Amor e um Sentimento Puro Delicado
Um amigo precioso nós devemos cuidá-lo como um vaso delicado pra não cair... ou como uma pérola preciosa para não perde-la em momentos de tempestades... um verdadeiro amigo vai te olhar nos teus olhos e não nos bens que você possui. Um amigo de ouro vai querer sempre saber como que você está nos momentos de suas enfermidades... Ele te dará apoio...
Como pode existir um ser tão lindo e belo, tão suave e delicado, tão inteligente e frágil, tão intrigante e desafiador, capaz de nos deixar loucos...Eis aí a Mulher...
É preciso se tomar delicado cuidado para não se chamar a limitação intelectual em um indivíduo, de desonestidade intelectual. Pois existem alguns indivíduos que apenas parecem ser desonestos, quando, na realidade, são apenas muito limitados, intelectualmente falando.
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DEUS É BOM O TEMPO TODO
No celular um convidado delicado
que deposita o mundo em minhas mãos
sedentas de informes com meu CPF personalizado, ganho mais daquilo que gosto e repito, prisioneiro de sistema que desconheço e aplaudo na mesmice que conforta e da felicidade,
passo anos e anos num único ponto,
cego, na rede, quase inconsciente, sem ser notificado.
Entre a força e a sensibilidade,
Há um equilíbrio raro, delicado,
Como a maré que encontra a cidade,
Com poder imenso e toque abençoado.
A força se mostra em cada decisão,
Em cada passo firme que se dá,
Mas é na sensibilidade do coração,
Que a verdadeira coragem se verá.
É a força que ergue o mundo pesado,
Que enfrenta as tempestades sem temor,
Mas é a sensibilidade que dá o recado,
Que acalma a alma e acolhe com amor.
Entre ser forte e ser sensível,
Não há escolha, há união,
Pois no coração, o mais incrível,
É ter ambos em perfeita junção.
A força nos leva à vitória,
A sensibilidade, ao perdão,
Juntas, constroem nossa história,
Nos guiam na eterna missão.
A amizade falsa é um tema complexo e delicado que toca a vida de muitas pessoas. Ela se caracteriza por relações que parecem genuínas, mas são baseadas em interesses ocultos ou conveniências. Reconhecer e se afastar de amizades que não são sinceras é um passo importante para o bem-estar emocional. A verdadeira amizade é construída na sinceridade e no apoio mútuo, e é essencial para uma vida social saudável e feliz. É melhor ter poucos amigos verdadeiros do que muitos que não são genuínos.
Na fugacidade dos dias, compreendi que a vida é um equilíbrio delicado entre a pressa do tempo e a sabedoria de viver cada momento com cautela; pois um único erro pode roubar décadas de nossa jornada.
"A vida é um tecido delicado de momentos, escolhas e encontros. Cada fio tem um propósito, e ao entrelaçá-los, criamos uma tapeçaria única e preciosa. Não são os fios soltos ou as manchas que definem a beleza da vida, mas sim a forma como os unimos e os valorizamos."
Alécio Nunes Clóvis
A vida é um delicado fio de luz, que recebemos de Deus ao amanhecer. É com ele que devemos tecer a gratidão que ele espera de nós, a esperança que o novo dia sugere e a paz e leveza que precisamos.
A Economia segundo a Empatia
Falar sobre economia hoje se tornou um tema delicado devido à politização do assunto. Certamente, economia e política são temas que caminham juntos, mas abordá-los de forma neutra é um desafio. Se afirmamos que a situação está boa, um lado da moeda quer impor sua ideia com força; se dizemos o contrário, enfrentamos o mesmo problema, mas do lado oposto.
Agora, já pararam para pensar que há um vasto grupo de pessoas que nem ao menos têm "moeda" para escolher um lado? O que sobra para elas é apenas a opção de trabalhar para sobreviver, e, se quiserem uma vida melhor, trabalhar em dois ou até três empregos. Será que é só isso que têm como opção? De que forma a economia pode ajudar essas pessoas? Será que a economia pode ser empática com elas?
A definição de economia é simples: a ciência que estuda como pessoas e sociedades utilizam recursos para produzir, distribuir e consumir bens e serviços, buscando atender a todas as necessidades. Pelo menos, era para ser assim, não é?
Na prática, infelizmente, não é isso que acontece. Poucos têm muito, enquanto muitos têm quase nada ou absolutamente nada. A "senhora economia", como costumam chamar, parece não ter empatia alguma, e seu peso é maior exatamente onde a carga já é insuportável.
Mas o que fazer diante dessa realidade? A resposta é complexa, já que a empatia da economia depende diretamente de quem governa. E, desde os primórdios, a desigualdade existe. Não se resolve um problema estrutural como esse em um passe de mágica.
O primeiro passo, ao meu ver, seria focar em políticas públicas que tragam mais empatia para o sistema econômico. Contudo, o maior desafio é que o sistema não nos dá muitas opções de participação ativa. O principal instrumento de mudança que nos apresentam é o voto. No entanto, mesmo com o voto, um político iniciante que não se adapta às regras do sistema logo se torna "carta fora do baralho".
O tema é complexo, o problema é profundo e, honestamente, a solução parece distante, seja no curto, médio ou longo prazo. Ainda assim, acredito que, se tivermos um governante com coragem de pensar fora da caixa, talvez possamos iniciar uma transformação. Esse líder precisaria compreender que melhorar as políticas públicas e reduzir desigualdades não é apenas um ato de caridade, mas um investimento em uma sociedade mais sólida e resiliente.
E quanto a nós? O que nos resta? Precisamos agir com as ferramentas que temos: votar com consciência, cobrar resultados dos governantes e, acima de tudo, evitar a omissão. Não podemos nos acomodar em uma postura de "quando é o meu governante, está tudo ótimo; quando é o rival, está tudo péssimo".
A economia deve ser um meio para melhorar a vida de todos. Isso não acontecerá apenas com mudanças nas leis ou regras, mas com uma mudança de mentalidade. Precisamos entender que não é só a nossa mãe que não quer que seus filhos passem fome. A mãe do João, da Maria, do Carlos, da Júlia, e todas as mães – biológicas, adotivas ou sociais – compartilham do mesmo desejo. Uma sociedade verdadeiramente empática começa por reconhecer isso.
Não será fácil transformar um sistema tão desigual, mas a mudança começa com pequenas ações: participação política, cobrança ativa e, principalmente, um olhar mais humano. A economia precisa ser construída para servir a todos, e não para perpetuar privilégios. Essa transformação exige coragem, mas, acima de tudo, empatia.
Explorar a estrutura de um domínio do saber é como dissecar um mecanismo delicado, compreendendo o papel e a interação de cada componente.
Se eu fosse...
Roberto Costa
*
Um anjo
*
Um anjo quem me dera eu fosse,
E teu sono delicado e doce,
Velaria eu todo dia sem cessar...
E amparar-te-ia como a uma criança,
E sopraria nos teus sonhos a esperança,
E em sonhos, te ensinaria o que é amar
E se muito mais que um anjo eu fosse...
*
Quiçá um rei eu fosse...
*
Ordenaria que habitasses minha corte
E um quarto em ouro todo teu construiria,
E em cedas e setins tu dormirias,
E eu velaria sem cessar, os sonos teus..
*
Mas a verdade é que ...
*
Não sou anjo e muito menos um rei
Sou apenas um homem
Um simples homem
"Apaixonado por sua beleza"...
A beleza é um véu delicado que esconde as cicatrizes da alma, as marcas da jornada e as dores da existência.
Eu sou como um delicado raio de luz, capaz de iluminar suavemente o seu caminho se me permitir permanecer em paz. Entretanto, se acaso você derramar o néctar inflamável da paixão, serei então transformado numa ardente fornalha, cujo fogo abrasador consumirá tudo ao seu redor.
A saudade é como se fosse um perfume delicado, que se desprende do outro e nos envolve por completo, nos acompanhando por toda parte.
A carência é um estado emocional bastante delicado, que nos leva a buscar de forma desenfreada por afeto e amor. Quando estamos carentes, é comum que nossa mente tente preencher esse vazio emocional inventando sentimentos e situações que não existem.
Projetamos nossas expectativas em pessoas que, muitas vezes, não estão dispostas ou não têm a capacidade de nos oferecer o amor que tanto desejamos. Essa carência nos faz ver sinais e interpretações romantizadas nos mínimos gestos e palavras alheias. Uma mensagem enviada, mesmo que simples, se torna motivo de grande importância e demonstração de interesse, quando na verdade pode ser apenas uma gentileza comum.
Infelizmente, essa tendência de enxergar amor onde não existe pode ser muito prejudicial. Nos iludimos com a ideia de que somos amados e valorizados, quando, na verdade, estamos apenas projetando nossas necessidades emocionais em pessoas que não compartilham dos mesmos sentimentos. Isso gera frustração e desilusão, afetando negativamente nossa autoestima e confiança.
É importante entender que a carência não pode ser suprida por qualquer pessoa e a qualquer custo. Ao invés de esperarmos que os outros nos preencham, é fundamental que busquemos o equilíbrio dentro de nós mesmos. Quando estamos em paz com quem somos, compreendendo nossas necessidades e cuidando de nossas próprias emoções.
É necessário lembrar que a carência é uma fase passageira e que, com o tempo, podemos superá-la. É um momento para reflexão e crescimento, em que devemos aproveitar para nos fortalecer emocionalmente, encontrando amor verdadeiro em nós mesmos antes de buscá-lo nos outros.
- Edna Andrade
E, às vezes, em um misto de saudade e nostalgia, flagro-me costurando lembranças no tecido delicado do tempo.
Prazer em sentir o cheiro da rosa,
seja delicado, qualquer aperto e ela chora,
um belo sorriso e eu te dou meu coração,
cuidado por que ela tem seus espinhos,
mas não te machucará se você oferecer o seu carinho,
suave e bela, guarda o segredo universo
em seu olhar assassino.
