Amo essa minha Vida Louca
Se você me chamasse e pedisse para voltar,
talvez o amor diria que sim.
Mas a minha mente não acredita mais em você,
Mesmo se algum dia você dissesse a verdade,
Porque eu não a reconheço dos seus lábios.
Hoje eu consigo sorrir novamente.
Não sinto mais o seu toque em minha pele, seu perfume desapareceu das minhas roupas. Raramente me lembro das noiter em que a ausência do seu corpo no meu me fazia chorar. Quando percebi que você não era um pedaço meu, escolhi não me afundar. Se eu conseguiria viver só com um rim e o fígado regenera, por quê eu não sobreviveria sem você?
ACHACADO DE AMOR
Quisera eu, possuir uma poesia com encanto
Pra carrear minha poética pra onde tu estejas
Adornado de carinho e de surpresas no canto
Só pra celebrar o quão o meu amor te desejas
É poética cheia de sentimento, sede de estar
Portanto saiba, que me tomou por completo
O coração. Eu só tenho vontade de te beijar
E na ternura, querer-te ao lado do meu afeto
Na prosa não mais sei ser um bardo sedutor
Pois, cada verso nos versos só quer lhe falar
Do que sente por não te ter ao lado no amor
Bem sabes, cada penitência, aflita remissão
O querer que brada, e sobrevive a te esperar
Tão achacado de amor, e de saudosa paixão...
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
28/09/2021, 15’53” – Araguari, MG
Quando descubro o real sentido da MINHA EXISTÊNCIA, sei quem eu SOU e aprendo a me RELACIONAR comigo mesmo e com os outros fazendo a gestão das emoções me torno pleno e feliz.
A MINHA DOR
O que é isto que rasga meu soneto em sofrência
E de onde está poética que sussurra em alta voz
Versos frios, que tortura, dum amor na ausência
Que me devora por inteiro, num sentimento atroz
Triste sensação, desilusão em riste, rima triste
Há um tormento no peito que sufoca e agiganta
Tudo tão cinza, e uma prosa penosa que insiste
Numa dolorosa poesia que resiste e desencanta
Aonde estão as trovas tão cantadas com alegria
Aquela doce poesia, não o silêncio que me resta
A solidão, pensamento amargo e a paixão vazia
Cadê os versos, aqueles com ventura ao dispor
Com estória e histórias não essas que molesta
Pois cá neste versar penalizado só a minha dor...
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
29 setembro, 2021, 14’25” – Araguari, MG
Ame sua esposa! Seja ela como for ou onde for....A MINHA É COMO MINHA MÃE, amiga e companheira
Te amo minha esposa!
Como todos sabem, este último ano foi difícil. Minha família e eu somos gratos por todo o apoio que tivemos. Mas é hora de olhar adiante.
Demorei tanto tempo pra te encontrar Ê como se fosse minha parte que faltava,a agitação pro meu sossego, quando te abraço meu corpo parece se unir ao seu , olhando pro seu rosto fico pensando sempre em dizer o quanto amo você ,
Minha mente é depravada...
Meu corpo é devasso, meus desejos são intensos...
Minha fome é insaciável.
Noites quentes pedem banhos frios, as vezes de língua.
LUTO
Minha poesia fez-se pesar dum amor ido
Uma dor no sepulcro onde saudade sente
Lembrada, suspirada, sentimento sofrido
Evocado da recordação, mas tão presente
Oh, versar, porque és tu, tão imperador?
Minha prosa vive a sonhar nos desvarios
Dos beijos, dos carinhos do amado amor
Num desejo de inteirar os versos vazios
Estouvada poética, carente de venturas
Não vês que o meu estrago é tão duro
Rasga o coração, e farto de amarguras
Cá fico a olhar e imaginar um atributo
Para então versar a este amor tão puro
Mas, o verso se traja de nostálgico luto!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
30 setembro, 2021, 11’08” – Araguari, MG
juros prós cês.....que quando vi minha MÃE LÁ FORA, VI CRISTO ATRÁS DELA... dizendo: CALMA FILHO NÃO DESISTIMOS DE VOCÊ E NUNCA VAMOS, minha MÃE CHORANDO é pesado dói cara dói.
Respeite todos! AME A DEUS E SEJA UM BOM FILHO NA TERRA.
Daqui da minha janela me despeço de setembro. E curiosamente busco os prenúncios de outubro. Que venha logo o mês das folhas bailantes, dos seres pensantes, e da escrita, amantes.
Já não existem mais pontos.
Hoje,
Descobri minha alma...
E percebi que nela a inspiração se machucou...
Vejo também que existem mais pontos cobertos.
Pelo tempo ,se destruíram por várias situações.
Uma delas,
Um vento impiedoso que veio e marcou sua passagem agravadando minha existência.
Conduções vazias,ônibus sem condutores que me trouxeram muitas dores...
Busco emergências acompanhadas de urgências para me darem uma resposta coerente e as não encontro...
Ja passei por riscos salientes.
Dei tanta assistência poética imediata para quem tanto amei e fui derrubado com flechas super afiadas...
Fiz tantos versos de amor e ao léu com as folhas secas de decomporam..
Cruel etapa,
Fase periódica assídua e insana...
Feita como nó cego de gravata que degola,
e mata...
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa...
Névoas ofuscam a minha visão, e o descortinar de um novo horizonte se mostra tímido e distante. Todavia, prossigo.
Eu não preciso mostrar para ninguém a beleza da minha mulher, porque sei o que me completa nela e me faz feliz.
Ricardo Baeta.
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