Amanhã
Meu passado está no ontem, pois sou uma criatura do hoje planejando o amanhã, doravante abraço as armas do BEM e rejeito as armadilhas do MAL.
Portanto, não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã se preocupará consigo mesmo. Basta a cada dia o seu próprio mal.
O quê reserva, o amanhã? Hoje, renasço com um olhar atualizado. Não permitirei que o velho Eu volte! Não fracassarei, pois, em minhas mãos, está o conhecimento necessário para vencer o novo.
Para que você possa ser aquilo que você almeja ser amanhã, é preciso deixar de gostar de quem você é hoje.
Viva cada momento da sua vida como se fosse o último, não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje, pois a única certeza é que o amanhã pode não existir, então ame, sorria, seja feliz, abrace quem você ama, viva intensamente cada minuto da sua vida e não deixe a sua felicidade escapar pelos seus dedos.
Viver a vida com fé no amanhã que vai ser diferente pois é ela que nos oferece por sua livre vontade os atalhos, os resultados e os caminhos.
Preciso hoje, no amanhã e também no depois. Não vulgarizo o meu espirito livre, com relações imprecisas e cativas de momento.
A cada manhã um novo amanhã, independente do sol e dos cantos dos passarinhos mais uma nova oportunidade devagarinho, para enfim, ser feliz.
Se você achar que o amanhã será melhor então viverá dependente da sorte, pois o melhor é feito no hoje.
A fé é acreditar que podemos segundo os nossos atos de hoje, conquistar um amanhã melhor do que foi o nosso ontem.
Apegar-se ao agora é o melhor que podemos fazer, o ontem já se foi e o amanhã ainda está por vir. Planeje menos, viva mais, porém sem se esquecer do aprendizado do passado ou negligenciar o futuro.
Sobre a natureza
No horizonte do amanhã, o destino incerto se revela, onde o mundo arde em chamas e cada um de nós não entende dessa culpa a sua parcela.
Nas mãos da raça humana repousa a balança do destino, entre a ação sábia e a inércia do homem cretino.
Se o eco da indiferença persistir no ar,
testemunharemos o planeta a se transformar; Um cenário de tormenta e desolação, onde a natureza morta já não tem chance de redenção.
Ondas revoltas inundam o litoral,
lamentam os bosques e jaz o que antes era vivo em triste funeral.
Na pele da Terra o desgaste é profundo,
fruto da ganância de um sistema falido que ceifa o mundo.
Mas ainda há luz na alvorada por vir?
Um apelo à consciência para reagir!
Com atitudes humanas o destino podemos mudar o roteiro? Em busca de um futuro para todos: Justo, digno e verdadeiro!
Por entre as sombras do medo, da fome e da dor, há esperança brotando em cada flor?
Se nossa raça agir com união, podemos preservar nossa casa. Natureza que não se abrasa! Amado chão.
