Amiga Voce Mora no meu Coracao
Querer apreçar o resultado é apenas deixar falecer o sabor do momento. Ademais a felicidade mora nos detalhes.
Não brigo pela tua beleza ou pela sua plena juventude, brigo sim, por esse amor puro que mora dentro de você, que só você sabe que existe e só eu já vi.
20.06.2023
Eu hoje vou passar no cemitério
sempre foi maior mistério saber se ela mora lá...
E não é que ela mora?
Minha mãe, eu te saúdo, te agradeço.
Hoje vi que anda comigo e sorri.
Sorri por saber que estou bem protegida, que meu coração e corpo estão seguros.
Rosa vermelha, cigarro, champanhe e vestido inteiro preto.
No fundo eu sempre soube que era você, minha mãe.
Obrigada por não me abandonar. Laroyê, Exu mulher.
[falar com Kimbandista na hora certa]
🌻DA MULHER QUE MORA EM MIM🔥
Da mulher que mora em mim
Da querência de menina
Trago sonhos inacabados
Trago a esperança e o fulgor.
Da mulher que mora em mim
A ânsia por me apaixonar
Dessas que nos tiram o fôlego
E fazem os olhos brilhar, flutuar, velejar.
Da mulher que mora em mim
A sempre esperada gôndola de Veneza
Com firmes mãos a segurar-me o queixo
Para um quente e terno beijo.
Da mulher que ainda me resta
Renovar, a cada dia, o desejo primitivo
E o sonho de reencontrar esse amor
Seja em que tempo for.
Me perdi preciosamente no infinito que mora dentro do teu olhar. assim vivi e sem me descobrir, quando menos esperei me apaixonei sem tardar. Me entreguei verdadeiramente e desesperadamente corri para os teus braços, como o rio que corre para o mar.
Vou passar a procurar
Essa tal felicidade
Saber onde ela mora
Em que casa da cidade
E depois de encontrar
Vou querer ali morar
Por toda a eternidade
Num reino onde o crepúsculo sussurra suavemente,
Lá mora uma alma, um andarilho no alto da montanha. Ele aventurou-se em terras da boêmia, onde as melodias dançavam, em euforia rítmica.
Foi pra boemia, com o coração em chamas, trovador de paixões, perdido num labirinto, pelas ruas de paralelepípedos.
Vagou com graça, procurando consolo no abraço da música.
Sob o céu enluarado encontrou seu palco,
Os salões sagrados de uma taverna, sua página sagrada, o toque do violão, uma serenata suave… Enquanto ele cantava seus versos, sua alma se manifestava.
Sua voz, um coro de apelo melancólico ecoando pela noite, em harmonia
Com cada nota, seu espírito ascendia, para os reinos desconhecidos, onde os sonhos transcendem. Ele foi pra boemia.
Amigo de poeta, onde o amor e a saudade se entrelaçam e se misturam,
Ele pintou quadros com palavras tão profundas, seus versos sussurravam com um som sincero. Ah, como as paredes da taverna ganhariam vida.
Com histórias de desejo e superação, ele cantou sobre o amor perdido e o amor ainda encontrado. De corações partidos e almas libertas. Através da névoa de fumaça e do tilintar de vidros.
Seus versos perfuravam, como o aperto de um amante. Ele revelou sua alma, com cada letra cantada, no abraço da boêmia, seu coração se apertou.
Foi pra boemia, um bom trovador.
Casa simples, onde a felicidade
Mora no sorriso dos que nela vivem,
No amor que se sente nas paredes,
Na paz que se respira nos telhados.
Casa simples, onde o tempo não passa,
Onde o mundo lá fora não existe,
Onde a vida é singela e serena,
Onde os sonhos são sempre possíveis.
Casa simples, onde a alma se sente
Em casa, onde o coração se acalma,
Onde a vida é um presente,
Onde a felicidade é uma constante.
Quem sou eu? Não sabemos, não é o seu nome, onde mora, sua família, isso são definitivamente palavras, nós não sabemos quem somos!Se somos criaturas presas neste mundo físico, ou se somos apenas uma memória de alguém passada.
Minha igreja, são crenças que falam como oração.
Minha fé é a certeza que o bem mora na minha emoção.
Pensamentos... sentimentos que enraizam, e ainda assim me movem ... em pura ação.
Pois o Deus Unipotente...é quem guia meu coração.
Bem prá lá da amoreira...
Depois do riacho dourado...
Mora um ogro...
Que cuida de um jardim encantado...
Caminha sobre as estrelas...
A sua mesa é farta...
Recebe em sua casa...
Duendes, bruxas e fadas...
Não é muito educado...
Fala o que pensa na lata...
Quando irritado...
Parece o diabo...
Não é de muitos amigos...
Mas é fácil ser amigo dele...
Basta não muito importunar...
Prefere ficar em casa...
Do que na rua a vadiar...
Um conselho:
Não bata na porta dele...
Não o queira acordar...
Tem a sua verdade...
Tem o seu caminho...
Às vezes tristonho...
Outras risonho...
Marcas do já vivido...
Causado pelos espinhos...
Sonha com um mundo perfeito...
Desprovido da ilusão...
Ah ogro encantado...
Isso não existe não...
Fique em sua casa...
Cuide bem do seu jardim...
O mundo mente muito...
Tem pessoas boas...
Mas tem também muita gente ruim...
Sandro Paschoal Nogueira
Onde mora o amor? No País das Maravilhas? Porque não? No estado Abstrato, divisa com o Concreto. Rua dos Apaixonados, número 52, Jardim das Paixões. Naquela casinha vermelha de formato diferente. Esquina à rua da saudade e cruza a avenida da eternidade.
Onde o sol insiste em brilhar e as nuvens aparecem de vez em quando. Lá, às vezes cai uma intensa tempestade, mas o sol sempre é mais forte. E se tudo ficar escuro por alguns instantes, vem a lua e as estrelas para iluminar. Nada faz seu brilho apagar.
Como toda casa, tem rachaduras, goteiras e contas à pagar, mas nada que uns rebocos, baldes e uns trocados não possam sanar. O amor estudou na Escola da Vida e fez curso de idiomas. Hoje já fala espanhol, inglês, francês, alemão e italiano. É Te amo, I love you, Je t'aime, Ich liebe dich e Ti amo. Na verdade fala todas as línguas. Está presente em todas as civilizações e espécies.
Não há idade, momento, condição ou tempo. É simples e complicado, quente e gelado. Ele mora nos campos e nas cidades. É na ficção e na realidade. O amor mora em todos e em ninguém. É bandido e é refém. Adulto e neném. Mora com os pais, irmãos, avós, tios, primos, sobrinhos, netos, namorados, amantes, amigos... Ele é grande o suficiente para caber todo mundo.
Entretanto, é pequeno o suficiente para caber dentro de cada um. Já sabe onde ele mora? Dentro do coração de cada pessoa. Basta ela abrir a porta dourada com chave da mesma cor e deixá-lo habitar o seu corpo, tomar as rédeas da sua vida e lhe trazer felicidade eterna.
Fidelidade
Ivan mora sozinho, em um apartamento de apenas um quarto-cozinha-banheiro. Logo quando se abre a porta, salta aos olhos a cama-sofá, quase sempre com lençol dobrado ou arrastando ao chão. O travesseiro, sem fronha, tendo apenas quando sua mãe lhe faz visitas para ir a uma consulta no hospital metropolitano. Na cozinha, um pequeno quadrado demarcado por um muro à meia altura, há apenas uma prateleira em madeira não tratada, porque com felpos ouriçados, segurando o essencial: litro de óleo pela metade, vasilha amarelada de sal e um pacote de macarrão com um pregador de roupas. O banheiro era quase uma extensão do quarto. Apenas a porta sanfonada, com o trinco arrancado, separava a cama do vaso. Ivan acostumou-se com o cheiro de casa vazia sempre que abria a porta de casa e podia até mesmo não senti-lo quando não estava afim de abrir a única janela de sua kitnet. Ivan não sentia falta do que acontecia janela a fora de seu mundo. Certo dia, Ivan conheceu Sara. Foi quando Sara, envergonhada, tentava sem sucesso consertar a corrente de sua bicicleta que havia saído da coroa. Ivan, até então, não sabia a importância daquela corrente encaixada elo a elo na coroa pontiaguda. Enquanto consertava a bicicleta de Sara, Ivan pode mirar suas pernas morenas cobertas por pelos enlourecidos. Sara, até então, não entendia muito bem o porquê da corrente ter a colaração escura, destoando do tom azul claro de sua bicicleta, até o momento em que suas coxas se sujaram de graxa. Ivan e Sara ficaram meses a fio passeando de bicicleta cotidianamente. Ivan percebeu que já não sobrava macarrão, que o óleo já não estava por acabar, e sim acabado, e suas janelas não se observavam mais fechadas. O rapaz já não suportava mais o cheiro de casa vazia quando pedalava. A partir de então, Ivan especializou-se em consertar correntes alheias a de Sara. Na verdade, atormentava a Ivan não a ideia de pedalar com a casa vazia, mas sim que a corrente de Sara pudesse novamente soltar da coroa de sua bicicleta. Sara nunca foi tão amada, quanto Ivan a ama.
O enigma que te atraí talvez esteja ligado à eclética e vasta área de conhecimento que mora dentro de um ser, onda a sabedoria se agasalha e produz vida nas pessoas, a partir da sua incógnita e seu imenso repertório de vitalidade nos saberes.
Filósofo Nilo Deyson Monteiro
"Antes de pedirmos a Deus para nos livrar de todo o mal, livremo-nos primeiramente do mal moral que existe dentro de cada um de nós."
Acalma ela. Dentro dela mora um vulcão em chamas . Um incêndio , um desejo insano, louco . Ela é adrenalina pura, ela é fogo , faísca, um tsunami adentro .. quando ela olha , ela revira pensamento, revira o juízo do avesso , ela é atrevida . Ela é rua sem saída, caminho sem volta, paraíso perdido sem rota. Ela é toda proibida , toda sem bula , sem medida . Ela é bonita, perigosa , um remédio desses de deixar a gente bambo, boca aberta. Por onde ela passa ela chama atenção , atrai olhares . Meu bem, ela não é açúcar, mas faz um estrago ! Intensa da cabeça aos pés . Meu bem tome cuidado , se for muito pra você.. deixa pra quem dá conta. Alta voltagem não é qualquer pessoa que doma, que dá conta. Mulheres poderosas dominam o mundo ! Elas não são pra qualquer tipinho de pessoa. Só pra quem ama perigo .
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