Amo minha Igreja

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Uns batizam para entrar na igreja e outros para entrar nos Céus.

Sem propósitos, sem ministérios e sem líderes capacitados a igreja é apenas um encontro social, onde ninguém deixa legado e não se importa com quem sair.

"Então, eu disse à Fofoqueira da Igreja aqui do bairro: 'Uma das razões de eu ser rico (como a Senhora diz que sou) é porque Deus permite, uai. A Senhora, que vive falando em Deus e não suporta ricos (nem os honestos), digite assim: 'Deus não me escolheu, Buáaa!' E vá chorar pra lá, bem pra lá!"
0850 | Criado por Mim | Em 2016

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"A moça abomina imagens (da Igreja Católica) sem mesmo saber a razão. Ela só repete o que faz a mãe, que 'aprendeu' com a avó e esta 'aprendeu' com a bisavó. Rejeita imagens, mas ostenta, exibe e se encanta com fotos de Familia, com Esculturas de Anão no jardim, com Tornozeleira de Ouro e com outros símbolos (ou penduricalhos)!"
Texto Meu 0891, Criado em 2018

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"Expliquei à Tia da igreja: Eu não me apego a coisas materiais... Se essas coisas materiais forem de baixa qualidade."
Texto Meu No.1003, Criado em 2021


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A igreja não salva, mas é o lugar onde os salvos se reúnem. ⛪🙏

Não aceite, de maneira nenhuma, a crítica contra o sagrado: Deus, Israel, a Igreja, a Bíblia e o Templo; porém, aceite veementemente a crítica contra o pecado. 🔥
— Salmos 69:9

A igreja perseverava:


• 📖 Doutrina dos apóstolos — fundamento da fé em Jesus Cristo.
• 🤝 Comunhão — vida compartilhada em amor santo.
• 🍞 Partir do pão — comunhão e caridade cristã.
• 🙏 Orações — busca diária por Deus.


📖 Atos 2:42

A sabedoria vem da comunidade: Deus, família, igreja, escola e empresa. 🤝

Que a alta do café não vire pretexto para torrarmos a paciência dos outros!
Amém igreja?

O encardido está decorando o salão nas profundezas para celebrar as bodas da Igreja com o Estado.


Não será festa de amor, mas banquete de conveniências.


O altar se mistura ao palanque, e os votos são jurados não diante de Deus, mas diante do poder.


As taças não transbordam de vinho, mas de vaidade.


O coro não entoa cânticos de fé, mas hinos de domínio.


Os convidados não são santos, mas cúmplices.


E enquanto a celebração se desenrola nos porões da alma coletiva, o povo, aturdido, dança sem notar que a festa é de luto.


Porque toda vez que a Igreja se deita com o Estado, quem sai órfã é a Verdade.

⁠Um trisal tão nefasto entre a Igreja, o Estado e seu Braço Armado só poderia parir tamanha aberração.


Não há sutileza nessa união — ela sempre carrega consigo os germes do abuso e da manipulação.


Quando a fé se deita com a política, e ambos convidam o braço armado para o mesmo leito, o resultado buscado nunca é comunhão, mas o controle da nação.


A Igreja, que deveria consolar, torna-se cúmplice do silenciamento.


O Estado, que deveria servir, converte-se em senhor.


E o braço armado — que deveria nos proteger — se vê no direito de intimidar.


É nesse pacto que o sagrado se prostitui, o político se corrompe e a violência se legitima.


Não é difícil reconhecer os frutos dessa aberração: consciências domesticadas em nome da obediência, corpos disciplinados pelo medo e uma sociedade moldada não pelo diálogo, mas pela imposição.


O trisal nefasto não gera filhos livres, mas servos disfarçados de cidadãos.


E talvez o maior desafio não seja tão somente apontar os riscos sem precedentes dessa união, mas perceber como, vez ou outra, ela continua a ser desejada por aqueles que temem mais a liberdade do que as medonhas grades invisíveis da prisão.

⁠Sempre que a igreja se deitar com o Estado e seu braço armado, há que se esperar qualquer coisa, inclusive o trisal parir uma aberração.

⁠Se um terço dos cristãos pregasse mais Cristo que igreja, o caminho para a volta d'Ele certamente já estaria preparado.


Talvez, se assim fosse, o mundo reconhecesse com mais facilidade os sinais do Reino que já está entre nós.


Porque a Igreja, quando fiel à sua missão, não é fim — é caminho.


Não é vitrine — é serviço.


E nem é trono — é cruz.


O problema nunca foi a Igreja enquanto Corpo vivo, mas o risco constante de transformá-la em discurso, identidade social ou instrumento de pertencimento, quando sua razão de existir é apontar para Cristo.


Cristo não fundou uma instituição para ser adorada; fundou um povo para amar.


Não chamou seguidores para defender muros, mas para lavar pés.


Nem pediu marketing de fé, pediu testemunho.


E o testemunho mais eloquente continua sendo uma vida que se parece com a d’Ele.


Quando pregamos mais a Igreja do que Cristo, corremos o risco de anunciar um endereço e esquecer o Caminho.


Mas quando pregamos Cristo, a Igreja se cumpre: torna-se sinal, ponte, casa aberta — nunca obstáculo.


Preparar o caminho para a Sua volta não é fazer mais barulho religioso, mas produzir mais frutos do Espírito.


É menos disputa por razão e mais entrega por amor.


Menos bandeiras e mais cruz.


Muito menos autopreservação e mais conversão diária.


Talvez o mundo não esteja cansado de Cristo…


Mas talvez esteja apenas cansado de não vê-Lo refletido com clareza, sobretudo pelos evangelizadores mais preocupados em apontar o caminho da igreja do que d'Ele.

Um dos pontos comuns na Igreja é o complexo de incapacidade perante um Deus totalmente santo e perfeito. A tendência é termos uma auto-projeção de que não somos capazes de continuar nossa jornada em um caminho que agrada a Deus, com isso pecamos e tentamos nos justificar em frases como: “Não consigo, não sou capaz, sou sujo demais” . Como Igreja temos que nos projetar como Deus nos projeta, temos que parar de limitar nossas próprias forças e reconhecer nossa imagem e capacidade por meio D’ele. Não estou fazendo apologia à “auto-canonização” ou dizendo que temos que ser ou parecer “Santarroões” demais, não é uma questão de propaganda, temos que ter consciência que somos à Igreja que o Senhor escolheu, e Ele nos capacitou a preço do próprio sangue. Deus não exige nossa perfeição, Ele exige nossa santidade.

Inserida por tiagobelinha

A RCC é o novo Lutero, mas faz a renovação da Igreja sem reparti-la

Inserida por JOAOPEDROMOURA

Igreja amante ou Igreja noiva? Qual tipo de Igreja temos sido?
A amante é egoísta e busca seu próprio prazer. Foge dos compromissos, vive em função do ego, viola os princípios do outro em busca da satisfação pessoal. Ela quer te usar, te fazer mais um. Não quer criar expectativas. Não quer amar, tão pouco ser amada.
A noiva vive em busca de uma união inseparável. O prazer dela é o prazer do noivo. Vive em função dele e nada pode tirar sua vontade de tê-lo. Deseja desesperadamente o dia em que o noivo colocará o anel em seu dedo e dirá:
-Enfim, eu sou teu e tu és minha.

Inserida por tiagobelinha

Minhas maiores experiencias com Deus nao foi no altar da igreja e sim do meu quarto so eu e Deus.

Inserida por Danielcl

Libertação para todo o corpo que se chama Igreja! Existem frutos podres e azedos que são produzidos em um corpo convertido em partes. Os nossos lábios precisam de confissão e conversão. Os nossos olhos adulteram e contaminam nossa alma. Nossos pés se apressam para fazer o que é mal. Nossas mãos tocam o que é impuro e se contaminam com sangue inocente. Estes frutos são a evidência de um corpo deficiente que precisa ser curado por completo urgentemente!

Inserida por tiagobelinha

Toda igreja física não é igreja..

Inserida por CONDIOLOV