Amo a Natureza
Deus criou a natureza para nos dar o sustento necessário. Se destruirmos essa fonte de riqueza, estaremos destruindo a nós mesmos.
Como é possível o Ser humano fazer escolhas dos quais vão contra a sua própria natureza?
Será que o néctar do “AMAR” não é suficientemente forte o bastante para contaminar com o que é mais nobre o coração de seu próximo?
Será que nossa opção de evolução não estaria intimamente ligada a essência da pureza do nosso ser?
Perguntas dos quais as respostas se encontram aonde ainda não buscamos... “em nós mesmo”.
Filho da natureza
Oh filho da árvore, que da terra veio !
Com tanta simplicidade, quase não sofre anseio
Regozijai cada vez que observa a natureza
E nunca vive pra colecionar riquezas
Oh filho da terra, cujas raízes estão plantadas no chão
Nesse mundo de guerra, suas folhas amarelas estão
Elevando-se sempre na disciplina e na plenitude
Cujo galhos tão grandes mostram tamanha atitude
Oh filho do céu, qual foi seu erro por voar tão alto ?
Prometido é o réu cujo berço é só por dar salto
sem parar com os pés no chão, observa tudo de cima
aponta sempre o dedo, porque com sua mão ele ensina.
O som dá vida ao mundo, ouvir a natureza te faz sentir vivo, as músicas nos inspiram, mas ouvir a sua voz.... a sua voz... me fascina!
A sua voz me faz sair de mim e viajar onde você está! Me deixa extasiado, inspirado, vivo!
Creio que as verdades religiosas são aprendidas pela fé e por ela respeitamos a natureza divina. Creio para entender a verdade, mas sempre usando a razão para que a minha fé não seja cega. A fé tem que gerar frutos, portanto não podemos fazer acepção de pessoas. Se procurarmos entender Deus, com certeza vamos entender ao próximo e usaremos de racionalidade para trazer todos os que alcançarmos com o conhecimento da verdade.
As pessoas só vão dar valor a natureza, quando uma garrafa de água custar 100 reais, e quando precisarmos comprar oxigênio para respirar!
A vontade, fortalecida pela fé,
pode subjugar a própria necessidade,
comandar a natureza e operar milagres.
Deixamos de ser igreja para sermos casa de marimbondos. Nossos ferrões revelam nossa natureza. Se ao menos fôssemos abelhas... mas não há mel, somente ferroadas.
Observando a Natureza em si, fico a indagar sobre a origem disso tudo... fauna, flora, organismos macroscópicos e microscópicos, ou seja, a existência como um todo. O ser supremo, se existir, que rege tudo isso é realmente aquele que é apresentado aos humanos desde os primórdios de suas respectivas vidas? Uma pergunta que não quer calar, mas instiga a pensar. O mistério paira tanto sobre o que veem quanto pelo o que se quer ver. Longe, mas perto deste foco e dentro deste mundo, a Natureza em que vivemos é, dia após dia, substituída pela Natureza do homem, que tende a levá-lo ao fundo de um poço que ele mesmo fez. E então, esquece a essência do que é visto de forma superficial em sua maioria hominídea, mantendo a curiosidade pelo desconhecido obscura e destroçando aquilo que ainda o mantém em uma faceta da realidade.
Nunca coloque a sua felicidade em algo exterior, é da natureza do universo tirá-la de você, só pra que descubras que a verdadeira felicidade está dentro de você mesmo
A CRIAÇÃO DA MULHER
A NATUREZA, AO ACORDAR UM DIA,
BEM CEDO AINDA, OLHOU PELA JANELA,
E TEVE A IDÉIA DE FAZER POESIA
SOBRE AS BELEZAS TODAS QUE SÃO DELA.
OLHANDO ROSAS, CRAVOS, MARGARIDAS,
EMOCIONOU-SE TANTO QUE CHOROU...
E DEUS, ENTÃO, DAS LÁGRIMAS CAÍDAS,
FEZ O ORVALHO E A PRESENTEOU.
LISONJEADA E GRATA AO CRIADOR,
QUE DELA PRÓPRIA FEZ SUA OBRA-PRIMA,
INCANDESCEU-SE ELA E DESSE ARDOR
BROTARAM CADA VERSO E CADA RIMA.
CHEGADA A NOITE, A ESTROFE DERRADEIRA
SE FEZ DE MAR, DE LUA E DE ESTRELA;
NO POEMA ESTAVA A NATUREZA INTEIRA;
BASTAVA OLHAR ALI, ENTÃO, PRA VÊ-LA.
MAS, POR LEMBRAR QUE SE TORNARA O MUNDO
INÓSPITO À POESIA, ERA MISTER
DISSIMULÁ-LA, E EM MENOS DE UM SEGUNDO
O POEMA TRANSFORMOU-SE...EM MULHER!
Poema que, numa troca de cumprimentos de passagem de ano, fiz para uma amiga – Claudia Basílio – a quem considero co-autora, porque dela são todas as rimas, tendo a mim cabido apenas descobrir onde estava o poema dissimulado...
Autoria registrada
joelprado@columbiamarcas.com.br
A natureza pede socorro. Um dia seremos nós a pedir clemência. A natureza somos nós, e, destruindo-a, somos nós os destruídos.
