Adolescência
A construção do caráter é um processo e deve ser direcionado na infância até a adolescência. Os pais são fundamentais nesse processo, pois devem conduzir os filhos nesse momento. Quando esse direcionamento não acontece no período da infância, ele acontecerá, obrigatoriamente, em algum momento, possivelmente por outras pessoas que não os pais e dentro de outros aspectos e contextos que não a Família. Acontece que, sendo assim, esse desenvolvimento necessário pode acabar gerando sofrimento, problemas emocionais e de codependência e dificuldades de relacionamento em geral. Os pais são os primeiros professores dos filhos, e como tal, têm a responsabilidade de prepará-los para a vida.
O incompreensível
Quando era criança até a minha adolescência tinha dificuldade de fazer amizades ou algo efetivo mim lembro claramente meu primeiro dia na escola senti uma coisa insensível dos outros alunos, nunca fui um menino problemático pelo contrario sempre busquei meu entendimento podia enxerga qualquer diferença entre os demais colegas da turma.
A única coisa que não conseguia compreender o motivo dessa distinção.
Isso doía bastante, Porém...
Certo Dia resolvi tira essa dúvida absurda que martelava em minha cabeça, Em uma bela manhã de sol radiante um sábio falou em meus ouvidos
Calma Jovem isso é apenas o inconsciente querendo confundir seu consciente
Naquele momento sem entender o que o velho senhor de barbas longas quis se referir com aquilo.
Tempos Depois constatei a verdade
O homem tenhe poder de conhecer e julgar sua própria realidade.
É impressionante o quanto somos insertos e inseguros, pensava eu que em minha adolescência não seria como os demais; não seria tão inseguro, intenso, ou qualquer coisa similar, mas, quando cheguei na tal, descobri, não era eu quem escolhia, ou decidia o que sentia ou passava em minha cabeça, o máximo que podia fazer era apenas escolher quais sentimentos eu deixaria-me sentir e expressar. E tão adolescente como um adolescente jamais foi, eu fui. Com tantas paixões quanto qualquer outro, e tão inserto e tão inconfiável quanto um canastrão, Sim, assim foi minha adolescência, e tenho a firmeza em dizer que foi também a mais incrível de todas, e por ela sou quem sou hoje, nela aprendi a ser como sou hoje, e nela conheci aquela a qual por quem eu morro, mas preferencialmente eu vivo, pois cada momento com ela Vale cada segundo, cada momento de sofrer, e todas as renuncias as quais tive de fazer. Não há maior felicidade que estar com ela.
Ela passa a adolescência "amando" aquele cachorro, daí ela se casa e tem filhos, e acha que o cachorro não tem sentimentos e manda para uma roça qualquer. Depois vem me falar do amor que tem pelo filho e quer que eu acredite.
E aí, você se olha no espelho e percebe que chegou na tão esperada adolescência, percebe que ela é totalmente diferente do que você imaginava, diferente em todos os sentidos. Ao mesmo tempo que você vive os melhores momentos da sua vida, os momentos que vão ficar na memória para sempre, você vive os piores sofrimentos, as piores desilusões amorosas… É na adolescência que você aprende a não criar tantas expectativas, para que as decepções sejam menores. E é na adolescência que você aprende coisas boas e ruins, onde você aprende coisas que vai levar pro resto da vida.
Em tempo de adolescência se concluiu uma grande separação. Se separou, motivo havia, ainda que familiares, causa de vida que entendo melhor resolvida pela vontade de ganhar. Não muito tempo depois, embora um tempo de velhice, uma nova separação, feita também pela liberdade, mas novamente por força bruta. Hoje, gerações à frente ainda somos perfeitamente forjados com grilhões. Gritar é pouco, cada área o seu jargão, assim desejo melhor que separar, melhor que ressignificar, seja a arte de compartilhar.
Na infância me mandavam engolir o choro.
Na adolescência tive que engolir sapos.
Agora me obrigam a engolir o orgulho.
E DEPOIS AINDA PERGUNTAM PORQUE EU TÔ ENGORDANDO.
Infância é adolescência
Na vida em 1 dia você e uma criança é no outro você e apenas um adolescente caminhando para a vida adulta sofrendo com os problemas da vida e com barreiras para o que realmente sonhamos. Hoje eu apenas digo que queríamos voltar no tempo em que éramos apenas uma criança de colo do que estar sofrendo com as advecidades é barreiras da vida que e conduzida no meio do caminho para sermos derrubados, Mas infeslimente sabermos que não e possível voltar no tempo é com isso sofremos até o dia em que as coisas forem passando.
"Um dia você dar valor a sua infância é enxerga que não deveria estar na mesma situação em que estar hoje".
Minha adolescência não foi assim tão sem graça... Após a missa, saía na caça, comia pipoca e dava inúmeras voltas ao redor daquela praça, no clube, dançava agarradinho e oferecia para a menina uma bela canção, sempre com um copo na mão, bebendo devagar, somente por ostentação, teríamos que ser rápidos, pois à meia noite acabava toda a emoção... Desta época eu só tenho uma decepção, não conseguir dançar os passinhos naquele enorme salão!
ENTREVISTA: Etapa 01 - Quadro de pergunta 02.
- Como foi sua adolescência? Você falou que começou a trabalhar com sete anos.
- Um pouco divertida! Porém, junto com esse divertimento, muito trabalho. Trabalho desde sempre, nunca fui de rejeitar trabalho. Até os dezesseis anos, trabalhava na rua vendendo produtos no crediário. Meu último trabalho como vendedor, já com dezessete anos, foi numa loja (já morando em Itaituba/PA) de produtos importados. Vi o anúncio numa rádio, mas quando cheguei lá, já tinha uma moça na minha frente. Insisti com o proprietário umas duas semanas até ele me aceitar como vendedor. Ganhava comissão do que vendia. Sempre me sobressaí nas vendas.
- Após isso, já com dezenove anos, fui aceito no quinquagésimo terceiro Batalhão de Infantaria de Selva. Passei um ano de forma consistente com minhas obrigações. Conheci dezenas de jovens com a minha idade. Foi um ano de diversão, mas com muitas responsabilidades. Sempre ajudei na casa e com a família, dando assistência com o que podia. Com vinte anos já com a dispensa do quartel, resolvi ir para Manaus - Amazonas - tentar coisa melhor.
- A adolescência é uma época de descobrimento. É onde nos colocamos no mundo. É quando os sentimentos e a realidade chega de fato. Você tem o sentimento de que estar preparado para vida, mas isso não passa de um período frustrante diante das situações. É quando o primeiro amor chega e vai de repente. É quando você sente frio e não tem ninguém para te aquecer, mas isso são meros detalhes diante da experiência vivida.
--- Risomar Sírley da Silva ---
✍️Adolescência é o período mais difícil para os pais no tocante a educação dos filhos. É onde os filhos retratam a perfeita imagem dos "pecados" dos pais. Perdoe-se! Perdoa-os!💕💕
Senhores e senhoras da terceira idade: não façam nada que pertença à adolescência ou à juventude, em termos de acompanhar suas atividades radicais, senão vão tirar antecipadamente a vaga deles nos hospitais e nos cemitérios.
Eu Sofria Tanto Querendo Namorar os Errados na Minha Adolescência...e Hoje Eu Sou Tão Grata a Deus Por Ele Não Ter Permitido.
Existem duas fases visionárias na vida humana. Uma é a fase da adolescência, quando o homem pensa que já sabe tudo e pode tudo, mas não sabe e não pode nada. A outra é a entrada da velhice, ou adolescência da velhice, quando o homem pensa que ainda sabe e ainda pode, mas na verdade, não mais pode e não mais sabe.(Walter Sasso)
A adolescência estacionava o olhar entre as varandas da rede onde o mundo tomava dimensões que o tecido bordava, a quietude das coisas embalava uma canção de ninar naquela insanidade de brisa e grilos e os ruídos que a natureza produz; sonhava um mundo sob os cachos dos cabelos e o milagre das coisas boas viria na voz grave da mãe, que cantava uma oração misturada ao cheiro de café matinal. A aranha tecia sua teia para as noites longas a catar aliens e objetos não identificados que se prendiam a seus fios pegajosos; entre as frestas das telhas entrava um facho de luz que não doía nada, mas diziam mísseis apontados pra Washington e Moscow. Os meus cachos protegiam a testa, o medo que pudesse transparecer da guerra fria se perdia no meu jovem entendimento e na minha gentil ignorância; o meu olhar atravessava o tecido da rede, a aranha atravessava a noite, os misseis atravessavam os pesadelos tornando real a profecia do apocalipse; Londres, Nova Iorque e Paris vaporizavam os gases de ogivas letais; "não concluir meu último poema" era um grande arrependimento; Priscila jogando peteca na calçada era uma grande preocupação; não morreremos de infarto era uma constatação. Esta ansiedade estressante ditava o ritmo do cotidiano, mas tia Matilde, a professora de história ainda mencionava tratado de Tordesilhas, a colônia, o trabalho escravo e tudo o que nos fora usurpado pela coroa portuguesa. No final da tarde Priscila cantarolava Jerry Adriani, os pescadores bebericavam, entre uma, e outra história fantástica de pescarias inimagináveis; a aranha devorava suas presas, os armadores rangiam os meus medos embalados na rede, protegidos pelas varandas e as fantasias da minha adolescência
Na adolescência eu era um anjo triste
Desses que perambulam,
que caem, que existem
melancólicos, sonhadores,cinzentos
Como os finais de tardes dos dias invernosos
A minha solidão respingava nas vidraças
Como a neblina fria jogada pelo vento
Que doía fundo na minha carapaça
E a minha angústia,
a dor daquele sentimento
A solidão de me sentir sozinho
Não era solitária, era uma multidão
E como cada um faz seu rumo, seu destino
De fazer da multidão, a sua poesia
Aquele garoto triste um dia teve o tino
