Amigos Nao Precisa ser do Mesmo Sangue
Amadurecimento é o fato de ser otimista o suficiente para não lamentar os sofrimentos e os erros, em vista do crescimento como indivíduo.
Ainda bem que a gente não perde nunca essa mania de acreditar. Que amanhã vai ser melhor. Que o próximo amor virá para ficar. Que essa aflição um dia vai passar. Que a distância não pode nos impedir de sonhar. Que o nosso coração errante ainda toma jeito. No fundo a gente acaba acreditando. Por algo ou por alguém. É o que costumamos chamar de fé. Essa certeza de que o pior ficou para trás. Essa confiança de que existe alguém lá em cima observando nossa luta e preparando um belo prêmio. Essa crença de que a vida vai dar certo. E vai mesmo. Porque a mente atrai o clamor da alma. Porque quando a gente acredita, de verdade, as coisas acontecem. Porque o coração é uma fênix que não se cansa de renascer. E o amor não é uma invenção humana. E o bem há de prevalecer. A escuridão da madrugada assusta a tristeza. E amanhã o Sol estará mais uma vez no céu a brilhar. É a vida lhe dizendo na forma de luzes e cores que mais uma chance lhe foi dada. Enxugue o rosto, abra o armário e escolha o seu melhor sorriso. Confie em mim. Não é uma vida ruim. Foi só um dia difícil. E já passou.
O ser e o não-ser
A pessoa que se decide a favor de algo, por regra geral tem que renunciar a outra coisa em troca. Aquilo pelo que se decide é aquilo que É, aquillo que se realiza. En relação com o que é e se realiza, o outro, quero dizer, aquilo ao que a pessoa renuncia, é como um NÃO-SER. Portanto, todo ser que existe e se realiza, está rodeado de un não-ser, de uma existência não realizada, sem a qual não seria concebível. Não se trata de um nada, apenas de um não-ser. Agora bem, se menosprezo aquillo que constitue o não-ser para meu ser, este não-ser diminui meu ser.
Se, por exemplo, uma mulher se decide a favor de seguir uma carreira profissional, em lugar de formar uma familia e ter filhos, e considera inferior à família e ao feito de casar-se e ter filhos, então esta parte de sua existência que permanece sem realizar diminue aquilo que ela escolheu; vai se reduzindo. Porém, por outro lado, se ela valoriza a parte não realizada de sua existência, sacrificada pelo bem de sua carreira, então este não-ser inclusive acrescenta algo a aquilo que ela escolheu, permitindo que cresça e aumente.
"A vida que poderia ter sido está escondida na vida que é."
NJABULO SIMAKANHLE NDEBELE
Acadêmico, literato e escritor sul-africano.
" A Vida pode ser, de fato, escuridão se não houver vontade, mas a vontade é cega se não houver sabedoria, a sabedoria é vã se não houver trabalho e o trabalho é vazio se não houver amor."
Aquilo que melhor expressa, o que não pode ser expressado, é o silêncio de dois corações fundidos num só em nome do amor.
Eu não sou aquilo que o perfeito exige,
muito menos o padrão que dizem ser o ideal de um alguém.
Eu sou um coração que abre a porta da razão que rege a trilha de um ser humano feliz;
eu sou um consumidor do amor mais perfeito que um indivíduo pode ter:
O Amor de Deus.
Inteligência não é um privilégio, é um dom que deve ser usado para o bem da humanidade.
"É sinal de força não levar em nenhuma conta a opinião nem a maneira como se possa ser julgado e permanecer só com Deus numa incessante comunicação. É importante nunca travar relação com os outros homens senão por meio de Deus e nunca com Deus por meio dos outros homens."
O que é "normal"? Se você não incomoda o resto do mundo, não há problema em ser anormal.
@Ichihara__Yuuko
Você quer cobrar, mas não gosta de ser cobrado?! A vida se mede pelo que a gente dá e recebe em troca.
Nenhum trabalho será tão urgente ou importante que não possa ser planejado e executado com segurança.
Uiva o Lobo
Em um canto triste
Odes a sua amada
A lua
O que nasceu no etéreo
Não deve ser consumado
Mas consome
Brilha a lua
Como quem diz:
Não chore. Sou sua.
O lobo não entende
Não pode. A dor cega.
Sofre ele. Sofre ela.
E o Lobo uiva...
Ser brotinho não é viver em um píncaro azulado: é muito mais! Ser brotinho é sorrir bastante dos homens e rir interminavelmente das mulheres, rir como se o ridículo, visível ou invisível, provocasse uma tosse de riso irresistível.
Ser brotinho é não usar pintura alguma, às vezes, e ficar de cara lambida, os cabelos desarrumados como se ventasse forte, o corpo todo apagado dentro de um vestido tão de propósito sem graça, mas lançando fogo pelos olhos. Ser brotinho é lançar fogo pelos olhos.
É viver a tarde inteira, em uma atitude esquemática, a contemplar o teto, só para poder contar depois que ficou a tarde inteira olhando para cima, sem pensar em nada. É passar um dia todo descalça no apartamento da amiga comendo comida de lata e cortar o dedo. Ser brotinho é ainda possuir vitrola própria e perambular pelas ruas do bairro com um ar sonso-vagaroso, abraçada a uma porção de elepês coloridos. É dizer a palavra feia precisamente no instante em que essa palavra se faz imprescindível e tão inteligente e natural. É também falar legal e bárbaro com um timbre tão por cima das vãs agitações humanas, uma inflexão tão certa de que tudo neste mundo passa depressa e não tem a menor importância.
Ser brotinho é poder usar óculos como se fosse enfeite, como um adjetivo para o rosto e para o espírito. É esvaziar o sentido das coisas que transbordam de sentido, mas é também dar sentido de repente ao vácuo absoluto. É aguardar com paciência e frieza o momento exato de vingar-se da má amiga. É ter a bolsa cheia de pedacinhos de papel, recados que os anacolutos tornam misteriosos, anotações criptográficas sobre o tributo da natureza feminina, uma cédula de dois cruzeiros com uma sentença hermética escrita a batom, toda uma biografia esparsa que pode ser atirada de súbito ao vento que passa. Ser brotinho é a inclinação do momento.
É telefonar muito, estendida no chão. É querer ser rapaz de vez em quando só para vaguear sozinha de madrugada pelas ruas da cidade. Achar muito bonito um homem muito feio; achar tão simpática uma senhora tão antipática. É fumar quase um maço de cigarros na sacada do apartamento, pensando coisas brancas, pretas, vermelhas, amarelas.
Ser brotinho é comparar o amigo do pai a um pincel de barba, e a gente vai ver está certo: o amigo do pai parece um pincel de barba. É sentir uma vontade doida de tomar banho de mar de noite e sem roupa, completamente. É ficar eufórica à vista de uma cascata. Falar inglês sem saber verbos irregulares. É ter comprado na feira um vestidinho gozado e bacanérrimo.
É ainda ser brotinho chegar em casa ensopada de chuva, úmida camélia, e dizer para a mãe que veio andando devagar para molhar-se mais. É ter saído um dia com uma rosa vermelha na mão, e todo mundo pensou com piedade que ela era uma louca varrida. É ir sempre ao cinema mas com um jeito de quem não espera mais nada desta vida. É ter uma vez bebido dois gins, quatro uísques, cinco taças de champanha e uma de cinzano sem sentir nada, mas ter outra vez bebido só um cálice de vinho do Porto e ter dado um vexame modelo grande. É o dom de falar sobre futebol e política como se o presente fosse passado, e vice-versa.
Ser brotinho é atravessar de ponta a ponta o salão da festa com uma indiferença mortal pelas mulheres presentes e ausentes. Ter estudado ballet e desistido, apesar de tantos telefonemas de Madame Saint-Quentin. Ter trazido para casa um gatinho magro que miava de fome e ter aberto uma lata de salmão para o coitado. Mas o bichinho comeu o salmão e morreu. É ficar pasmada no escuro da varanda sem contar para ninguém a miserável traição. Amanhecer chorando, anoitecer dançando. É manter o ritmo na melodia dissonante. Usar o mais caro perfume de blusa grossa e blue-jeans. Ter horror de gente morta, ladrão dentro de casa, fantasmas e baratas. Ter compaixão de um só mendigo entre todos os outros mendigos da Terra. Permanecer apaixonada a eternidade de um mês por um violinista estrangeiro de quinta ordem. Eventualmente, ser brotinho é como se não fosse, sentindo-se quase a cair do galho, de tão amadurecida em todo o seu ser. É fazer marcação cerrada sobre a presunção incomensurável dos homens. Tomar uma pose, ora de soneto moderno, ora de minueto, sem que se dissipe a unidade essencial. É policiar parentes, amigos, mestres e mestras com um ar songamonga de quem nada vê, nada ouve, nada fala.
Ser brotinho é adorar. Adorar o impossível. Ser brotinho é detestar. Detestar o possível. É acordar ao meio-dia com uma cara horrível, comer somente e lentamente uma fruta meio verde, e ficar de pijama telefonando até a hora do jantar, e não jantar, e ir devorar um sanduíche americano na esquina, tão estranha é a vida sobre a Terra.
Eu não quero ser a garota que ri mais alto
Ou a garota que nunca quer ficar só
Não quero ficar ligando às quatro horas da manhã
Pois sou a única que nunca está em casa
-Sober-
Cansei de ser boba agora vou ser quem eu tenho vontade de ser, não o que os outros querem que eu seja. Pensem e falem o quiserem de mim, não vivo do que pensam muito menos do que falam vivo de principios e pensamentos meus.
O retorno de uma batalha sem vitórias não deve ser encarado apenas como uma derrota e sim em uma nova oportunidade de lutar com uma arma de valor chamada experiência; Esta arma é a ambição de todas as pessoas que buscam um talento escasso chamado de razão!
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