Agora foi o fim do nosso Amor
"Há uma luz no fim do túnel...
Sim há...
Há alguns minutos atrás estava tudo escuro,
E eu não conseguia enxergar nada além de um metro a minha frente,
Mas eu sabia que havia uma luz,
Então eu prosseguia confiante,
Eu sabia que uma hora ou outra essa luz iria iluminar tudo isso aqui.
Entrei por um acaso nesse túnel tentando desviar de algumas verdades,
Tentando mais uma vez silenciar o que deveria ser colocado pra fora,
Como sempre entrei no meu túnel...
Um túnel impenetrável,
Onde nada se escuta,
Misterioso,
Mas nele não há armadilhas,
Tão pouco passagens suspensas ou buracos,
Ele é concreto,é real.
Não precisa de mapa,
É só seguir o coração do túnel, sim me disseram que ele tem um coração...
E eu acredito..."
O ódio? O que é o ódio? Ele é calendário sem fim dos dias intermináveis, a mão que arde na brasa da burrice.
FAXINA NO FIM DO LIVRO
Uma faxina na casa alivia a alma
Que dorme na inconsciência do medo.
Quão suja está esta ideia
Murmurando silogismos tristes
De heróis mortos.
Ainda escuto estórias de um poeta
Lutando na guerra de canudos.
Seus papiros estraçalhados
Comandando as tropas
No cair da noite,
No regar do vinho.
Nenhuma verdade será dita
Na poesia.
Poesia é mentira escatológica
Murmurada na caverna
Da alma.
Onde maravilhosas
Sementes de plágio
Naufragam na contaminação
Vermelha do sangue.
Tem que ter cor!
Letras pálidas
Não trafegam pela multidão.
Afirmem o sim,
Neguem o não,
Poesia boa é a que causa explosão.
A que mata gente,
Sem compromisso com a verdade.
Um turbilhão de insetos
Procura entrar por teus olhos,
A paisagem noturna
Parece a imensidão de águas
No centro do mar.
Deixa sair os bichos da carne!
Um velho aposentado,
Apodrecendo no sofá da sala,
Se prepara para ser poeta.
Poeta é o que já foi
E será,
Como as águas evaporadas
E condensadas em chuva
Do mar.
Tamanha dor do mundo
No coração do vagabundo
Crucificado do lado de cristo.
Sem palavra,
Solto ao horror esferoide
Do grito sempre vivo no seu ouvido.
E o que lhe dizem os anjos?
Seus arranjos têm lógica?
Não é fácil suportar as letras nos olhos
Quando a grama verde
Se comunica com os pés.
Abre-se branco um horizonte esparramado
Onde cavalos coloridos
Estudam lições do marxismo.
Neste miolo de algazarra, meu pai,
Senhor e menino,
Em sua carroça de bois,
Busca areia no riacho
Enquanto pajeio os sapos
Nas margens plácidas.
O que me contam eles
É digno de respeito:
A verdade dos reis
Aberta como conceito.
São descendência da nobreza,
Voltarão como voltou Cleópatra
Postos a mesa.
Não importa,
Meu pai não percebeu a importância
Daqueles seres.
Nem dos poetas,
Notáveis reis do insignificante.
Uma áurea de insônia
Acompanha cada um desde que nasce.
Faz uma faxina,
Lata de goiabada não entra no museu.
Guerra de almofadas e pesadelos,
Faz os melhores textos
Quem não tem zelo.
A noite pode ser longa, mas a manhã vêm, e finalmente as dores chegam ao fim...Essa é a lei da vida!
E no fim as palavras só me servem como um conforto momentâneo de um desabafo subliminar com quem eu nem conheço e que me lê sem eu saber.
Que seja assim,
Que não tenha um começo certo,
Nem um certo fim.
Viveriamos apenas no meio, sem receio.
Que seja cada pôr do sol uma alegria,
E que cada estrela tranforme a noite,
Para não sentirmos saudade do dia !!
Que seja !!
A solidariedade ao invés da avareza.
Que venha a bonança,
E nunca mais a tristeza.
Que seja !!
Por amor e não por interesse,
Não por disfarces,
Antes parecesse !!
E que pereçam os descrentes diante as palavras,
Que seja feito também aos disprovidos de esperança,
E que venha o calor e alegria de uma criança,
Provar tudo será ao invés.
Que seja !!
Por própria vontade e não obrigação !!
Que venha a fé e nos aqueça novamente o coração !!
E o que for será,
MEsmo que não pareça,
E que assim seja !!
Soneto Sem Titulo
As noites em claro parecem não ter fim
Nem mesmo antigas poesias encurtam o tempo de sofrimento
Os minutos se vão vagarosamente
Aumentando ainda mais a sensação de vazio
As noites infinitas devoram a alma
Morre-se aos poucos, lentamente noite após noite
A frieza da solidão não tem compaixão
Dilacera o coração.
O coração que pulsa cada vez mais triste
Que bate valente
Que sofre com a dor, sem amor
Amor que nunca conheceu
Que nunca sentiu
E nem sabe se existe.
Disfarço elas, as palavras, em sorrisos e gentileza, a fim de dizer não uma, mas todas.. E posso dizer que ainda são poucas.
O fim do começo ou o começo do fim???? Mas também temos que lembrar que todo fim na verdade pode ser um novo começo!!!!
E por mais que eu fale tentando me convencer que isso um dia terá um fim e que eu vou te esquecer, são duas principais coisas que não irão acontecer. Mesmo que eu insista em repetir que irá ter o fim e minha mente tente te esconder do meu coração, você sempre estará aqui.
Meus pensamentos sempre me levam até você, é inevitável querer te esquecer. Se o fim dessa dor for o mesmo que te esquecer, então eu não quero, prefiro sofrer não querendo
deixar de lembrar você, prefiro sofrer do que deixar amar você, ainda mais sabendo que ainda me ama.
Vulto branco
"...Naquela escuridão sem fim, naquele poço, ficar de olhos fechados, não fazia diferença alguma. Tentar ter coragem era uma necessidade pra arranjar forças e se salvar. O que não foi fácil. Enganada pela luz que se fez de companheira, perdi metade das forças, era como se um parasita sugasse tudo que eu tinha. Recuperar aquilo que perdi foi o pior. Nem sempre essas luzes vem pra te ajudar, algumas vem com o objetivo de te manter na escuridão, te roubando tudo. Aquela luz no fim do túnel, nem sempre é o que você espera."
O que seria morrer?
O fim da alma ou do corpo?
Uma nova vida ou um vivo morto?
Uma despedida ou uma chegada?
Um caminho aberto ou encruzilhada?
Talvez um começo, talvez um fim
Que sabe folha seca ou ate mesmo jardim
A libertação do espírito, a prisão de um ser?
O adeus definitivo ou o ate mais ver?
O que seria morrer então?
Nascer em outro mundo ou voltar para o mesmo em uma outra geração?
Seria uma pergunta ou uma solução?
Querendo ou não é assim que tem que ser, diante de tantas dúvidas todos nós vamos morrer.
Quero um fim do dia ao seu lado, um pôr do sol e os corpos colados. Quero brincadeiras e provocações. Você correndo e eu fugindo. Um beijo na testa e sua mão na minha nuca. Quero carinho, desejo e paixão. Quero que o nosso amor sucumba a essa enorme tentação.
Continua a chover, as ruas estão vazias, são 17:46 e logo não é mais dia.
Aqui mais um fim de tarde, lembrando de você, ao lado esta da saudade.
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