfila, não é inflado”. Ninguém gosta de estar perto de alguém que parece estar sempre se dando tapinhas nas costas.
Duas orientações simples para um casamento que agrada a Deus: admita errado e fique quieto sobre estar certo. É uma boa maneira de manter o relacionamento forte.
Abotoe o lábio com firmeza
'Ganhe as palavras que trazem uma lágrima,
Mas seja rápido com palavras de conforto,
Palavras de louvor e palavras de alegria. —Loucks
Deixe seu discurso ser melhor que o silêncio; caso contrário, fique em silêncio. Dave Branon
Irmã, mulher
O amor-próprio não é egoísmo...
É revolução!
Quando você tem uma alta autoestima, o patriarcado, o capitalismo, o machismo, essa sociedade doente... eles têm dificuldade em te usar como produto de consumo!
Ame-se e revolucione!
Amor de filha
(ao meu Pai)
Ah, o Amor...
Esplêndido sentir-te
A mais alta vibração que existe
Pulsando dentro de ti
Inebria-te, até a última gota
Permite ir fundo. Entrega-te
Deixa fluir a singeleza do Amor
O mais fica muito pequeno:
Enquanto o Amor É
O mais esteve, ou está, e pode ir
Está em ti o poder de ruir qualquer barreira
Que porventura ainda teime em existir
Entrega-te!
Vê que o Amor é a cura para qualquer dor
Bebe da fonte, fortalece-te!
Vai para o mundo
Transborda o que há de belo em ti
Descobre e vive a tua Verdade
Com Amor, Determinação, Serenidade
Vai para a Vida. Vai para o mundo.
A Plenitude vem com a jornada.
Ama, Vive o aqui e agora, Vive!
O Amor é a montanha mais alta,
é incrível, de lá é possível ver tudo.
A aparência é o solo mais superficial,
é lá que as pessoas constroem o mundo.
Notícias Tristes!
O Amor caiu em desuso! O amor agora é Démodé!
O romantismo tão em alta na década de 1920, também está fora de moda!
Murchou como as flores que outrora eram presenteadas em forma de paixão e afeição (as do campo sempre foram as minhas preferidas!).
O amor e o romantismo de mãos dadas perderam-se no tempo, como páginas gastas e amareladas que foram arrancadas de um velho e empoeirado livro de poemas...
Ser romântico é brega, REPITO! O romantismo está fora de moda! Amor líquido é a ultima tendência! As paixões líquidas também estão em alta!
O romance tornou-se algo quase que repulsivo, vergonhoso, doentio, embolorado e cheirando a mofo!
Nocivo, como o chocolate que adoçava os beijos apaixonados... “Pare! O açúcar e o chocolate também estão fora de moda! Você não sabia?” Romantismo açucarado enjoa!
O amor está fora dos “padrões” modernos, tornou-se ultrapassado, quadrado e antiquado.
O amor existe apenas de uma forma lírica e contemplativa, preservado nas páginas dos livros...
Com os avanços da internet que lê livros? Que piegas, que piada! O amor é uma piada! (Risos).
Diante dessas tristes noticias, os românticos incontroláveis e à moda antiga, estão raleando, desaparecendo, morrendo, e alguns estão se matando!
Causas das mortes: Tiros de ilusão que acertaram direto no peito! (Ou foi na cabeça?).
Facadas e punhaladas deflagradas pelas costas! Flechas inflamadas por todo o corpo.
Os eternos românticos foram amargamente envenenados! O sangue que corria quente secou de suas veias! Corações partidos, endurecidos! Petrificados!
As taças de vinho estão vazias, as camas estão frias, alguém está sozinho e se perdeu no caminho, não há bússola, mapa ou GPS que os tragam de volta!
Na mutilação de seus corpos, os corações e as almas foram arrancados, alguém pisoteou e dançou sobre o cadáver deles!
Mas alguns corpos ainda não foram enterrados... Estão por ai... São fantasmas, borrões, sobras e sombras daquilo que eram restos de ilusão.
Eles estão vagando nas ruas como zumbis. Apenas Um vazio repousa no lugar dos olhos, que estão tristes, melancólicos e deprimidos... As ilusões do romantismo do amor os deixaram cegos, surdos, burros e loucos!
Os desiludidos pelo amor e pelo romantismo são facilmente reconhecidos e podem ser encontrados, na fila do metrô, nas mesas dos bares, no meio da fumaça e da penumbra do interior das boates, ou com as caras enfiadas em seus celulares. (Benditas sejam as redes sociais).
Seguem sozinhos, no meio da multidão, fantasmas, sobras, restos, sombras, zumbis, mutilados, cansados, porém continuam iludidos.
Já aqueles românticos que se mataram com as armas da ilusão, não tiveram um funeral honroso! (O objeto de seu amor e de seu desejo, não compareceu ao velório... Não sente remorso, ignora por completo a falta de sua presença, não chora a sua ausência!).
“Eu ouvi alguém dizer que você era um bom homem, mas que padecia da falta de amor próprio, e que você era um cara romântico que não foi compreendido... Ou será que você esta iludido?” Talvez te levem flores no dia de finados! As mesmas flores que embelezavam os amores de sua vida, agora irão enfeitar a eternidade de sua morte. Velas serão acessas em sua póstuma homenagem... Mas em pouco tempo, a agonia de sua memória romântica, agora banida, jazera no completo esquecimento.
Suas afeições e dedicações que já não assentam em coisa alguma, irão desaparecer como uma ultima nota de uma canção, um ultimo suspiro... Sua ultima lagrima de ilusão secou!
Uma vida de ilusões reduzida a uma pilha de ossos embaixo da terra...
Que triste sina pra quem deu cabo da própria vida por causa do amor?!
Muita gente gosta de afirmar, em voz alta, que faria “qualquer coisa” por amor. Vocês já devem ter ouvido isso. Talvez até tenham dito a frase novelesca. Faz parte da nossa cultura. Outro dia, vi um rapaz dizer em rede nacional de televisão, com a maior naturalidade, que “mataria e morreria” por amor. O autor do exagero devia ter uns 18 anos, talvez menos. Deu vontade de rir, de tanto drama. O jovem Romeu da Tijuca ainda não descobriu que a melhor forma de amor se pratica entre vivos – preferencialmente em liberdade, que não estão na cadeia, presos por assassinato.
Isso não quer dizer que o amor não faça exigências terríveis. Eu mesmo já fiz cafunés de madrugada, cocei costas e apliquei massagens nos pés até ficar com as mãos exaustas. Por amor. Já lavei pias repletas de louça, fiz comidas sofríveis, fui ao mercado no domingo, tirei dinheiro do banco às sete da manhã e levei o lixo para fora vezes sem conta. Por amor. Já viajei ao exterior, dirigi até a praia, dancei até de madrugada e cantei até ficar rouco. Por amor. Alguns dirão que me faço de vítima. A verdade é que, por amor, já tomei vinhos excelentes, já comi em restaurantes caros, já assisti a espetáculos inesquecíveis e já comprei presentes que, só de lembrar, me enchem de alegria – e de uma vaga melancolia financeira.
Se alguém disser que isso tudo é pouco, talvez tenha a cabeça tomada por grandezas. Ou ache, como o Romeu da Tijuca, que amar é coisa de matar ou morrer, verdadeira luta com facas. O grande amor, ao contrário, é feito de miudezas. São gestos cotidianos, olhares cúmplices, uma mão que passa pela nuca e toca os cabelos enquanto a mulher que você ama conversa com outra pessoa. Amor também é feito de desejo, e a cada tanto exige a reafirmação de uma suave encostada - na pia, enquanto ela coa o café – e da barriga que toca o calor da outra barriga.
Esses sinais mostram amor como a temperatura denuncia a febre. Mas não são tudo.
Há também a conversa que atravessa os dias e dá sentido aos fatos da existência. E a lealdade, que permite contar com o outro nas horas sombrias. Ela impede que a gente se sinta sozinho num mundo de multidões solitárias. Não se pode esquecer a sacanagem, claro, sem a qual o amor morre de tédio. E o riso, em cuja ausência a morte se aproxima. No amor, se dizem as palavras mais doces, se dão os abraços mais ternos, se enxugam as lágrimas mais tristes, se grita, se geme. Nele, a gente se comove como o diabo. Em nada disso há heroísmo. Apenas a vida, em seus milagres comuns.
A única real grandeza do amor está em sua imensa vocação de fazer o outro feliz. Um dia depois do outro. Isso exige atenção, desvelo mesmo, e coisas como imaginação, tirocínio, esforço. Às vezes até sacrifício. O outro é tão complexo – tão desgraçadamente parecido conosco – que, às vezes, não sabe o que deseja e o que precisa. Conta conosco para iluminá-lo. Há que estar lá, portanto. Há que tentar entender com o coração e com as mãos, que apertam, seguram, amparam e acariciam.
Se me perguntam o que eu faria por amor – já me perguntaram, de outras formas –, eu responderia, como os portugueses, imenso. Cada vez mais, na verdade. Com calma e determinação, juntos, sem grandiloquência. Assim se lida com as coisas essenciais da vida. O amor, entre todas elas.
A mais alta competência só acontece quando você tem amor pelo que faz. Esforço e dedicação sem amor não é suficiente para atingi-la.
O amor é uma fonte inesgotáve de reflexão profunda como a eternidade,alta como o céu, vasta como o universo.
O sentimento de amor é a freqüência mais alta que você pode emitir.Quanto maior o amor que você sente e emite, maior o poder que você utiliza.
Todos nós somos necessitados de alguma coisa que nos façam melhorar a nossa alta estima. O amor fraterno é o principal delas.
Falta alguma coisa além da música alta que preenche minha mente pelos fones de ouvido. Falta amor preenchendo o que a música é incapaz de enganar, falta sinceridade, que as composições não conseguem decifrar, falta confiança. Falta eu me sentir amado"
É muito bom quando o Amor está em alta; na vida em si. Isto, por ser um sentimento que eleva a alma e torna muito mais leve o coração; através de inúmeras diferenças, em todos os sentidos e sendo estas; positivas.
Crer no Amor é importantíssimo e pelo fato, de ser o mais importante, entre todos os sentimentos existentes; no Planeta Terra.
O amor é uma fonte inesgotável de reflexão, profunda como a eternidade, alta como o céu, vasta como o universo.
Amo tanto você que às vezes acho que uma vida inteira não vai chegar para lhe demonstrar o tamanho do meu amor por você!
Não importa se não sou sua primeira história de amor desde que seja eterna, e que de agora em diante seja a única!
Nossa relação pode ter esfriado , mas meu amor continuara sempre na mais alta brasa , as lembranças boas continuaram SEMPRE ao me lado ,me fazendo companhia , enquanto eu não posso te ver e lhe tocar.
A paixão e o amor
A paixão se anuncia em voz alta pois se surpreende consigo, como um deboche do que ainda está por vir. Não coloca pé após pé, mas se descobre na corda bamba e o seu maior medo é não cair, equilibrar a insegurança e com ela ficar, dando para a plateia a impressão de que está tudo sob controle. Aliás, a paixão, quando nova, recrimina-se por ser quem é, porque entrega a alguém que se esconde o produto do acúmulo de afetos e desafetos que, outrora, outras, como ela, já se dedicaram a recolher.
Mas que não se enganem os desavisados, porque, ainda que esta doação ocorras por livre e espontânea vontade do ser, do universo, de Deus, ou da carne, ela encerra em si um mundo de expectativas: o cheiro, o gosto, o toque, a roupa, a música, a beleza, o português, o bom dia... Ou seja, a paixão é preconceituosa! Atribui qualidades pelo simples fato de existir, ou pelos olhos, pela estampa do Chico, pelo sopro de sonho que sai da sua sorte.
De vez em quando ela acerta e não tem do que reclamar. Porém, quando erra, fica procurando uma maneira de chegar ao seu destino por um caminho que nunca existiu. Só que nesse meio tempo tem muita pupila dilatada, muito arrepio, muita surpresa, muita febre.
Já o amor não grita a sua essência porque sabe que se construiu muito mais sobre o silêncio do que sobre o ruído. Não tem mais fôlego para deslizar na corda, mas está lá embaixo segurando a haste que lhe dá sustentação.
O amor também entrega a alguém o acúmulo dos seus afetos e desafetos, mas não mais o desconhece, pelo contrário, já não se assusta quando toca a campainha. E é por isso que o amor já não espera, ele doa, dá, entrega, sem pedir que o outro seja aquilo que ele já sabe que não é.
A loteria já não tem mais relevância porque ele sabe que não ganhou o maior prêmio, mas se contenta com o que tem no bolso.
O amor não erra ou acerta, ele é.
Entretanto, apesar de ser o irmão mais velho e experiente, ele coloca todos os dias a paixão para ninar, momento em que escuta as histórias que ela tem para contar, pois sabe que nesse meio tempo da vida tem que ter muita pupila dilatada, muito arrepio, muita surpresa, muita febre.
Paixão é febre alta. Espere passar para depois tomar decisões. E quando passar, se sobrar amor, ame intensamente, todos os dias.
Musica alta , amigos, abraços, brincadeiras, risadas , carinho , atenção , amor ... é o que eu preciso pra ser feliz !
