Amigos Nao Precisa ser do Mesmo Sangue
Eu não gosto de pássaros engaiolados, mesmo aqueles criados em cativeiros. O canto deles nunca me pareceu um canto alegre, mas cheio de tristeza e saudade do que lhes foi um dia arrancado.
A arte plastica e visual não é e nunca será uma plataforma para amadores. Mesmo os que vivem amando arte e lendo algo sobre o assunto, aconselho nos finais de semana ficarem fazendo seus quadrinhos bonitinhos e bem coloridinhos.
Acredito na plena capacidade renovadora da sociedade, mesmo que só diante da dor. Pois não há mudanças, em tempos felizes.
Comi a torta mesmo não gostando tanto de chocolate, estourei as bolas coloridas que estavam espalhadas pela casa, congelei o camarão, com o pão fiz torradas, peguei a champanhe francesa que comprei a credito e coloquei num despacho contra os egoísmos do mundo. E fui dormir, pois a aniversariante que marcou as oito, não apareceu e nem se justificou, pois esqueceu de nos, muito mais dela e de mim.
Distante da humildade não há a verdadeira amizade do mesmo modo generoso que distante do perdão não há o verdadeiro amor que a tudo transcende e completa, só ilusão.
Diante de qualquer grande sofrimento, se houver tempo pedimos perdão mesmo que não nos julguemos culpados. A dor de quem sofre, encobre os limites da humildade, da razão e da sanidade sendo assim cabe a quem se aproxima, por compaixão exercer uma dose bem maior de generosidade. Não existe certo ou errado e sim abandono, solidão e cumplicidade. Todos nos precisamos um dos outros, indivisivelmente, para que tenhamos a certeza que vale a pena, viver.
As pessoas querem falar, mesmo não sabendo do que falam. As pessoas querem discordar, mesmo não entendendo do que se trata. As pessoas querem criticar, mesmo não sabendo das justificativas para que alguém precisou fazer. Em suma, a maioria das pessoas por leviandade, opina pelo que não sabe e ignorantemente, acha que a sua falsa verdade é a única que existe.
A vida que se tem, é a vida que se faz ou não faz, pois mesmo ausente e calado, receberá as mesmas conseqüências.
Assim como dizem que o raio não cai duas vezes no mesmo lugar também digo que a oportunidade de prosperidade não passa duas vezes, igual e com a mesma intensidade e oportunidade na porta da vida de quem que seja. Sendo assim tem sempre mais chances quem pega a nova oportunidade primeiro.
Não sou de forma alguma simpatizante da industria da morte, em qualquer situação mesmo em casos de violência urbana que o poder de persuasão e negociação por parte do poder publico, enfraquece. Não sou a favor do aumento de beligerância por parte do poder publico em qualquer direção e muito menos ainda no chancelar da sociedade civil organizada em substituição do "mea-culpa" das inoperantes e descomprometidas politicas publicas sociais, educacionais e culturais. Assim como a falta de oportunidade de empregos e eficaz e edificante politica de apoio ao trabalho e ao trabalhador. A invisibilidade da população brasileira mais carente nos últimos anos cresce assustadoramente que sobrevive em guetos de três cômodos, um quarto para todos, uma pequenina cozinha e um banheiro, que de forma natural selvagem deságua em um desiquilíbrio existencial e em uma doença mental social grave de cada vez mais difícil solução. Contudo a industria da vida, tem e deve ser preservada a qualquer custo, mesmo longe dos investimentos macicos para a educação que foram suprimidos imoralmente, por uma ação imediatista pleiteada por todos aqueles poderosos quem tem pressa econômica e financeira dos investimentos do capital com mais dividendos e retornos rápidos. Diante disto, mais uma vez a arte e a cultura tornam se as plataformas cidadães mais eficazes e necessárias com toda uma linguagem mais fácil, dinâmica e direta de comunicação em massa e por conseguinte de respostas imediatas e resultados ligeiros. Sem mesmo contabilizar os valores dos altos lucros e milionários financeiros diante da industria cultural e do turismo em sintonia com as novas tecnologias digitais e a nossa inigualável diversidade cultural que avançando pelo alto valor moral, social, identitário e cidadão, irá diminuir em suma a criminalidade do dia a dia vivida de forma banal nas periferias das maiores cidades brasileiras, afastar a nefasta expressão da revolta de correção a serem erroneamente cumpridas e feitas pelas próprias mãos, eliminar a revanche destrutiva perante o precário publico que na maior parte das vezes encontra se em abandono e mesmo a mudança de posição por parte dos atores e agentes do fazer e diminuir a recalcada vitimização insurgente a ser explodida a qualquer tempo dos esquecidos. Sem esperar muito tempo indo um pouco mais alem será possível agraciar a população mais pobre com serviços, novas paisagens internas subliminares de amanhã melhor e mudanças de hábitos com o melhor a ser oferecido com a coisa publica de um modo amplo e geral que passará a ser contemplado irrestritamente, inevitavelmente e orgulhosamente de todos e para todos e enfim diminuir culturalmente os achares enraizado do recém-passado equivocado de que o que é publico não é de ninguém, não serve, não presta e são, deles. Assim poderemos caminhar, zelar e frutificar por que será, de todos.
O grande problema da idiotice digital contemporânea é que tudo que ouve, mesmo não sabendo nada sobre o assunto, julga merecer retoques, deflagrando idiotas e insensatas burrices.
Na arte da guerra implica que o verdadeiro guerreiro não esteja lutando consigo mesmo. Na arte da paz implica que o verdadeiro cavaleiro saiba viver com as diferenças, amar e perdoar, a começar consigo mesmo.
O quê será de ti,
eu não sei,
Mesmo que não
queira,
Lerás cada verso,
para entender
Que eu te amei.
Não me esqueci,
não resisti,
Aceitei o conselho
e a ironia de quem
dizia que voltaria
a me admirar:
virei uma mulher
Tão forte,
que agora não
Quer mais voltar;
porque de tão forte
que me tornei,
Só sei escrever
ao invés de chorar.
O quê será de ti
já não importa,
Os meus poemas
cuidarão de fazer
Por mim o quê
eu não posso:
Te tirar daqui.
Não existe beleza
na indiferença,
Ela se encontra
nos manifestos
- poéticos -
que não leste,
Nas fotos
que ignoraste;
Envenenaste
a minha crença
na tua existência,
E agradeço!
E salva de ti,
assim desse jeito,
'tu' me perdeste.
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