Amigos Nao Precisa ser do Mesmo Sangue

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⁠Os móvitos golpistas podem ser grandes em massa, mas não representa a população como a urna representa: a urna representa os pobres, os trabalhadores. Se fosse uma urna, seria uma urna grávida, viesada: seria uma oligarquia misturado com um governo militar. Geralmente, são pessoas brancas, de idade mais avançada, e de poder aquisitivo. Ouvir esse pessoal seria realmente um golpe: um golpe da elite do atraso no brasil do futuro.

Inserida por JorgeGuerraPires

⁠A ajuda aos que são necessitados deve ser uma decisão pessoal, vinda da bondade do coração, e não uma obrigação imposta por governos ou empresas, e só tem valor verdadeiro quando vem da bondade, e não por interesse.
PS: Quando é imposta, é a semente da corrupção!

⁠Teoria da conspiração e teoria científica possuem as mesmas origens, e podem ser facilmente confundidas. Somente pessoas treinadas conseguem separar de forma eficiente pseudociência da ciência.

Inserida por JorgeGuerraPires

⁠O quão suja eu consigo ser sem me sentir culpada?
Questão sem resposta, sem estimativa...
Talvez eu só sinta culpa se eu for pega... Talvez eu invente uma desculpa, e aprendi que isso eu tiro de letra.
As vezes o meu ego é maior do que eu, aprendi que eu gosto de ser notada, mas de ser notada pelo que eu sou em meu íntimo, onde raramente alguém acessa meus piores pensamentos, meu vício na adrenalina, minha tendência a ser sempre pior do que posso, mesmo sabendo que existem consequências.
Incrível é a mente do ser humano, como conseguimos alimentar o ego e satisfazer a alma de formas tão tentadoras e perigosas, pelo simples fato de só querer ultrapassar um limite, que em sã consciência nós não passaríamos.
Culpa dessa faísca incessante que por pouco não vira incêndio e queima quem eu não queria queimar... Por que eu já me queimei, já sei qual é a faísca e mesmo assim não me afasto do combustível....

Inserida por Coisasquenaodisse

⁠Autobiografia

EITO que ressoa no meu sangue
sangue do meu bisavô pinga de tua foice
foice da tua violação
ainda corta o grito de minha avó

LEITO de sangue negro
emudecido no espanto
clamor de tragédia não esquecida
crime não punido nem perdoado
queimam minhas entranhas

PEITO pesado ao peso da madrugada de chumbo
orvalho de fel amargo
orvalhando os passos de minha mãe
na oferta compulsória do seu peito

PLEITO perdido
nos desvãos de um mundo estrangeiro
libra… escudo… dólar… mil-réis
Franca adormecida às serenatas de meu pai
sob cujo céu minha esperança teceu
minha adolescência feneceu
e minha revolta cresceu

CONCEITO amadurecido e assumido
emancipado coração ao vento
não é o mesmo crescer lento
que ascende das raízes
ao fruto violento

PRECONCEITO esmagado no feito
destruído no conceito
eito ardente desfeito
ao leite do amor perfeito
sem pleito
eleito ao peito
da teimosa esperança
em que me deito

Abdias do Nascimento
Axés do sangue e da esperança (orikis). Rio de Janeiro: Achiamé, 1983.

Morte do Artista

Quando morre um homem,
a vida segue no sangue,
à sombra das gerações,
na memória que existe,
na existência suprimida,
no eco da lembrança que persiste.

Quando morre um artista,
seu corpo é palavra,
acorde metafísico,
sua ausência,
presença indomável.

E no silêncio do século
sua alma repousa
até que outra mão desperte o imponderável.

Sua obra vira fogo,
matéria inextinguível,
atravessa o tempo,
se faz eternidade.

⁠Cravemos os dentes
na carne um do outro,
em busca do sangue
de um amor já morto.


A fatalidade do acaso
fez do instinto o desejo
e a sobrevivência do querer:
sangrar para existir.


Cravemos os dentes
na boca um do outro,
em busca da saliva
de um beijo roto.

A Crueldade da Poesia


A poesia é uma fera que lambe o sangue que ela mesma faz jorrar.
Finge consolar, mas apenas prolonga o suplício.
Diz que salva — e salva mesmo —
mas do modo como um naufrágio salva o mar: afogando.
Ela exige do poeta o que o mundo não ousa pedir:
a própria carne transfigurada em verbo,
a memória queimada até virar luz,
a alegria ferida até soar como canto.
O poeta, escravo e cúmplice,
aprende a sofrer em métrica,
a chorar com ritmo,
a morrer devagar, para que o verso viva.
E quando a palavra enfim o liberta,
já é tarde:
a poesia partiu, deixando-o vazio,
com a alma exaurida e os ossos repletos de beleza.
Porque toda poesia é uma crueldade sagrada
e o poeta, o único animal que agradece
por sangrar com estilo.

A Crueldade da Poesia


A poesia me abriu o peito
e pediu meu sangue.
Quando a entreguei,
ela leu em silêncio, sorriu
e foi embora.


Fiquei ali,
com o coração pingando,
verbo amputado, sem sentido,
entendendo — tarde demais —
que a poesia não consola,
nem o poeta, nem a musa.
Poeta não é herói:
ela o consome,
o destrói.

SOU POETA DE UM LIVRO SÓ, E ESSE É ESCRITO EM TINTA SANGUE E SEU TITULO SE CHAMA DESTINO!

Almany Sol - 14/06/2012

Inserida por almanysol

Hoje

Desperto-me
como uma árvore seca,
cujo o limo do barro
- meu sangue –
torna-se sujeira
que as chuvas de janeiro
hão de lavar.
É o tempo dentro de mim
matando-me,
como fizeras tu
quando partistes
sem me avisar.
Ao tempo,
ao próprio, recorro
- socorro -
dê-me mais um tempo,
por quê?
...Não sei!
sofrer...Talvez.

Inserida por ZeReys

A gente se afasta e se desgasta
Mas tá no sangue ou debaixo da pele
E a gente se atrai e se distrai
Esquece o mundo e nada nos repele

Inserida por pensador

Hoje quero todo o vinho, hoje meu sangue derramado vai ter um novo sabor, é o mais velho, o mais saboroso, é o sangue dos imortais e esse é servido aos homens que perderam sua fé.

Inserida por UbervalBrujah

Depois do farto banquete
onde a carne, o sangue
e vinho são recíprocos,
tenho a tua língua
amarga como
sobremesa...
na despedida..,,

Inserida por EvandoCarmo

TUA MÃO

tua mão,
taça refratária
onde bebo o vinho
e o sangue
da tua imperfeição!

tua mão
poderia ser calma
doce e refrigério

tua mão
é suor e lágrima
angústia e medo
afeto e repúdio.

tua mão
é sonho e pesadelo
paz e desespero
poema improvável

tua mão
taça refratária
onde bebo o vinho
e o sangue
da tua imperfeição!

Evan do Carmo

Inserida por EvandoCarmo

⁠
AMIZADE

Vida além do sangue
Elo fraterno
Indivisível

Inserida por EvandoCarmo

O homem precisa do medo para ter a coragem.
Como enfrentar a vida a qual tememos a morte

Inserida por looukoo

Um dos segredos da felicidade é não se importar como a sociedade te vê.

⁠Não existe um sentimento mais sincero do que conseguir ser você mesmo, suportar ser de verdade, é poder acordar todos os dias no paraíso.

Inserida por F5

Quantas vezes sangue, velórios de amigos, pessoas que eu gostava, que poderiam estar aqui comigo ...