Admirar outra Pessoa

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Uma das coisas que mais admiro nas pessoas, é a coragem...
Coragem de ser quem é...
Coragem de lutar pelo que se quer...
Coragem de falar o que tiver...
Coragem de enfrentar o que vier...
Coragem de corrigir quando puder...
Coragem de viver intensamente e seja o que Deus quiser!

Inserida por Waceila

Mesmo com as Falsidade e as quedas que por dentro mata
Em Volta de quem me admira minha Humildade se destaca !

Inserida por lowkinhasskt

Admiro gente

Admiro gente guerreira, que caí, mas sempre tenta se levantar.
Admiro gente de luz, que distribui alto astral.
Admiro gente inteligente, que sabe gostar do que lhe faz bem.
Admiro gente consciente, que não precisa perder pra valorizar.
Admiro gente de verdade, que sofre e chora, que erra e acerta, mas que nunca deixa de lutar para ser feliz.

Inserida por reinaldoluzsantos

Admiro os que fazem a paz, mas a real grandeza está naqueles que lutam e vencem a guerra.

Inserida por ELIFRANCESGALDINO

O PEQUENO ADMIRADOR

Ouvi o primeiro ruído de cascos pisando a grama, mas continuei deitado de bruços na esteira que havia estendido ao lado da barraca. Senti nitidamente o cheiro acre, muito próximo. Virei-me devagar, abri os olhos. O cavalo erguia-se interminável à minha frente. Em cima dele havia uma espingarda apontada para mim e atrás da espingarda um velhinho de chapéu de palha, que disso logo o seguinte:
– Seu moleque, nunca mais se atreva a entrar em minha propriedade para roupar as minhas jabuticabas. Se voltar aqui novamente, vou ter de lhe ensinar uma lição mais dolorosa!
Seu Juca era fazendeiro, dono do Sítio Mirabela. Ele e sua esposa, d. Gertrudes, vinham de uma cidadezinha interiorana, recém-casados, para criar a família no interior do Espírito Santo. Tendo comprado uma propriedade não muito extensa na comunidade de Fumaça, no município de Santa Leopoldina, cultivava ali alguns pés de café para consumo próprio, tinha um milharal que ocupava pouco mais da metade da propriedade e um pomar com duas mangueiras, três goiabeiras e vinte e cinco jabuticabeiras.
A comunidade de Fumaça, atenta com os últimos avanços tecnológicos que eram diariamente apresentados noticiários de TV que chegavam a eles através do sinal das antenas parabólicas, conseguiu reivindicar uma melhoria nas escolas próximas a região, além de ser contemplada com uma equipe constituída de cinquenta profissionais da educação – mistos entre língua portuguesa, matemática e matemática financeira, química e física, biologia, empreendedorismo, direitos humanos, dentre outros – que vieram acompanhados de sociólogos com a finalidade de educar aquela comunidade. Dessa forma, apesar da imagem de caipiras que recebiam dos habitantes das metrópoles, aqueles caipiras em especial, possuíam amplo conhecimento.
Seu Juca foi o fundador de todo aquele movimento chamado EDUCAÇÃO CAIPIRA.
Zeca, um menino de onze anos que viviam com os pais e mais três irmãos mais velhos numa casinha próxima, era o menino que seu Juca tinha flagrado roubando jabuticabas. Era de baixa estatura, negro de cabelos crespos e de olhos cor-de-mel incrivelmente penetrante. Era conhecido na comunidade por possuir uma audição boníssima; era capaz de ouvir o roncar do motor de um carro há quilômetros de distância. No entanto, justamente naquele dia em que, faminto, entrara nas terras de seu Juca, a distração não lhe permitira perceber a presença do velho nas proximidades do pomar.
Seu Juca andava sempre armado com sua velha espingarda calibre doze. Apesar de velho, tinha fama de machão. Tinha uma personalidade dura e carrasca; não importava quem fosse a pessoa, se pisasse na jaca comeria até a casca.
Zeca estava faminto. Sua mãe e seu pai tinham ido até a cidade de Cariacica para fazer umas compras. Seus irmãos não estavam em casa. Sua mãe não tinha deixado comida pronta e, como não lhe restara outra opção, invadiu o terreno daquele velho ranzinza.
As jabuticabas eram as únicas opções que lhe restara. As mangas e as goiabas, embora sustentassem mais, estavam numa altura que para Zeca era inatingível; sua baixa estatura não lhe permitia alcançar as demais frutas.
Sua família, mesmo vivendo naquela comunidade onde quase todos eram de classe média alta, era uma família humilde. Não possuíam recursos suficientes para que vivessem despreocupados. Por vezes, passavam até fome. Sua mãe era lavava as roupas da vizinhança e seu pai vivia de bicos. Dois de seus irmãos ganhavam alguns trocados capinando quintais e sua irmã passava as roupas que a mãe lavava. Já ele, só fazia estudar, estudar e estudar. Sonhava em tornar-se professor de matemática; vivia perambulando às margens do córrego que passava perto de sua casa, com um graveto em mãos e escrevendo fórmulas matemáticas na terra vermelha, tentando calcular a largura do rio, ou até mesmo a velocidade da água.
Ele era uma espécie de admirador secreto de seu Juca, pois apesar de ser um velho rabugento com as crianças, era um homem muito inteligente, principalmente quando se tratava de matemática. Seu Juca era capaz de fazer contar que para ele ainda pareciam complicadas simplesmente com o a terra vermelha e o graveto da mente.
Zeca vira certa vez um menino na televisão que também adorava matemática. Entretanto, esse menino – que viera a torna-se seu melhor amigo, imaginário – adorava também escrever em um caderninho com cadeado sobre todas as suas descobertas matemáticas e sobre as pessoas que admirava. Sem hesitar, Zeca pegou um caderninho que a muito usava para desenhar – desígnio para o qual não havia sido convocado – e arrancou as poucas folhas usadas; arrancou também a capa que estava em péssimo estado, pintou-a com um giz de cera; seu caderninho não tinha cadeado, mas com um pouco de esforço, fez um pequeno furo no centro da borda das folhas e as confidenciava com um pedaço de arame que cuidadosamente era dobrado pelo menino.
O susto daquele dia o tinha deixado indisposto a escrever e a fazer contas, como fazia todos os dias. Suas notas em matemática eram sempre máximas e, por consequência da escrita que praticava em seu caderninho, também tirava ótimas notas em suas redações.
Com seus amigos, Zeca adorava contar sobre o que observava de seu Juca. O modo que ele tratava d. Gertrudes, o carinho e ciúme que tinha por sua única filha. O modo como mascava seu fumo. Como acariciava sua espingarda na hora de ia limpá-la, além de como a chamava de única amiga.
– Ele é um cara legal, Pedrinho. Mas ele nunca vai gostar de mim.
– Aquele velho caduco não gosta de crianças, Zequinha, não perca seu tempo com besteiras!
Já em Cariacica, os pais de Zeca preparavam-se para voltar para Fumaça. As compras já haviam sido meticulosamente arrumadas no porta-malas do Montana que haviam ganhado em uma promoção daquele mesmo supermercado que faziam compras no bairro Cariacica Sede. A alegria de conseguir fazer compras – que era indescritível para eles, já que não tinham esse privilégio sempre; já completara seis meses desde a última compra – emocionava aquele casal que eram sempre muito unidos. No caminho de volta, nas proximidades da comunidade de Fumaça, enquanto subia a Romana, um pneu da Montana estourou. O susto fizera o homem perder o controle do automóvel; resultado: perda total das compras, veículo bastante destruído e um humilde pai de família morto. A mãe havia ficado em Mangaraí, onde sua filha já estava esperando para iniciarem mais um dia cansativo de trabalho.
Zeca estava com seu graveto fiel nas mãos, sentado em uma pedra, resolvendo uma equação de segundo grau que vira na escola na sala de aula de um amigo. Ele estava próximo à Fazenda Fumaça e ouviu um estrondo gutural que vinha da Romana. Sem pensar duas vezes, guardou sem graveto no bolso, escondeu seu caderninho preso à caneta por debaixo da camiseta, fixo pela bermuda velha, encardida e rasgada que usava e correu para o local.
Ele apertava fortemente os olhos esfregando-os na intenção de certificar-se de não estar tendo um pesadelo ou uma alucinação. Custou para que caísse a ficha e suas ideias retomassem. A cena para ele era simplesmente chocante e inaceitável.
– Nããããããããããããããããããããããão!
Pasmo, Zeca correu aos prantos na direção do Sítio Mirabela, pelo mesmo caminho que sempre percorrera, mas que com seus pesares parecia não mais ter fim. Olhou para trás e a única coisa que viu foi uma nuvem de fumaça retilínea que vinha do brejo que a Montana estava.
Cinco segundos após avistar a fumaça, o que Zeca avistou foi uma enorme explosão.
– Papai! N-n-não p-p-pode s-ser...
Imediatamente correu para o sítio, para pedir ajuda àquele quem admirava. Lá chegando, encontrou seu Juca agitado e preocupado com a explosão que ouvira. Ele estava carregando sua espingarda na intenção de sair preparado para tudo. Ao ouvir os gritos de socorro do menino, o velho não pensou. O ódio que carregava dentro de si daquele menino falou mais alto. Na verdade, os três tiros que disparou com a Berna, como chamava a maldita arma, falou mais alto que os dois.
– Eu avisei que se voltasse aqui a lição seria mais dolorosa, excomungado dos diabos! Agora tente aprender, seu moleque infeliz!
Com uma frieza espantosa, seu Juca montou seu Manga-larga Machador e saiu em direção à Romana. Passou por cima do menino e esguichou um cuspe amarelado pelo fumo que vivia a mascar.
Ao chegar tornar a casa e saber a notícia da morte do menino e do pai, a mãe de Zequinha caiu enferma por amor; seus três irmãos, embora inconformados, não receberam permissão da mãe para acertar as contas com aquele velho assassino. Ela lhes dissera que não deveriam fazer mal ao seu Juca, pois o Filho Santíssimo não se agradava das pessoas más.
Quando retornou, seu Juca tendo ido retirar o corpo da criança que jazia morta em seu quintal, encontrou junto deste um pequeno graveto que reconheceu como sendo de um dos galhos de uma das jabuticabeiras de seu pomar. Encontrou também um caderninho ensanguentado que estava lacrado por um pedaço de arame. Praguejando o menino por sem um moleque intrépido e destemido, começou a destrancar aquele caderninho sem nenhum cuidado.
Abriu-o.
Estava escrito na primeira página:

Me espelho no senhor, meu matemático preferido.
Seu Juca, eu sou e sempre serei o seu maior pequeno admirador!

Inserida por RenanPF

Admiro pessoas que não sofrem uma metamorfose por causa de um status de relacionamento.

Inserida por GabrielaStacul

Admiro todas aquelas pessoas...
que mesmo depois de uma noite mal dormida...
acordam de manhã com alegria no seu coração!!
Mesmo depois das quedas que a vida tem...
encontram sempre a coragem de levantar-se.!
Elas não precisam de elogios nem...
de palmadinhas nas costas!
Sabem falar...pedir desculpas.!!
São educadas e muito otimistas!!!

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Tu és formosa
Tu és o espetáculo da noite
Tu és a admiração das estrelas
Tu és única

Tu és minha lua branca...

Inserida por suellenferraz

Espero um dia podermos juntos caminhar pela areia da praia... um dia em que juntos poderemos admirar o nascer e o por do sol sem nos preocuparmos com o dia de amanha.

Inserida por marceloborges

A mais admirável beleza está nos olhos daquele que olha para dentro, antes mesmo de lançar seu olhar para fora.

Inserida por potirasouto

Sempre escutei o vento... sempre admirei as estrelas, o céu, os passaros, e principalmente tudo que é simples mas veradeiro, a essência do amor estar nas pequenas coisas, nos pequenos gestos no amanhecer , no amor a todas as coisas que Deus nos deixou, para exufluirmos, para admirarmos e lembrar que ali está ele! ali estar o bem estar, e a verdadeira felicidade...

Inserida por Polly2

Coração de helianto, que coisa mais bela... é essa admirável flor amarela... que no brilho da luz se revela... como se fosse o sol, o grande amor da vida dela !

Inserida por almanysol

Existem tipos de personalidades narcisistas que dependem da admiração alheia para viver e aumentar a sua idolatria.

Inserida por Shallkytton

Posso estar onde eu tiver, no degrau mais alto, vendo tudo de cima, admirando as coisas mais belas da vida, viajando todo final de semana para onde eu tiver vontade de ir, anda no melhor carro, ter os melhores amigos, ter um grande amor,ter saldo na minha conta bancaria ter a minha familia unida, ter o melhor sobrinho ter a alegria da vida o brilho no olhar e a vontade de lutar..
Mas jamais me esquecerei da minha origem humilde, com muitas dificuldades, sem opções, sem vontade de lutar, por isso nao passarei por cima de ninguem, serei sempre o mesmo que todos conhecem o GUI!! e do alto do degrau vo estender a minha mão para trazer o maior numero de pessoas que eu puder, quero que todos experimentem o que estou experimetando agora!!! obrigo meu DEUS, sei o caminho que percorri para chegar aqui, e posso te afirmar que vou nao te decepcionar, vo comprir o que prometi!!!!

Inserida por guilhermekauling

Tem algumas pessoas que eu via e admirava por ter humildade que hoje em dia, vejo que não era bem assim.

Inserida por ingridribeiro

Admiro as pessoas que têm personalidade e, acima de tudo, conseguem distinguir as verdadeiras ações produtivas na sociedade. Admiro mais ainda aquelas pessoas que sabem conquistar o seu espaço, pois lutam incessantemente por isso, estudam, esforçam-se e são respeitadas pelo simples fato de fazerem a diferença. Mas o que eu jamais compreendo são aquelas pessoas que não possuem objetivos na vida, não buscam melhorias e, além disso, perdem seu tempo preocupando com aqueles que estão muito à frente nas conquistas.

Inserida por regianemachado

Muito admiro a tua beleza
Flor que a natureza plantou em meu jardim
Teus olhos são pétalas todas coloridas
E o brilho da vida trouxestes pra mim
Vinhestes pequena como uma semente
E fostes crescendo exalando o amor
Agora es grande bela e formosa
A mais bela das rosas veio para mim

Inserida por salomao8

Nunca se admire de sua beleza ou da beleza de alguém, pois a beleza e passageira, se tiver que admirar algo admire o amor pois ele e eterno.

Inserida por Tell2100

Me espelho no sorriso de quem me admira,sobrevivo pro amor de quem me ama,sigo á todos que me fazem ir pra frente e me fortaleço da inveja de quem me odeia

Inserida por thoughts

Seja um vitorioso sobre a honra e a gloria de Deus, sobre a sua justiça, quão admirável Senhor é o teu nome, Sl 8:1. Você é um vencedor em cristo Jesus, dificuldades fazem parte das nossas vidas . Existem momentos que nos angustiamos, que nos entristecemos, mas isto faz parte da natureza humana, se tivermos que chorar, choraremos, coloquemos para fora as nossas angústias, tristezas. Lembre-se não somos máquina, nem sempre podemos estar de cabeça erguida, existem momentos que precisamos estar em nós mesmo, com Deus, refletindo, meditando, pensando e buscando através do Senhor o acalento certo, a luz e a iluminação para resolvermos os nossos problemas.

Inserida por juliodipaula