Agradecimento á Escola
A vida é realmente um sopro..a gente vem sem nada.... vamos embora sem levar nada ... passamos tão rápido feito um trem Ou um cometa ... passamos e deixamos marcas ...deixamos saudade ..deixamos um vazio enorme que ninguém e nada preenche ... vamos embora assim de repente ...partimos em questão de segundos .. num piscar de olhos... por isso aproveite cada segundo, cada instante..agradeça sempre , sorria .. transmita amor ... não sabemos que horas o nosso trem vai partir ... que horas ou que dia vamos embora ... faça tudo agora ..faça valer a pena cada minuto ...cada segundo ..cada momento .. ame e diga isso pras pessoas ... abrace mais ...sorria mais ...ame mais .. viva mais ..
A democracia tem um super poder. Em uma eleição direta, o povo tem total condições de renovar, recuperar ou afundar o seu país basta ser a maioria na escolha dos seus governantes. Em uma ditadura, só resta ao povo ser um cordeiro resiliente diante da falta de liberdade de expressão ou um permanente alvo de extermínio no caso de discordar do regime
[AS ESCRITAS DO TEXTO URBANO - a Cidade como texto]
A aplicabilidade da metáfora da “escrita” à cidade pode incorporar, certamente, diversos sentidos. Existe por exemplo a escrita produzida pelo desenho das ruas, monumentos e habitações - em duas palavras: a escrita arquitetônica de uma cidade. Trata-se de uma escrita sincrônica, que nos fala daqueles que a habitam, e também de uma escrita diacrônica, que nos permite decifrar a “história” da cidade que é lida através dos seus ambientes e da sua materialidade. A cidade em permanente transformação, em muitos casos, vai dispondo e superpondo temporalidades, ao permitir que habitações mais antigas convivam com as mais modernas . Em outros casos, a cidade parece promover um desfile de sucessivas temporalidades, quando deslocamos nossa leitura através de bairros que vão passando de uma materialidade herdada de tempos antigos a uma materialidade mais moderna, nos bairros onde predominam as construções recentes.
É também importante notar que os próprios habitantes reelaboram a escrita de sua cidade permanentemente. Por vezes imperceptível na passagem de um dia a outro, este deslocamento da escrita urbana deixa-se registrar e entrever na longa duração. Os prédios que em uma época eram continentes da riqueza e símbolos do poder, podem passar nesta longa duração a continentes da pobreza e a símbolos da marginalidade. Os casarões do século XIX, que eram habitações de ricos, degeneram-se ou deterioram-se em cortiços, passando a abrigar dezenas de famílias mal acomodadas e a configurar espaço habitacionais marginalizados. Nesta passagem marcada pela deterioração do rico palacete em cortiço miserável, deprecia-se também a imagem externa do bairro e o seu valor imobiliário, de modo que o espaço que um dia configurou uma “área nobre” passa em tempos posteriores a configurar uma zona marginalizada do ponto de vista imobiliário.
Este ‘deslocamento social do espaço’ também acaba por se constituir em uma forma de escrita que pode ser decifrada. As motivações para este deslocamento podem ser lidas pelo historiador: a história da deterioração de um bairro pode revelar a mudança de um eixo econômico ou cultural, uma reorientação no tecido urbano que tornou periférico o que foi um dia central ou um ponto de passagem importante. Ou, ao contrário, pode ocorrer o inverso: um bairro antes periférico ou secundarizado no tecido funcional urbano torna-se, subitamente, valorizado pela construção de um centro cultural, pela instalação de uma fábrica, por uma mudança propícia no eixo viário, pela abertura de uma estação de metrô, ou por diversos fatos de redefinição urbana. .Enfim, de múltiplas maneiras o próprio espaço e a materialidade de uma cidade se convertem em narradores da sua história.
[trecho extraído de BARROS, José D'Assunção. Cidade e História. Petrópolis: Editora Vozes, 2007, p.42-43]
[A CIDADE COMO TEXTO]
Entre as diversas metáforas operacionais que favorecem a compreensão da cidade a partir de novos ângulos, uma imagem que permitiu uma renovação radical nos estudos dos fenômenos urbanos foi a da “cidade como texto”. Esta imagem ergue-se sobre a contribuição dos estudos semióticos para a compreensão do fenômeno urbano, sobretudo a partir do século XX. Segundo esta perspectiva, a cidade pode ser também encarada como um ‘texto’, e o seu leitor privilegiado seria o habitante (ou o visitante) que se desloca através da cidade - seja nas suas atividades cotidianas para o caso do habitante já estabelecido, seja nas atividades excepcionais, para o caso dos turistas e também do habitante que se desloca para um espaço que lhe é pouco habitual no interior de sua própria cidade. Em seu deslocamento, e em sua assimilação da paisagem urbana através de um olhar específico, este citadino estaria permanentemente sintonizado com um gesto de decifrar a cidade, como um leitor que decifra um texto ou uma escrita.
[trecho extraído de BARROS, José D'Assunção. Cidade e História. Petrópolis: Editora Vozes, 2007, p.40].
A juventude afrikana precisa ser consciencializada a abraçar causas em prol da emancipação do continente.
A gente nunca vai viver pra entender as pessoas...
Se pedimos ajuda, somos fracos, se não pedimos, somos arrogantes, nunca poderemos agradar a todos...
"A maior pandemia do mundo
é ter esquecido o caminho
pro lugar do outro"
Livro: (Sol Em Noite Fria)
A tecnologia evoluiu muito, "graças a inteligência humana". Porém, esta mesma espécie, a humana, continua preservando o seu ímpeto, as características de um troglodita. Vide as guerras modernas e as atrocidades diárias expostas nos telejornais, e sob os nossos próprios olhos ao vivo e a cores.
É muito triste e frustrante ter quer fazer parte da história, especialmente da parte cruel e covarde da história, seja como personagem involuntariamente integrado ao contexto que é imposto à sociedade, seja como mera e/ou distante testemunha ocular.
Saber do extermínio dos nossos semelhantes, tais como os NOSSOS FILHOS, NOSSOS IRMÃOS, PARENTES EM GERAL, AMIGOS , CONHECIDOS, DESCONHECIDOS, COMPATRIOTAS OU NÃO ETC nas suas diversas formas de crueldades só reitera a realidade que está ilustrada no potencial humano para ser do mal, egoísta e desequilibrado. Basta o indivíduo ser provocado, ser um mercenário inescrupuloso ou atribuir à sua vaidade o descomando das suas ações a fim de defender os seus interesses pessoais, bem como preservar o poder adquirido,
no caso dos supostos bem preparados e/ou políticos para gerirem territórios, cifrãos e intelectos entre outras atividades que demandam poder, dividendos e visibilidade. Sem falar nos anônimos do nosso cotidiano cuja a alma não tem o mínimo de empatia nem respeito à vida e ao sentimento do seu semelhante.
Continuemos "esperando" que 'Jesus" venha nos salvar.
Sigamos nas nossas batalhas diárias.
Felizes são aqueles que conseguem deter o lado maldito e oculto que habita cada um de nós. Benditos sejam todos àqueles que travam uma luta diária ou esporádica a fim de não se tornarem um Putin do cotidiano, mesmo que em proporções domésticas, menos daninhas, com menos notoriedade e invisíveis aos olhos do outro dada a sua qualidade na vocação para praticar arbitrariedades e espertezas, bem como na sua facilidade para ocultar o mal que lhe habita.
O espelho e o travesseiro são uma realidade de consumo e tendem a não pactuar com aqueles que agem, por mais que ocultamente, em desconformidade com a orientação do bem.
Apesar de parecer fanatismo religioso, o que não tem nada a ver,, no final, por mais demorada que seja, a fatura sempre chega. "O Tempo é sagrado, sábio e justo"
Da ação e da reação, ninguém está livre. Especialmente aqueles que se acham os fodásticos do universo.
Desculpa aí, mas alguém tem que não se submeter ao papel de iludido. Me alistei.
"A força que tem nas armas a sua melhor representação, é o último e mais forte argumento, definitivo!"
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