Amor de Pai para Filha

Cerca de 250660 frases e pensamentos: Amor de Pai para Filha

...Mas Deus sendo especialista em reviravoltas e brincalhão como só ele é, quebrou os planos de mamãe me dando irmãos maravilhosos.

Inserida por catherine_andrade

Teus sorrisos são motivados por minha presença
Sua presença, me transborda vida e coragem.
Você é minha pequena
Minha princesa
Meu presente divino
Minha pequena e grande chance de alegria
Minha filha

Eu te amo

Inserida por tatianacorrea

A caatinga é uma bela dormecida.
Na seca dorme profundamente.
No inverno acorda para revelar toda sua beleza cênica.

Inserida por Rossangell

Título: VALENTINA

Te Vejo: Vitalícia, Visionária, VIP, Venerada, Valente, Valiosa.

Vossa Vontade Viola minha Verdade,
Sua Vida é Vermelha de Verão,
É Valentina Você não Veio em Vão.

Nossa Voz só Verbaliza Você, nossa Visão é Viciada em Você, a Vós Venerais, a Vós que Vibrais.

Eu Vos Vejo em Versos,
Você é VALENTINA e Vice-Versus.

Autor: Papai (Nélio Joaquim)

Inserida por NelioJoaquim

A Budiudiuca

Chegou no início da tarde e acomodou-se ali no último compartimento da minha prateleira que ficava encostada no meu tanque de lavar roupa. Sequer me pediu licença. Decerto já sabedora da minha paixão por seus iguais. Para ser mais exata, de minha enorme paixão por todas as criaturas do Uno.
A princípio arredia. Bastava que ela ouvisse minhas passadas para cair no mundo como se só a minha presença a colocasse em perigo real. À medida que eu fui me aproximando sem fazer barulho, pé ante pé, de mansinho, passinhos sonoros para não assustá-la, ela foi se assentando e aceitando a minha presença. Não me evitava mais. E eu, de minha parte tentava fazer o menor ruído possível ali na área de serviço. Não sacudia mais, depois de lavadas, minhas sacolas plásticas para não levantar suspeita de perigo na minha inquilina.
No entanto, ela só aceitava a mim. Bastava que chegasse visita para ela fugir em vôo disparado. E, assim, foi ficando, foi ficando e um belo dia ouviu-se o ruído denunciador da minha condição de avó. Haviam nascido dois.
Minha mãe com experiência na área sentenciou, assim os viu:
— São macho e fêmea.
— Por que sabe? Fiquei curiosa
— O macho é maior e mais forte.
Batizei-os de Leo e Léia.
O que mais me encantava naquela família era a dedicação total da recém-mamãe.
Saia logo cedo e após uma hora mais ou menos voltava com o papo cheio de comida para os filhotes. E ficava lá em cima deles esquentando-os, o restante do dia.
Porém, um dia, saiu e não voltou. Só comecei a me preocupar por volta do meio dia. Disse para minha mãe que aquilo não estava certo, ela havia abandonado os filhotes que ainda não voavam.
Eu olhava ao redor, em cima da casa, no arvoredo próximo e nada da mãe fujona.
Afligi-me com aquela traição e fui para a internet ver o que podia fazer. Que comida dar para os filhotes, enfim, eu tinha de suprir, como avó, a ausência da mãe desnaturada.
Encontrei, para meu espanto, vários relatos de abandono de ninhos pelas mamães rolinhas:
São ‘levianas’, pensei de pronto. Muito magoada e com um enorme dó dos dois pequerruchos despenados, considerei seguir um dos conselhos de um tratador de filhotes órfãos: mingau de fubá sem sal. Quando a papa ficou pronta minha mãe recomendou;
— Coloque bem perto deles, pois eles não vão deixar você pegá-los para colocar goela abaixo.
Assim que me aproximei qual não foi meu espanto quando eles assustados, ensaiaram um voo e caíram desajeitados no chão com grande estardalhaço e por mais que eu tentasse não conseguia pegá-los. Rápidos eles se escondiam entre as bacias e baldes e quando eu conseguia retirar o que me estorvava alcançá-los, eles pulavam para debaixo de outra vasilha. Ficamos lá nessa luta inglória muito tempo, até que desisti e deixei a comida no chão bem à mostra de seus olhares famintos assim que eles resolvessem sair do esconderijo, por conta da fome.
Sai para resolver uns problemas no banco e quando regressei encontrei a mãe andando pelo quintal, vagarosamente como se carregasse o peso do mundo.
Fiquei catatônica.
— Como assim, você não havia sumido?
Ela me olhou demoradamente e eu li naquele olhar a pergunta?
— O que você fez com meus filhotes?
— Eu tentei alimentá-los e eles fugiram, estão por aí debaixo das coisas. Respondi amargurada.
Ela ficou por ali muito tempo e nada de localizá-los. Então resolvi procurá-los para mostrar pra ela que eles estavam ali mesmo escondidos.
Não os localizando, chorei.
— Perdoe-me. Pedi aflita para a mãe. Será que você consegue me perdoar? Implorei para aquele olhar postado em mim doloridamente.
Após vários minutos ela desistiu e partiu. E eu fiquei remoendo a minha dor de haver interferido na didática de ensino da ave. Certamente ela saíra para dar aos filhotes a oportunidade de se virarem sozinhos. Era um meio de forçá-los a saírem para o primeiro vôo a demora do retorno.
Passei o restante do dia moída de remorso. Até pareceu-me que eu tinha declarado a terceira guerra mundial e estava à beira de acabar com toda a vida do planeta terra, tal era a minha dor.
À noitinha saí para dar mais uma olhadela em torno da extensa casa, comprida a perder de vista, e para minha surpresa, avistei o macho, em cima do telhado da cozinha, bem rente à cumeeira de separação com a sala de jantar. Gritei de alegria.
— Léo, você voltou pra vovó.
Ainda em estado de êxtase supliquei esperançosa.
São Francisco de Assis, protetor dos animais, me ajude a encontrar a Leia.
Ele me atendeu prontamente. Léia saiu debaixo do tanque dando saltinhos miúdos, sinal da sua fraqueza por falta de alimentos. Consegui pegá-la desta vez e depois de alimentá-la com uma pequena colher boca a baixo, joguei-a para cima em direção ao telhado. Ela ensaiou um meio voo e parou em cima da casa.
— Léo, cuide da sua irmã até sua mãe voltar, por favor, querido.
Eu tinha certeza que a Budiudiuca voltaria para resgatar os filhos, e ali em cima do telhado era mais fácil avistá-los.
De vez em quando eu saia ao terreiro para ver como eles estavam se saindo. Lá pelas tantas da noite, não conseguindo dormir, voltei ao terreiro e fiquei demasiadamente comovida: eles estavam tão próximos um do outro como se tentassem suprir um pro outro a falta da mamãe.
— São Francisco, por que a Budiudiuca ainda não veio cuidar deles? Perdoe-me a insistência, mas eu preciso que ela volte, a culpa foi minha. Ou então faça com eles arrisquem um voo e sejam vitoriosos.
Fui dormir depois da minha oração muito esperançosa, tenho muita fé no Santo protetor dos meninos irracionais (ou não)? Confesso que ainda alimento muitas dúvidas a esse respeito. Acho que eles pensam e amam como nós humanos, só não desenvolveram a linguagem de palavras.
Ao acordar, corri para vê-los e fui presenteada com uma maravilhosa surpresa: no ninho, que eu não tinha tido a coragem de desfazê-lo, encontravam-se mãe e filha. Ela aconchegada debaixo das asas, só se via a sua pequena cabecinha. A mãe me olhava fixamente. Chorei desta vez de alegria.
— Eu te amo São Francisco. Preciso dizer que beijo teus pés e tua boca, se puder, claro.
Léo não estava lá. Mas a mãe me olhou tão calmamente que eu compreendi o que ela me dizia.
— Meu filho agora é dono do espaço, ele se foi.
Corri a contar para minha mãe que sentenciou:
—Léo voltará, fique tranquila.
Minha irmã não concordou.
— É claro que não volta, ele é novo e não tem noção de rumo, de espaço. Ele se foi pra sempre.
Nós três, eu e as duas aves fêmeas, ficamos num namoro demorado e apaixonado durante a manhã toda. De vez em quando eu ia vê-las e lá no meio do dia em um dos meus regressos no quintal, não as vi, elas não estavam mais lá.
— Foram embora. Nunca mais vou ver nenhum dos três. Fiquei aliviada e feliz pelo desfecho, só que eu teria uma alegria ainda maior...
À tardezinha, fui recolher minhas roupas que já haviam secado e me deparei com a cena mais bela de toda a minha vida. Estavam os três em cima do telhado e em vôos curtos e rápidos, mas numa bela coreografia ensaiada.
Estão se despedindo de mim. Tive a certeza disso e gritei.
—Sejam felizes e se cuidem. O céu é o limite. Amo vocês do fundo do meu coração.
Decorridos três dias, ela voltou passeando pelo chão, deu a volta no quintal todo e de vez em quando me olhava.
— Desmamei-os. Eles agora são donos de suas vidas.
No dia seguinte, apareceu com um galho no bico. Eu a toquei desta vez.
— Vamos nos mudar pequena, não posso deixar a prateleira pra você. Procure outro lugar pro seu ninho, me perdoe.
No dia mudança, eu fiquei pra trás aguardando o caminhão enquanto eles colocavam a mobília no baú e então, ela chegou.
Ficou em cima do muro do outro lado da rua, andando de um lado para o outro, parava e me olhava, muitos, muitos minutos.
— Vou sentir muita saudade Budiudiuca. Acho que desta vez não nos veremos mais. Você não saberá pra casa eu fui e eu não tenho como te levar não é mesmo?
Ela veio para a árvore defronte a casa e pousou no galho mais baixo. Ficou lá até o caminhão sair.
— Meu coração é seu, pequerrucha.
O caminhão foi embora e eu saí, também, olhando pra trás. Ela ficou lá no galho quieta como se com isso fizesse com que eu mudasse de idéia de partir.
Embora, talvez ninguém acredite nisso, eu posso provar. Minha mãe e minha irmã são testemunhas vivas desse meu caso de amor.
Depois de vários meses na residência nova, minha mãe me chamou.
— Vem ver quem está aqui.
Minha amada filha Budiudiuca e seu companheiro. Eu soube assim que a vi. Meu coração a reconheceu. Eles estavam em cima do muro nos fundos da casa e fui lá conversar com ela.
— Minha casa é muito pequena agora e a prateira está cheia de louças que não couberam na cozinha minúscula. Não tem espaço pro seu ninho aqui, mas você tem um vasto mundo pra isso e não ficará com raiva da mamãe, não é mesmo?
Após alguns minutos eles se foram, mas de vez em quando ela volta e o nosso namoro de mãe e filha continua.

Inserida por elenimariana

A adolescente rebelde, que reclama da mãe. — Personagem freqüente em minhas viagens, ela vai contando toda sua intimidade, não só para seus amigos, mas para todo o ônibus (exceto para os que estão de fone). Diz, e aqui cito suas próprias palavras, que a mãe é “caluniosa”. Acusa a progenitora de ter feito uma festa lindíssima de quinze anos para ela, a filha, somente para se gabar perante a família. Chega ao hediondo de, com a voz esganiçada, levantar a única suspeita que não se levanta a mulher alguma: a da infidelidade. E 'contra' o próprio pai! [...]
São todas iguais: brancas, magras, de nariz afilado e cabelos lisos. Casará aos vinte e três, após um namoro de cinco anos, e não derramará uma lágrima sequer sobre o corpo daquela que lhe deu a vida.

Inserida por profvaler14

Fecho os olhos sem dormir

Ouvindo a vida lá fora

Sentindo que ela não faz parte de mim

Passo dias sem sorrir

aqui ainda não é o meu lugar

Sou uma filha sem pátria

Acreditando na dor que sinto

Fazendo tudo para errar

Desistindo do amor

Insistindo nessa dor

Desprezo o calor

Cruzo os braços diante ao abraço

Viro o rosto para o beijo da morte

Me cansei do carinho invisível

Não encontrei a tal outra metade

E quanto mais fundo penetro em mim

Maior parece o vazio

A hipocrisia me alimenta

Como se me aproximasse do fim.

Inserida por irisalves

Esses teus olhos, profundamente me lendo, percebendo em mim cada movimento, cada gesto, cada palavra.
Esses teus olhos, que quando choram derrama rios de lágrimas sinceras, lágrimas verdadeiras.
Esses teus olhos são o motivo pelo qual eu acordo toda manhã
Esses teus olhos, esses teus olhos, filha.
Esses teus olhos...
Te amo!

Inserida por elivelton_macedo_ii

Enquanto eu te balanço na rede e sua mãe lava as louças do café, tento escrever e descrever todos os meus sinceros sentimentos, que por mais que eu tente, nunca irão transmitir, todo e imensurável amor que sinto por você.
Minha filha!

Inserida por elivelton_macedo_ii

E da palavra paterna se fará eterna, toda vez que minha boca falar. O meu verdadeiro, eu te amo sempre teu será. Filha mais que amada, minha Laura.

Inserida por Alison_Silva

Com a alma quieta
Pensamentos vagando
Vou navegando
na pureza dos meus
versos ou
na inquietude
dos meus insanos.

Poeta ...
Por vezes
intensa
inquieta e
avessa
Filha da lua
e do carbono
Escrava fiel dos sonhos
ventanias e devaneios .
Assim sou !

Mas inda que lá fora
meus olhos
não enxerguem
a vastidão do que seja
perfeito , manso ou bonito ...

Aqui dentro
serena e silente
Consigo desenhar
meu próprio paraíso !

Inserida por Paulamonteiro

A Peneira do Tempo

Agudas lembranças: cheiros de ruas, praças, marés, brinquedos.
Lembrança de ter sido herói, filho, menino-pai e pai-menino, é o que fica
Pra ter teu passo, pra andar junto e, sendo feliz, não pousar. Fortalecem-se as asas
O tempo não deixa esmaecer o que houve de significância, cravando nos atos
As nossas graças, a nossa infância e a nossa maturidade
Porque na peneira do tempo nem turvo, nem maldade
Revele-se infinitamente, resplandecentemente, felicidade

Sobre Juliana.

Inserida por RaymeSoares

Mari... Maria...
Maria... Ana...
...Mariana
Hoje de tanta felicidade
Meu coração inflama

Sua vinda em minha vida
Foi uma surpresa inesperada
Não estava em meus planos tê-la
Nem imaginava que Deus me presentearia
Com algo tão maravilhoso
Hoje agradeço a ele todos os dias
A graça de ser seu pai.

Inserida por evandro37

No silencio de todas as noites... te vejo chorar.
Como choras? Toco seu rosto para te consolar...

Porque choras?

Meu pai não chega? Teu pai te abandonou?

Por que choras tanto? Em soluços infindáveis, um rio de lágrimas se escoa...

Sinto agora, a mesma dor.

Não sei porque choras... mas agora, choro também.

Inserida por RobertaGomesMola

Ninguém esconde nada de ninguém, muitas vezes acham que estão passando uma grande imagem colocando uma mentirosa capa protetora, sem perceber que a verdade é filha do tempo.
Por incrível que pareça, existem pessoas que não sabem exatamente quem elas são, ocultando a verdade por muito tempo,escondem de todos o que são de verdade; constroem relacionamento e sem nunca terem se mostrado de verdade vivem isolados em uma ilha mental.
Pessoas que se preocupam com a opinião social ou não aceitam a sua verdade particular, criam histórias fantasiosas sobre sua pessoa. A falta de aceitação e de encarar a verdade é um veneno para formação do caráter.

A relatos de pessoas que literalmente enlouqueceram por negar a sua verdadeira condição de vida. Muitos criam um mundinho só seu para se tornarem "apresentáveis" diante da sociedade. Sem saber, estão ferindo gravemente a si próprio.

Viver as consequências do roteiro de nossas vidas faz parte da saúde mental, parte da história não pode ser negada e nem reprimida. A vida não é um roteiro de filme onde as partes ruins podem ser editadas e deletadas.

A vontade de usar drogas, O alcoolismo,a índole para o crime, o mau caráter, os violentos,os mentirosos,os trapaceiros, e muitos outros desequilíbrios, isso tudo também advém da falta de aceitação e pela vergonha de encarar a própria realidade. Muitos desejam ser outra pessoa ou simplesmente descartam o seu passado para ser aceito pela sociedade. Somos o que somos,não dá para mudar nenhuma vírgula, o passado é carregado nos ombros sim, e ele terá o peso dos seus atos .

No espelho refletimos o que somos de verdade e não o que imaginamos ser.Como querer ser aceito diante de todos se a base dessa afirmação é mentirosa?
Nunca seremos iguais,cada um carrega nos ombros a sua verdadeira história.
E cada um nos tem sua capacidade de responsabilizar e de mudar essa história .

A pessoa que se conhece e se aceita é capaz de responder tranquilamente a pergunta que deixa tantas pessoas desconcertadas:

Quem realmente é você?

Inserida por santanaandfriends

COMPULSÃO POR SOFRER (ou a história de Chiquita)

Chiquita era uma menina que amava muito a mãe: uma verdadeira heroína inspiradora aos seus olhinhos. Chiquita fazia questão de mostrar tudo que fazia para ela: desenhos, lições, comidinhas e tudo mais. Aonde quer que a mãe fosse, lá estava ela em seu encalço. Sentia quase como se ela e a mãe fossem uma coisa só.

Mas, em meio a essa maravilhosa vida, Chiquita começou a perceber algo estranho: existia sempre uma nuvenzinha sombria pairando por sobre a cabeça de sua mãe. Ninguém mais conseguia notar aquilo, apenas Chiquita. Incomodada com aquilo, chegou até a indagar a própria mãe a respeito, porém ela deu de ombros e a repreendeu por sua “imaginação fértil”. Pois é, aparentemente nem mesmo sua mãe conseguia enxergar a tal nuvenzinha desagradável.

Contrariada com essa situação, Chiquita teve uma ideia: “já que a nuvenzinha em cima da minha cabeça é alegre e cintilante, vou pegar uma parte da nuvenzinha feia da minha mãe pra mim!”. E assim ela fez.

Chiquita cresceu e virou uma adulta normal como todo mundo. Um dia, em meio a um turbilhão de problemas com doenças, dores, marido rude e chefe autoritário, ela se viu chorosa diante do espelho com um semblante triste e notou algo surpreendente: a nuvenzinha no topo de sua cabeça não era mais luminosa e resplandecente, estava sinistra e feia tal qual se recordava daquela que flutuava por sobre a cabeça de sua mãe na infância.

Num arroubo, correu para encontrar sua mãe e percebeu que a tal nuvenzinha dela continuava igual. Depois, ela saiu em disparada para ver sua filha. Olhou por sobre a cabecinha da pequena garota e viu uma nuvenzinha (que nunca havia reparado antes por cima dela): manchas sombrias começavam a tomar parte do fundo cintilante. Nesse exato instante ela entendeu tudo.

Hoje em dia, muitos notam a espetacular mudança de semblante de Chiquita: mais alegre e jovial. Quando perguntada qual é o “segredo”, ela costuma responder de um jeito muito estranho: ”todos os dias eu me olho no espelho e tento tirar um pequeno pedacinho obscuro de uma nuvenzinha que existe sobre a minha cabeça. Quando consigo, passa a resplandecer uma parte cintilante que estava escondida.”

Inserida por drleonardolourenco

Oração ao ser que reluz
Que a luz divina que eu recebeu ao nascer, reluza sobre mim intensamente, eu creio e peço neste instante, Deus, reluza a tua luz na vida, deste ser que sou eu tua filha!.

Inserida por ZenildamdaConceiao

⁠"Poucas coisas você pode controlar durante a gestação e o parto, mas é você o responsável por aquilo que coloca em sua mente. Seu corpo gera aquilo que sua boca reproduz e sua mente registra, diante dessas escolhas que é você quem tem o controle"

Inserida por cacauprado

⁠"Não existem atalhos seguros para engravidar, para a gestação, o parto ou a parentalidade.
É preciso confiar no seu processo, gestar por 9 meses, enfrentar o parto que cada mulher precisa viver e aprender que são os filhos que nos ensinarão a criá-los diariamente. "

Inserida por cacauprado

aniversário Amanda.

minha estrela ,há exatamente nessa data á alguns anos atrás, houve uma conspiração entre os astros e cometas e decidiram delicadamente te jogar da via láctea eu fui a escolhida pra recebe-la...e eu a vi brincar entre os asteróides ,implicar com planeta marte e rolar dentro dos aneis de saturno....mas o tempo e o espaço são relativos ,e logo sua estrela começou a ter brilho próprio que você dividia com as amiguinhas que ainda esperavam para conhecer o planeta terra,imenso mas cheio de astros que geram raios e trovões, mas você é uma estrela forte ,você nunca quis brilhar sozinha prefere dividir seu brilho,por isso tem tanto carisma,por isso você compartilha seu brilho com seus amigos, mesmo que sempre quebre uma ponta da sua estrela você nunca desiste..e hoje a vejo construir seu próprio universo, se antes você brincava entre eles ,hoje você aprende com ele.que o universo sempre conspire ao seu favor e aos que os cercam. um dia você receberá sua própria estrela e como eu amará e a protegerá de qualque buraco negro.da sua vigilante universal eu sua mãe que te ama além do infinito...

Inserida por aluisia