Agradecimento aos Mestres de Direito

Cerca de 11856 agradecimento aos Mestres de Direito

Nada, mas nada mesmo, contra os templos, as igrejas... Nada, mas nada mesmo, contra os mestres, os sacerdotes, padres, pastores, seja ele qual for. E nada, claro que nada! Contra os livros. O mundo precisa de tudo isso. Mas vai chegar um dia, que o homem vai perceber, que o grande e verdadeiro templo é o seu corpo e que os mestres, o mestre verdadeiro, deus, fala dentro do seu coração. E o maior de todos os livros, é a própria mente. E então o homem perceberá que muito além dessa floresta de tecnologia, existe a tecnologia da floresta e ele vai perceber que a vida inviabilizada nas grandes cidades, atravancadas, longe da natureza, vai perceber que naturalmente, harmonicamente, irá buscando conviver pacifica, ordenada e harmoniosamente com a natureza. E aí, nesse dia, nós não vamos mais falar em cidadania, nós vamos falar em florestania! E no fim, a sociedade civilizada, será selvilizada.

Inserida por lulimap

Tornamo-nos verdadeiros mestres quando nos disponibilizamos a ser eternos aprendizes.
Jamais saberemos o suficiente.
A vida terrena é uma grande escola, uma etapa para a admissão de planos superiores.
Sábios seremos quando nos conscientizarmos de que não somos tão grandes como pensamos!

Inserida por Liciaazeredo

“A maior tragédia que pode acontecer a um mestre espiritual é ter, após a morte, discípulos, aqui na terra, incapazes de compreender o espírito dele; esses discípulos, possivelmente ensinarão precisamente o contrário do que o mestre disse, e isto como sendo a pura doutrina do grande iniciado...”

Inserida por GALB

o mestre
insuperável

é o mestre
superado

pela própria
mestria.

Inserida por PauloVallim

É um baita adjetivo. Significa saudade, ensino de qualidade, respeito aos Mestres, generosidade, ética, amizade, convivência, cumplicidade, retorno às origens, aprendizado de vida. Ser Otoniel é ter moral, sem ser moralista, é ter liberdade de expressão sem ser inconsequente, é ter amores e não poder sentir seus sabores. Sou Otoniel porque meu pai escreveu na linha da minha vida: Vai ser Otoniel na vida, meu filho! Não estamos Otoniel, nós somos! Ser Otoniel é fazer de um encontro um espetáculo, um show de imagens , de fotos, de lembranças e até de apagões. Não é para qualquer um. Mas deveria ser para todos! É uma qualidade inenarrável ser Otoniel. Muitos de nós nos perdemos pelo tempo e agora o reencontramos. Estamos vivos, pulsando , vibrando, de novo. Ser Otoniel, então, é voltar a ser novo, é buscar incessantemente a fonte da Juventude. Desculpem-me os amigos que não são Otoniel. Não somos melhores que vocês. Mas temos este sentimento único que enche de orgulho o coração destes senhores juvenis. Obrigado Pai por me presentear com este caminho. Obrigado amigas e amigos por honrarem durante a vida esta adjetivação. Cá estamos novamente ! Otoniel SEMPRE!

Inserida por JorgeRodini

Teus mestres são os questionamentos e teu Deus está na resposta que mais
se encaixar ao teu entendimento...

Inserida por odairflores

⁠O mestre ideal é aquele que nunca cessa de aprender, guia seus alunos com sabedoria e se torna o modelo a ser seguido através de suas próprias acções.

Inserida por apolenario-portugal

⁠"Quase aprendizados sólidos, um futuro mestre em desenvolvimento que valoriza os princípios da sabedoria, resiliência e humildade. Uma mudança súbita onde o silêncio é amplamente sentido em todas as esferas."

Rafael Serradura, 2024

Inserida por Serradura

⁠"O mestre que adula o discípulo elogia-se a si mesmo, no ato".

Inserida por CarlaGP

Um aluno nunca questiona seu mestre, pois o mesmo lhe ensina o que é questionável. Mas o mesmo será questionável quando o aluno virar o mestre.

Inserida por Vouapagar

Não para repetir e, sim, para refletir: o erro é um grande mestre.

livro "Pense nisso 1"

Inserida por carlos_aguiar

Jesus meu caminho certo quando estou perdida,minha luz quando estou estou na escuridão,mestre que me ensina,médico de minha alma meu único pastor no céu e na terra.
Ivânia D Farias

Inserida por IvaniaDFarias

⁠O planejamento é nosso, mas a execução é do Mestre🙌

Inserida por IvaneideHenrique

⁠Todos vocês são mestres e nenhum de vos quer que um dos vossos discípulos seja menoprezado na vossa frente, sabem porquê! Essa é a dureza de ser grande.

Inserida por Furucuto

⁠Mineiro Mestre Conga é um dos principais representantes da cultura popular brasileira

É impossível contar a história do samba de Belo Horizonte sem associá-la a José Luiz Lourenço, o lendário “Mestre Conga”. Nascido às vésperas do carnaval de 1927, em Ponte Nova, Zona da Mata mineira, carrega na bagagem uma incansável luta pelas tradições afro-brasileiras. Filho do lavrador e sanfoneiro Luiz Balduíno Gonzaga e de Dona Cacilda Lourenço, Mestre Conga assina vários feitos ao longo de 60 anos dedicados ao mundo da música. Foi um dos fundadores, em 1950, do Grêmio Recreativo Escola de Samba Inconfidência Mineira, a mais antiga agremiação carnavalesca em atividade na capital mineira. Também ajudou a introduzir nos desfiles o samba enredo, em uma época em que as escolas da cidade ainda se utilizavam dos temas de improviso para atravessar a passarela e animar os foliões.
Mesmo com essas facetas, só aos 79 anos conseguiu gravar, ano passado, seu primeiro disco, Decantando em sambas, graças ao patrocínio da Petrobras. Com direção e arranjos de Geraldinho Alvarenga, o CD conta com a participação de um time de músicos do calibre de Celso Moreira (violão), Geraldo Magela (violão de 7 cordas), Hélio Pereira (trombone e bandolim), Dudu Braga (cavaquinho), Rogério Sam (percussão), engrossado ainda pelas “pastoras” Donelisa de Souza, Lúcia Santos e Rita Silva.
Nas 12 faixas, todas assinadas por ele, Conga faz da poesia a ponte para percorrer um caminho sem volta, mas bastante nostálgico. Lembra dos “maiorais” (como eram chamados os líderes do samba) Javert Tomé de Sena, Mestre Dórico e Célio Bangalô, de Dona Lourdes Maria de Souza (Lourdes Bocão), “a dama da escola de samba Monte Castelo”, além dos bairros e pontos de encontro de uma Belo Horizonte ainda em formação. Por fim, homenageia sua escola do coração em “Mais esta saudade”: “a ela faço reverência/querida Inconfidência/é lindo seu vermelho alvianil…” .
APELIDO - A trajetória de Mestre Conga pela cultura popular, porém, remonta à década de 1930, quando passa a beber da fonte de matrizes afro-brasileiras, como o calango, a batucada, o samba rural e a congada, do qual vem o apelido que o marca pelo resto da vida. “Meus colegas zombavam de mim na escola, me apelidaram de Conga. Ficava bravo, mas depois fui acostumando com esse nome”, diz. Na adolescência, ao mesmo tempo em que passa a freqüentar aulas de dança de salão, começa a trabalhar em uma fábrica de sapatos para ajudar no sustento de uma família de 10 filhos. Com a suspensão das festas de rua, no período em que durou a II Guerra Mundial (1939-1945), os bailes de salão tomam conta da cidade e Conga se destaca como passista. “Naquela época, nos chamavam de batuqueiros”, explica.
Passado o período bélico, as escolas e blocos carnavalescos retomam os desfiles na Avenida Afonso Pena e Mestre Conga ingressa em sua primeira escola de samba, a Surpresa, braço da pioneira do gênero, a Pedreira Unida, criada em 1938, na Pedreira Prado Lopes. Aos 19 anos, passa a dirigir a Remodelação da Floresta, uma dissidente da Unidos da Floresta. “Aí que comecei a tomar gosto pelo samba, porque antes era uma coisa despretensiosa”, admite. Em 1948, ganha o título de “Cidadão do Samba”, concurso promovido pelos Diários Associados, que movimentava toda a cidade no período de carnaval.
Mestre recebe título de cidadão do samba
Dois anos depois, Mestre Conga realiza o sonho de fundar sua própria escola, a Inconfidência Mineira, a partir das reuniões na Rua Itapeva, esquina com Rua Urandi, na então Vila Concórdia, com a ajuda do irmão Oscar Balduíno, o Kalu, Alírio de Paula, José Alvino, José Ferreira (Zé Preto), José Felipe dos Reis, Sílvio e Luiz Porciano, Dona Olga, Eunice Felipe, Amintas Natalino, Madalena e Dona Lourdes Maria de Souza. “Infelizmente, a maioria desses meus amigos, o pessoal das escolas, como Unidos da Floresta, Monte Castelo, Nova Esperança, Unidos do Prado, já foram todos embora”, lamenta Conga, que se tornou a memória viva do carnaval de BH. “O comércio colaborava com a gente, porque o dinheiro da prefeitura não era suficiente. Não existia a divisão por alas, alegorias, enredo. O samba era só o primeiro refrão, o resto era no improviso”, lembra.
Ao voltar do Rio de Janeiro, onde morou de 1952 a 1954, Conga passa a introduzir na Inconfidência Mineira elementos inspirados nos desfiles cariocas. “Aqui, o nosso batido era mais seco, lembrava o maracatu, as congadas”, disse. Hoje, o sambista faz um mea-culpa, ao constatar que, ao trazer as influências externas, as escolas ficaram sem uma identidade própria. Para o carnaval de 1955, a agremiação da Vila Concórdia apresentava um enredo sobre Tiradentes, uma inovação para a época. “Para não deixar que saísse sozinho, a Unidas da Brasilina criou um enredo sobre a Princesa Isabel, que acabou vencendo o carnaval daquele ano”, diz. “Pouca gente sabe que, até 1955, não costumava ter desfile de rua no carnaval”, emenda.
Ele conta ainda que o carnaval da cidade encerrava-se na quinta-feira, antes da data oficial, com a Batalha Real, na qual era escolhido o “Cidadão do Samba”. Dois dias antes, acontecia a Batalha do Galo, promovida pela extinta Folha de Minas e a Rádio Inconfidência, quando era eleita a “Rainha do Samba”. “Durante a Batalha Real, da Praça Sete até a Rua Goiás, ficava entupido de gente. As pessoas chegavam a apostar. Nos últimos tempos, a melhor época do carnaval de Belo Horizonte foi na década de 1980, quando éramos a segunda festa de rua do país”

Inserida por julio_coelho_rosa

Ninguém se torna totalmente mestre de si mesmo, pois todos estão sujeitos a falhas, interessa, no entanto, usar cada derrota com degrau de superação.

Inserida por IvenioHermes

Eu sou mestre da minha própria vida, toda sabedoria vem do nosso coração.

Inserida por patriciiasimon

⁠ Ilusórias vaidades!...

Não nos enganemos infantilmente imaginando que os verdadeiros mestres, mormente aqueles que já atingiram o quase inexpugnável patamar da simplicidade humana, descabelam-se desesperadamente - assim como quase todos nós das ignaras camadas populares da sociedade o fazemos diuturnamente - buscando maneiras mil para vestir grifes famosas, mesmo sabendo-as economicamente mais acessíveis somente quando ilegal e grotescamente pirateadas.
Bem ao contrário...

Armeniz Müller.
...Oarrazoadorpoético.

Inserida por armeniz_muller

⁠Trio elétrico não teve
Nem baile nem Pierrô
As cinzas antecipadas
Mestre-sala não sambou
Não lançou a serpentina
A pobre da colombina
Fevereiro sem calor

Inserida por RomuloBourbon

⁠Protege MESTRE Lindo a nossa Bola…

Protege MESTRE Lindo a nossa Bola;
Dando a quem tal governa ideias boas;
Pra que juntos enchamos as canoas;
Da PAZ, CARINHO e AMOR, cá nesta escola!

Escola em que vivemos pra uma morte;
Tão certa, que todos reconhecemos;
Que foi com azar que pra a tal nascemos!
Daí FAZ com que em nós, paire mais sorte.

Pede a TEU PAI por nós MESTRE Bonito;
Pra que Acabe em Ela com maltratar;
Como o que um dia em TI, cá aplicamos!...

Que Acabe com razões porque choramos;
Implantando em todos um respeitar;
Tão TERNO que nem possa ser descrito.

Inserida por manuel_santos_1