Amo minha Igreja

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Se a igreja é uma benção deixe então que a benção tome conta da igreja; isto é, que ninguém impeça os dons do Espírito de agirem sobre ela.

Se ministérios espirituais podem ajudar no crescimento e na edificação da igreja, fale com com sua liderança para pôr em prática os dons do Espírito Santo.

Imitem o altruísmo de Jesus e convidem que outros ocupem o lugar de honra dentro da igreja: dons não podem ser ignorados e esquecidos para que ela cresça.

Os dons extraordinários, dados por Deus, devem edificar a igreja toda para o crescimento de seus ministérios.

Conceitos errôneos da liderança da igreja podem ser corrigidos, não necessariamente pelos líderes, senão pelos membros que adotam a sabedoria e o poder da Palavra de Deus.

A igreja de Cristo deve ser vista, amada e reconhecida por toda a sociedade em que vive, e não oculta por causa de membros envergonhados de suas ações, palavras e pensamentos.

Se a igreja se esfriar por dentro, o Diabo vem com o seu maçarico para esquentá-la do lado de fora.

Quando a liderança presume saber o que é melhor para a igreja, acaba negligenciando o exemplo de Jesus, que ensinou a liderar pela fé e pela dependência de Deus.

Existe uma diferença enorme entre uma igreja transformada
e uma igreja frequentada: a primeira opera pela fé na Palavra de Deus e a segunda, aguarda a sua transformação, buscando o mundo.

No tabernáculo a santificação do povo era anual;
na vida da igreja ela é diária.

A santificação do Senhor qualifica a igreja para fazer boas obras.

A igreja que deseja ministérios sadios evita a exaltação de ovelhas privilegiadas.

O mundo caminha pelo lado da tentação; a igreja, pelo lado da santificação.

Que a igreja seja você,
ainda que tenha uma religião,
quem te leva a DEUS,
é apenas Cristo o Rei da Salvação!

A igreja que deveria ser um hospital para a alma, virou um balcão de negócios para o bolso dos pastores.

O próprio narcisista faz da igreja o seu espelho e do púlpito o seu trono.

Entrei na igreja hoje com o sapato furado e a dignidade remendada. Sentei no último banco, aquele onde o verniz da madeira está gasto, bem longe dos olhos de quem dita as regras do céu com base no saldo bancário. O culto começou, as vozes se ergueram em uníssono, mas o meu estômago gritava mais alto que o coral.Olhei para os lados. Vi ternos alinhados, perfumes caros que sufocavam a simplicidade do Evangelho e sorrisos moldados pela conveniência. Antes de a palavra começar, caminhei até o gazofilácio. Tirei do bolso as últimas moedas que guardava, o dinheiro que faria falta para o pão de amanhã, e paguei o dízimo. Entreguei com o coração sincero, acreditando que a fidelidade na escassez moveria o céu e abriria as janelas da alma daquela comunidade.Quando a pregação terminou, engoli o orgulho que ainda me restava e procurei a liderança. Falei sobre a dispensa vazia, o choro do meu filho antes de dormir sem janta e o fantasma do despejo que bate à minha porta todas as manhãs. Lembrei, com humildade, que mesmo no meu deserto eu acabara de consagrar o meu dízimo.A resposta? Não foi um abraço, nem um quilo de arroz. Foi um olhar de cima para baixo, carregado de um julgamento disfarçado de jargão religioso. Ouvir que "falta fé", que "o dízimo não é barganha" ou que "deve haver algum pecado oculto gerando essa escassez" dói mais do que a própria fome. É cruel como a caridade virou moeda de troca e o teto espiritual se tornou um clube de campo para os economicamente favorecidos. Fui medido pelo tecido da minha roupa, e não pelo peso da minha cruz. Saí de lá menor do que entrei, sentindo-me um leproso espiritual em meio aos puros. O meu sacrifício financeiro foi aceito pela caixa da igreja, mas a minha existência foi rejeitada pelo coração dos irmãos.No caminho de volta, chorando sob a luz fraca dos postes da avenida, precisei parar. As lágrimas borravam a estrada, mas clareavam minha alma. Percebi que o teto de gesso daquele templo bloqueava a visão do verdadeiro Deus.Foi aí que o milagre aconteceu, longe dos altares luxuosos. Um senhor humilde, que catava recicláveis na calçada, notou meu desespero. Sem me conhecer, sem perguntar qual era a minha doutrina, ele parou sua carroça, tirou um pedaço de pão embrulhado de sua sacola e me estendeu. "Come, irmão, o caminho é longo", disse ele com olhos que transbordavam uma bondade genuína.Naquele instante, desabei. Chorei não mais de tristeza, mas de revelação. O Criador não habita no ego dos banquetes seletos; Ele estava ali, dividindo as migalhas na sarjeta. A compaixão que a comunidade me negou por causa da minha condição social sobrou no coração de quem nada tinha. Voltei para casa sem o dinheiro do aluguel, mas com o peito aquecido por uma certeza inabalável: a providência divina se manifesta na empatia pura, não na soberba religiosa.A Grande Lição da VidaA religiosidade humana costuma aplaudir o dízimo da fartura e ignorar a dor da miséria, mas a espiritualidade real faz o caminho inverso. O valor de uma entrega nunca esteve no montante depositado no altar, mas no tamanho do sacrifício feito em segredo. Quem usa o nome de Deus para medir o sofrimento alheio através da condição social transforma a fé em um muro de exclusão. A maior riqueza que podemos acumular não cabe em contas bancárias e não se veste com ternos caros; ela se resume ao pão repartido na calçada e à mão estendida sem julgamentos. No fim de tudo, seremos lembrados pela misericórdia que praticamos, e não pela arrogância com que apontamos os erros do nosso irmão.

Mulher, a tua cruz não foi desenhada para ser o teu caixão; se a igreja que deveria te proteger a manda calar enquanto você sangra em segredo dentro de casa, lembra que o Deus verdadeiro não habita em paredes que encobrem abusadores, e a tua vida vale infinitamente mais do que o julgamento de quem assiste o teu fim de braços cruzados.

“Algumas pessoas mudam de emprego, de cônjuge, de amigos, de igreja, mas nunca pensam em mudar suas atitudes, decisões ou a si mesmas."

A calculadora pode relatar ao vivo o número de lideres na igreja que, durante duas décadas ou mais, quantos membros se mperderam com dons por falta de treinamento para ocuparem ministérios.