Adaptação
A medida que o tempo passa, a vida vai encontrando formas próprias de se organizar, como um liquido dentro de uma garrafa. As experiências vão se acumulando e nós, nos adaptando a elas. É como naquelas frases de inspiração do Taoísmo, temos de ser como o rio e deixar-se fluir. Ou talvez, seja algo bem mais forte do que isso, bem mais direto e letal, como no Darwinismo: Quem não se adapta, morre.
tente ser menos rígido, nem tudo é branco ou preto na vida, temos que nos adaptar a todos os obstáculos dia após dia.
o vidro é muito rígido, mas quebra com facilidade, o aço é rígido; no entanto, se você tentar dobra-lo, o bambu é muito forte, muito duro; no entanto, ele pode dobrar para isso, não quebra, tenta ser como bambu.
Em dias de rotina, a vida se afunda,
Na mesmice constante, ela se acomoda.
Mas surpresas, ó, como são queridas,
Quebram a monotonia, trazem cores à vida.
A estagnação se afasta, o tédio se desfaz,
Quando o inesperado nos faz sua paz.
Em desafios novos, encontramos a força,
Para crescer, aprender, sem perder a nossa bossa.
A diversidade é a chave, a imprevisibilidade,
Nos guiam pelo caminho da nossa habilidade.
Cada dia é único, cheio de oportunidade,
Para descobrir paixões e mostrar nossa verdade.
Laços se tecem, vínculos se formam,
Nesse turbilhão de vida, onde nada é uniforme.
Somos resilientes, adaptáveis, no balanço desse mar,
Apreciando cada instante, sabendo aproveitar.
A estabilidade é boa, tem seu lugar,
Mas é na diversidade que podemos brilhar.
Então celebremos a vida, com sua dança sem igual,
Cada dia trazendo um novo e belo vendaval.
Não somos uma espécie adaptada ao sucesso, mas sim ao sofrimento.
A leitura da palavra num livro vale mais que mil imagens prontas numa tela... A imaginação que surge através da leitura cria muitos filmes na mente, de diversos gêneros...
Eu me adapto às ações, não às palavras. E tente você se adaptar às minhas mudanças, caso o que você faça não corresponda ao que você fale!
Mesmo com máscaras, eles sentiam-se extremamente sensíveis um ao outro e ao que sentiam, dentro daquela projeção discreto que ambos fazia-se caber.
Desequilíbrio
Palavra de ordem: individualidade.
Eu e eu. Isso é o mais importante de tudo. Uma relação comigo mesma completamente sólida, um eterno monólogo - graças a Deus (os outros não têm nada a dizer - nada realmente importante, nada que faça diferença).
Ah! mas me mantenho conectada - internet, graças a Deus. O mundo virtual... tão (ir)real... tão ao alcance de minhas mãos.
Valores? Sólidos ou líquidos? Líquidos, né? Afinal tudo é descartável.
Vítima? Não, claro que não. Produto da evolução. E como sou líquida, conformo-me às situações, adapto-me às circunstâncias.
Novo cenário. Ultrapassada eu? Jamais!!
Claro, nada de generalizações, já que não sou burra.... há exceções, sempre as há.... nem todos são assim, nem sempre eu sou assim... ou assado... entendeu?
E você? Opta pela individualidade ou ainda encontra dentro de si resquícios de solidariedade? Há equilíbrio no seu desequilíbrio?
Considera-se saúde e doença como um único processo que resulta da interação do homem consigo mesmo, com outros homens na sociedade e com elementos bióticos e abióticos do meio. Esta interação se desenvolve nos espaços social, psicológico e ecológico, e como processo tem dimensão histórica... A saúde é entendida como o estado dinâmico de adaptação mais perfeita possível ás condições de vida, em dada comunidade humana, num certo momento da escala histórica... A doença é considerada, então, como manifestação de distúrbios de função e estrutura decorrentes da falência dos mecanismos de adaptação, que se traduz em respostas inadequadas aos estímulos e pressões aos quais os indivíduos e grupos humanos estão continuamente submetidos nos espaços social, psicológico e ecológico.
