Alague seu Coracao de Esperancas Fernando Pessoa
[...] Sabe aquele coração que ama uma pessoa incondicionalmente, ele mesmo, muito cuidado com ele, preserve ele como se tivesse cuidando de um tesouro precioso ou coisa parecida, se alguém te ama assim ou se você ama alguém assim, cuide mas cuide bem, porque as vezes você o joga fora e nem se importa com o que irá acontecer depois, como se não fosse acontecer com o seu, como se você não sentisse dor alguma, como se ele não valesse nada. Você não irá sentir mas a pessoa que foi machucada, pode transformar toda a vontade que ela tem de te amar em desejo de ver seu coração no chão, como o dela um dia esteve.
O amor de todos poderia se expandir cada dia mais, se esforçado o coração de cada uma pessoa da Terra.''
Não tenho um coração tão grande como dizem, eu apenas como qualquer pessoa tenho meus valores, há diferença é que sei de alguma forma expor melhor o que tenho dentro de mim....
Eu falava cada coisa sincera, do fundo do meu coração nas essa pessoa nem fez esforço pra tentar acreditar em mim.
Quando se ama não é só o coração que entregamos a outra pessoa, com ele vai a alma, nossa vida o nosso todo. Não permita que esse amor esfrie ou não serás capaz de esquenta-lo novamente.
ENTENDIMENTO,ATITUDE DE INCLUSÃO
"Para entender o coração e a mente de uma pessoa, não olhe para o que ela já conseguiu, mas para o que ela aspira". A frase é de Gibran Khalil Gibran, filósofo e poeta libanês, que viveu entre 1883 e 1931, e resume a qualidade do entendimento. Quem entende também atende. Quem entende também estende - estende a mão e a atenção para a outra pessoa.
Há formas diferentes de perceber a importância do entendimento. Como se sente carente aquele que, diante do juiz, não consegue entender o que ele está dizendo; ou aquele que vai ao consultório e não domina a linguagem que o médico faz questão de rebuscar; ou em uma palestra em que o conferencista faz questão de mostrar que domina termos que não são comuns ao auditório. Para o professor, o entendimento é ainda mais fundamental, porque não se pode ensinar sem entender o aluno. E o aluno não aprende se não entende. É praticamente uma relação de companheirismo.
Um filme francês (O oitavo dia) mostra um verdadeiro retrato do entendimento.
Harry é um profissional de sucesso, mas não consegue o mesmo na vida pessoal. Cansada, a mulher o abandona, levando os dois filhos. No fim de semana em que o filme se passa, Harry deveria pegar os filhos, que vêm para visitá-lo, na estação de trem. Mas, ocupado como sempre, acaba se esquecendo. Os filhos ficam loucos da vida e prometem nunca mais querer vê-lo. E Harry sai dirigindo por uma estrada, para espairecer. Georges é órfão, tem a síndrome de Down, e mora em um hospital psiquiátrico. Nessa tarde, ele fica muito chateado de não receber visita e resolve fugir. Está caminhando por uma estrada, fugindo, sob uma forte neblina, e é quase atropelado pelo carro de Harry. O encontro acidental aproxima os dois. Harry tenta se livrar de Georges, mas uma forte ligação entre ambos é quase imediata. A partir daí, uma amizade especial se desenvolve, que levará a profundas mudanças na vida de Harry.
O ator que interpreta Georges é um jovem francês, com síndrome de Down, que mostrou que talento é resultado de dedicação e esforço. Ele teve o entendimento necessário para levar, ao cinema, a angústia do preconceito e a possibilidade da superação através da gentileza que nasce da amizade, que nasce do amor.
A lição do exemplo
A situação de Georges chama a atenção para a inclusão. Seus sonhos eram os de qualquer outro jovem de sua idade.
Há um mito no sistema educacional que perdura, por mais que a legislação já tenha garantido o contrário, que é o de separar as crianças com deficiência das outras crianças. Esse mito vem do medo de que o professor não consiga lidar com as diferenças. Vem ainda da preocupação de que os alunos não entendam que o outro é diferente e o acabem ridicularizando.
A prática mostra o contrário. Nas salas de aula em que convivem os alunos com deficiência com os outros alunos, nasce um sentimento de respeito e mais do que isso, de solidariedade. É comum, em uma sala com algum aluno que tenha deficiência auditiva, ver toda a sala aprendendo a linguagem de sinais para melhorar a convivência. Alunos empurrando a cadeira de rodas daquele que só se locomove dessa maneira, outros entendendo as dificuldades daquele que traz algum problema. Já dissemos que o jovem é solidário. O aluno é solidário. O preconceito nasce muito mais do discurso viciado de alguns pais que temem que seus filhos não se desenvolvam porque há algum aluno mais atrasado cognitivamente na mesma sala de aula.
Evidentemente, o professor precisa de capacitação para que esse aluno seja de fato incluído. O aluno precisa participar, executar as tarefas que estiverem ao seu alcance. Não precisa de pena, mas de dignidade. E os alunos, ao conviverem com pessoas diferentes, estarão se preparando para a vida. Nos países mais desenvolvidos, já foi superada essa discussão. Não apenas entendem que a inclusão é necessária na escola como o é em toda a sociedade. Dos meios de transporte ao mercado de trabalho, passando por teatros e cinemas e restaurantes.
Oxalá o tempo em que essas pessoas ficavam confinadas em casa, por falta de condições de se desenvolverem, não volte nunca mais. Precisam eles de atenção e de entendimento. Entender o outro faz-me entender a mim mesmo. Entender o outro faz-me melhor porque perco a arrogância de achar que o normal sou eu. O que é ser normal? Talvez no filme seja Georges o mestre de Harry.
Revista Profissão Mestre, edição de julho de 2007
Como pode, um coração se apaixonar, e sofrer ardentemente por uma unica pessoa? As vezes me pergunto, se o amor que damos, é pelo menos a metade do que recebemos.
"DEUS nos mostra as pessoas,mais só o coração decide as que ama-las,Fazendo que todas as pessoas tenham seu valor especial"
Não sentir nada, nem mesmo saudade do que vivenciou com determinada pessoa é perceber o coração árido, sem sinais das colheitas passadas.
A gente deveria aprender a ouvir mais o coração. Cada pessoa sabe o que é preciso pra ser feliz, mas ninguém parece entender quando a gente só precisa de um abraço pra se sentir bem. Digo, aquele abraço verdadeiro. Aquela coisa de ficar sentindo a respiração do outro sem ter que se preocupar no quanto isso possa parecer estranho ou no tempo que esse momento deve durar. Uma das coisas mais bonitas que existem é quando a gente sabe e sente o que a outra pessoa quer dizer, sem ter que trocar uma palavra sequer. Já passei muitas noites em claro pensando no amor que não vinha. A gente não tá preparado, mas quando acontece acabamos aprendendo a amar. Do nosso jeito torto, mas amamos. Tem dias que a gente só precisa de um sorriso e tá tudo bem. E acredite, manter um sorriso nesse mundo continua sendo um desafio.
Até que eu conheci alguém. Uma pessoa bem diferente de todas as outras, com um coração enorme, cheia de liberdade. E isso me chamou muita atenção. Essa pessoa me encantou de um jeito que a muito tempo não acontecia. Me apaixonei pela felicidade dela, pelo jeito dessa pessoa ver a vida, pelo jeito dela de encarar as coisas. E isso tudo me fez ver o quão pequeno era o significado que eu atribuía a felicidade. Felicidade era o que eu via nele, felicidade era o que eu sentia quando tava perto dele. E eu tive certeza disso quando eu não consegui definir o tamanho desse sentimento, o tamanho dessa sensação. Felicidade não se define porque ela não se limita. E a beleza da felicidade é essa… Não ter limites. Então não minimize sua felicidade, não atribua significados finitos a ela. Pense muito bem antes de resumir ela a uma pessoa, a uma coisa ou a seja lá o que for. Não há nada mais prazeroso no mundo do que fazer quem a gente ama feliz. Mas alguém infeliz não consegue proporcionar felicidade a outro alguém. Nossa felicidade sempre em primeiro lugar. Não é egoísmo. É amor. Ser feliz primeiro, para depois ter o que compartilhar com os outros. Não esquece disso, por favor.
Meu coração, tão grande,
É cheio de bondades.
Mas aprendi com a vida,
Com o tempo,
Com as pessoas, sei lá,
Que jamais podemos
Deixar de lado
Alguns requintes
De crueldade.
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