Amor e Rotina
Minhas habilidades não podem se limitar à rotina.
E buzinar uma marginal poesia não retrata a mais autêntica rima...
ALMA QUE ME MOTIVA
Você é vício viciante que vicia,
Minha rotina começa com sua boca na minha,
O toque da minha pele na sua é tão bom que arrepia.
Chega na minha vida, e fica.
Não tem por que saída,
Vem como luz na escuridão,
E me ilumina.
Não sei como defini-la,
Você é cheia de sinônimos,
Parece poesia.
Queria te beijar, abraçar, trocar carícia.
Selar nosso amor na eternidade para que nunca se sinta sozinha.
Eu sou feito de ódio,
Mas você me romantiza,
Você é dia ensolarado,
Eu sou noite fria,
Você é pão com manteiga,
Eu pão com margarina,
Posso ser cético quanto a tudo,
Mas a única coisa que acredito,
É que ainda vou ter sua mão na minha.
Acros.tecendo
T odos os dias a mesma rotina
R epete cada movimento
I nsiste nisso
S istematicamente
T ermina o dia
E ntediado
Z zzz dorme
A manhã será nova rotina
P are
O bserve
R epense
F aça diferente
A gora
V alorize o sorriso
O rdene o pensamento
R eorganize seu dia
V iva o novo
A brace a vida
I nvista em você
E nfim
M ais do que
B uscar a cura
O re, olhe para dentro de si
R eforce o mais importante:
A me! ... (a todos. Amém!)
Quero passar a vida nessa doce rotina
A cada amanhecer ao meu lado
Teu cheiro no meu travesseiro
Teu beijo ao amanhecer e esse sorriso
Me convidando a mais um dia no paraíso ao teu lado
Seu corpo aguçando meu desejo
Quero todas as noites ninar seu sono
Ser o teu refúgio nas horas de angústia
Ser sempre o primeiro motivo do teu sorriso
Quero fazer moradia no seu coração
Simplesmente te amar até a última batida do meu coração .”
Detesto mesmice, a rotina me aborrece. Gosto de surpresas. Gosto de coisas que façam meu coração acelerar. De sentir calafrio, de sentir arrepio. De um beijo roubado, de um abraço inesperado, de um olhar avassalador, que diz tanto sem dizer nada. Da mão quando toca a minha e do carinho delicado que recebo nela com as pontas dos dedos. Não me chame pelo nome. Detesto também. Me chame pelo que gosto de ouvir. Quero colo, quero aconchego, quero calor. Quero tempero, quero sal. Não adianta. Não sobrevivo só com arroz e feijão. Aliás, morro de fome.
A verdadeira querreira chora calada, pensa em silêncio e só desabafa com Deus, é a rotina diária de quem tem que ser forte, e ainda consegue se levanta depois dos tombos que a vida lhe da, e ainda consegue dar o seu melhor e conguista o que por ela é almejada
"Quando a rotina se instala, o mistério se dissolve; e sem mistério, a admiração morre lentamente."
Cena empolgante de quando a rotina pôde descansar e assim, a felicidade entrou em cena, correndo livre, animada, deixando pegadas na neve e marcas nas memórias, sorrisos felizes, reluzentes, simplicidade por toda parte, o vislumbre alegre da infância, algumas páginas lúdicas da realidade, aventura cativante, um bom ânimo partilhado, daqueles que ofuscam as adversidades através de um amor demasiado, os detalhes foram tão calorosos, que nem o frio foi um obstáculo, a propósito, muito pelo contrário, um personagem entusiasmante neste lindo cenário nevado.
“” A rotina de beijos e abraços não cansa
O que mata um relacionamento é a falta de carinho e atenção...””
"" Quando estamos vivendo apenas a nossa rotina, tudo passa rápido demais,como se o tempo fosse inimigo da vida. A boa é inverter a lógica das coisas, deixar o tempo passar mais à vontade,tranquilo.Curtir,viajar mais, mudar de ares,reaprender sobre viver...
Conheci uma menina, e assim, já mudou minha página, em selos de esquinas, em meio a neblina ou atrás da cortina, já virou minha rotina, mesmo sem disciplina, vou até a china buscar minha mina.
_By: L.Dávila_
Se cobrar pela recompensa futura é igual a sentir dor.
Construa o dia, se surpreenda com o resultado, vá acolhendo e deixando o passado pra trás, tudo cura, tem que ter paciência.
Um dia de cada vez.
Desejo a todos os casais: o amor da primeira vista, o encanto do primeiro encontro, o gosto do primeiro beijo, a emoção do primeiro pedido. Que nada seja rotineiro e tudo se renove sempre.
Cotidiano
- Não era amor!
Quando fecho os olhos, quase posso ouvir a porta se batendo outra vez. Você partindo sem olhar pra trás, me deixando em pedaços impossíveis de se reparar!
- Não era amor!
Eu só queria acreditar que, dessa vez, a vida havia me dado você de presente!
Já foram tantas tentativas frustradas... Por que não!?
Doce ilusão... Logo me vi saindo por aquela -maldita- porta, sem ao menos olhar pra trás.
Mas você sabe... Eu sei que sabe! A porta pela qual saí, foi aberta por você...
- Você não levou apenas meu coração. Levou meus sorrisos, meus sonhos e projetos.
Vai culpar-me por tê-lo feito ir, mas esquece das tantas verdades que escancarei ao longo dos dias. Tentando fazê-lo enxergar que tudo estava esvaindo, escorrendo pelos dedos, enquanto me fazia acreditar que não se passava de um mau momento!
- Você se esquece de que não se trata apenas de você, sobre como se sente...
Acredite, nesse momento, não há motivos para sorrir!
E se acontecer, tenha certeza que me peguei pensando em algum momento vivido por nós - isso sempre acontece.
Eu só queria tornar as coisas mais simples.
Confesso: você tentou abrir os meus olhos sobre nós, mas não se moveu para, junto comigo, reverter essa situação.
Eu sempre amei seu jeito de falar, de lidar, você sabe. Mas amava mais ainda quando uma frase vinha acompanhada de uma intensa vontade de mudar as coisas- ou tentar. Eu não te culpo, apenas. Eu te culpo também!
- Ainda lembro a primeira vez que nos vimos... Você irresistivelmente lindo! Espalhando carisma naquela mesa de bar!
Sua camisa vermelha, a maneira como passava a mão no cabelo vez ou outra... Cada detalhe me hipnotizou. Não demorou muito para eu dar-lhe meu telefone... E foi ali meu erro! Tudo isso poderia ser evitado...
- Eu estava ali, naquele bar, por acaso. Pelo mesmo acaso que te trouxe pra mim. Seu olhar sereno invadiu minha alma de tal forma que eu não consigo explicar. Seu jeito de menina, e aquela sensualidade escondida por trás daquele jeito tímido: o bastante para pedir seu número. Mais uma semana e eu já o tinha decorado em minha memória. Sinceramente, não consigo ver como um erro. E, ouvir você dizer isso, me faz crer que, minha melhor escolha foi ter saído por aquela porta naquela tarde de sábado.
- Acabou! Não há mais o que discutir...
Sinto um gosto salgado em minha boca agora... É bom que tenha ido. Eu não ia querer que me visse assim!
Você desistiu de nós!
Acabaram-se as brigas, as discussões, as noites em claro de tanto pensar...
E também os abraços, beijos e reconciliações.
Em seus braços, sentia que nada poderia me afetar. E pensar que não tenho mais isso, me faz chorar!
- Você é muito tola, menina! Tola demais pra perceber o que se encontra em frente aos seus olhos.
Você foi a melhor coisa que me aconteceu até hoje, acredite!
Mas cega o suficiente pra perceber que, apesar de ter saído por aquela porta, eu não a fechei. E se eu não a fechei, é porque, de algum modo, eu nunca quis sair. Nunca quis sair por aquela porta, nem tão pouco do seu lado, quiçá do seu coração...
Chora. Pode chorar! Contanto que me deixe enxugar suas lágrimas...
- Volta! A porta está aberta desde que você se foi... Entra, tranca, e joga a chave fora!
- Não ERA amor. É amor... E sempre vai ser!
É assim que o amor morre, enterrado entre as tarefas de levar o lixo, dobrar as roupas, ciclos de lava-louças e compras de supermercado. Reuniões de pais, turnos duplos no pronto-socorro, levando uma criança aos berros ao dentista...
