Amo minha Igreja
Entretenimento é vida
Curta seu carnaval na igreja, na folia, na praia, em casa, em qualquer lugar.
Divirta-se do seu jeito!
Entretenimento é saúde mental.
"Antes do Avivamento de Atos 2.
A Igreja ficou um período de portas fechadas, em oração e lágrimas.
Os primeiros a se ajoelharem foram os Obreiros e todos os líderes do Altar."
Quarta-Feira de Cinzas
Na quarta-feira de cinzas, a Igreja abre o tempo especial chamado Quaresma. A Quaresma não é o tempo de tristeza ou solidão, mas sim do próprio amadurecimento espiritual.
São quarenta dias de reflexão, onde você se autoexamina, um replay de todo seu passado, tudo o que fez e o que deixou de fazer, sejam elas escolhas certas ou até muitas das vezes erradas, e isso nada mais é que a conversão para tomar a mais profunda consciência do que é ser um cristão.
E essa data nada mais é que uma lembrança de que todos os nossos pecados foram consumados na cruz, pago por Jesus e esse dia é símbolo do dever da mudança de vida, para recordar a passageira fragilidade da vida humana, que nos sujeita à morte.
O ser humano precisa de momentos fortes para aprofundar suas opções de vida, necessita avaliar a sua caminhada à luz da Palavra de Deus e da oração.
1 Coríntios 27 a 29
27- Por esse motivo, quem comer do pão ou beber do cálice do Senhor indignamente será culpado de pecar contra o corpo e o sangue do Senhor.
28- Examine, pois, cada um a si próprio, e dessa maneira coma do pão e beba do cálice.
29- Pois quem come e bebe sem ter consciência do corpo do Senhor, come e bebe para sua própria condenação.
Assim como Jesus se sacrificou na cruz, aquele que crê também pode fazer um sacrifício, deixando de lado por 40 dias algo que gosta, ou algo que mais se identificar. Neste caso, com a igreja, é colocado como prioridade a carne.
Mas independentemente da religião ou crença, eu tomei a liberdade de escrever pela data hoje, uma das mais respeitadas entre os católicos e outras mais denominações. Vamos deixar de lado o egoísmo, inveja, ódio, rancor, mágoa e outras mais, pois todos nós somos iguais.
Não se esqueça que Jesus te ama: "Tu és pó e ao pó vais voltar".
Deus abençoe a todos!
Uma igreja sem o fogo do Espírito é como um altar sem o sacrifício aceitável.
Sermons on Various Subjects, Sermão XI, p. 230.
Aquele maltrapilho na porta da igreja não foi por Deus abandonado. Ele apenas o confiou a você. Como o tem tratado?
Corrupta não é apenas a política que compra o silêncio da Igreja. É também a fé que se cala de graça quando o político certo está no poder. Tem cristão que não precisa receber dinheiro para vender seus princípios. Basta colocar seu candidato no poder e sua consciência já aceita o pagamento.
A CASA DO CAMINHO E O NASCIMENTO DA PRIMEIRA IGREJA EM JERUSALÉM.
Entre os anos 34 e 35 da era cristã, logo após a ascensão de Jesus Cristo aos planos superiores, delineia-se um dos momentos mais decisivos da história espiritual da humanidade. Não se trata apenas de um episódio histórico, mas de uma transição ontológica profunda, na qual o ensino direto do Mestre cede lugar à responsabilidade viva dos discípulos. Nesse intervalo singular, emerge a chamada Casa do Caminho, núcleo inaugural da primeira igreja em Jerusalém, constituindo-se como expressão concreta e operante da Boa Nova.
Os quarenta dias posteriores à crucificação possuem densidade espiritual ímpar. Nesse período, o Cristo ressurgido não apenas consola os corações aflitos, mas realiza uma obra de reorganização psíquica e moral em seus seguidores. Suas manifestações assumem caráter pedagógico, fortalecendo a fé, dissipando o temor e preparando os discípulos para a autonomia espiritual. Sem essa intervenção metódica, o movimento nascente sucumbiria à dispersão, diante das pressões religiosas e políticas do contexto. Há, portanto, um cuidado estratégico e providencial na forma como o Cristo conduz a transição de sua presença física para a atuação invisível.
Após a despedida no Monte das Oliveiras, conforme descrito em Atos 1:11, os discípulos retornam a Jerusalém e se reúnem no cenáculo, tradicionalmente associado à última ceia. Ali se encontram Simão Pedro, João, Tiago, além de Maria e outros membros do círculo íntimo do Mestre. Esse agrupamento constitui o embrião de uma comunidade espiritual organizada, sustentada por vínculos de fé e compromisso moral.
É nesse ambiente que se configura a primeira manifestação da Casa do Caminho. Sob a coordenação inicial de Pedro, o grupo estabelece encontros regulares marcados por oração, cânticos, leitura das Escrituras e rememoração sistemática dos ensinamentos do Cristo. Surge, então, a fraternidade conhecida como “os do caminho”, expressão anterior à designação “cristãos”, adotada posteriormente em Antioquia.
A Casa do Caminho não se restringia a um espaço físico. Era uma instituição dinâmica, integral e profundamente funcional. Operava como escola espiritual, posto de socorro, abrigo, oficina e núcleo de culto. Ali se exercia a caridade concreta, com partilha de alimentos, vestimentas e cuidados aos enfermos, além da manifestação de dons espirituais. Essas ações, porém, não eram fins isolados, mas instrumentos pedagógicos para a transformação moral. O auxílio material tornava-se via de acesso ao despertar da consciência.
Tal metodologia revela compreensão avançada da psicologia humana. O socorro imediato criava abertura para a assimilação dos valores espirituais. A caridade não era apenas virtude, mas método de elevação gradual do ser.
À medida que a reputação da Casa do Caminho se expandia, crescia o número de adeptos. O ambiente moralmente elevado atraía tanto necessitados quanto buscadores de sentido existencial. Consolida-se, assim, a primeira igreja de Jerusalém, não como instituição dogmática, mas como organismo vivo de fraternidade.
Essa realidade é descrita na obra Paulo e Estêvão, onde se observa o intenso movimento de assistência e a organização progressiva da comunidade cristã primitiva.
No que se refere à liderança, embora Pedro exercesse a coordenação prática, registros indicam Tiago, o Justo como dirigente formal da igreja em Jerusalém, conforme relatos preservados na História Eclesiástica. A liderança apresentava caráter colegiado, sendo Pedro, Tiago e João reconhecidos como “colunas” da comunidade, segundo Gálatas 2:9.
Outro marco decisivo é o Pentecostes, descrito em Atos 2, interpretado sob a ótica espiritual como manifestação mediúnica coletiva, evidenciando a continuidade da orientação do Cristo por vias invisíveis.
A Casa do Caminho, portanto, não foi apenas o primeiro templo cristão, mas o paradigma da vivência evangélica autêntica. Sua essência residia na integração entre fé, trabalho e caridade, sem formalismos excessivos, mas com profunda substância moral.
Ao revisitarmos esse período, compreendemos que o Cristianismo nasceu como experiência vivida de fraternidade. Antes de qualquer formulação teológica, havia a prática concreta do amor.
E é nesse retorno às origens que surge uma exigência silenciosa e inevitável. Não basta a identificação nominal com o Cristo. Torna-se necessário reconstruir, no íntimo e nas ações, a mesma Casa do Caminho, pois somente aquele que transforma a caridade em prática constante e o Evangelho em conduta efetiva torna-se legítimo continuador da obra iniciada em Jerusalém.
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Por me sentir tão indigno, eu me sinto tão bem com pessoas na igreja indigna, porque na verdade eu sou uma delas🤭
Na igreja de Cristo, grande não é quem aparece, mas quem ama.
Maior não é quem fala mais alto, mas quem perdoa mais profundo.
No Reino, o trono é do Cordeiro que se entregou por amor.
Na igreja de Cristo não mede-se grandeza,
por títulos, púlpitos ou posição na mesa.
O céu não aplaude vaidade vazia,
mas o coração que ama em plena harmonia.
A mesa do Senhor é inclusiva: lugar de graça, convite, comunhão e esperança.
A Igreja reflete essa mesa, acolhendo e não afastando, curando e não ferindo, porque o pão é Cristo, e Cristo se deu por todos.
