Abelhas
ABELHAS E ESCRITOS
(24.03.2019)
Eu te abraço em meio as abelhas,
Que simbolicamente revelo no coração,
E nisso, derrama em nós o doce mel,
Da inocência vivida por nossos olhos.
Transcendo o mais que posso,
Quando a inspiração vem me buscar,
Incontrolável a sede que tenho,
De desejar sentir o teu perfume.
Contudo, misturo esse querer,
A impossibilidade de amar!
Parto do seguinte principio:
Um poeta só a poesia se entrega,
Por versos em que se pode tocar.
Junto-me aos outros escritos...
Dos quais são apenas papeis amarelados,
Guardados em algum espaço da casa.
A Rosa do Deserto chega e se vai sem alardes.
Não atraí muitas abelhas.
Não se defende com espinhos.
Nem morre despetalada.
Mas, nos encanta com sua simplicidade de flor...
Breve a vida das abelhas...
Porém, intenso viço, sabor, visão e missão de
sua trajetória!... Imensurável presença que integra e entrega!
Setembro todo em flores;
borboletas a voar;
abelhas fazendo mel;
passarinhos a cantar....
E Deus lá no céu a todos abençoar.
Muitas vezes os homens agem como as abelhas... depois que sugam o néctar, vão em busca de outras flores.
As abelhas respeitam as flores...elas se alimentam de seu néctar,sem machucar suas pétalas...Deveríamos agir da mesma forma...Nos alimentarmos da sabedoria do outro,sem magoar seu coração,sem ferir em palavras,sem enganá-lo nas emoções...Ainda temos muito a aprender e muito mais a praticar.
O poeta trabalha com às palavras, como as abelhas trabalham na colmeia... Algumas vezes, se encontra um ferrão!
Eu Nasci, em um cenário de campos verdejantes, e colinas verdes,as margens do ribeirão das abelhas, e do Rio borá, foi fundado minha cidade, assim sobre o patrocínio de Maria, depois de levantar o cruzeiro e o Conego-Hermogenes rezarão a primeira missa da região na presença de duas Maria-assim começa a história da minha cidade, Uma ausente, a outra sempre presente..." Bem-aventuranças, por Bem-aventuranças, a luz das três leis fundamentais da doutrina espírita, primeira Lei do amor, segundo lei da reencarnação, terceiro lei do progresso, cada um de nós conquista aquilo que Jesus prometeu pelos seus próprios esforços"
Entre abelhas e mel
Tão linda , tão meiga
tão rude , tão neura
Cabelos loiro , olhos que não tem cor
Brilho que não brilha ,
Luz que não ilumina
vida que não se esquece
calor entre noites
e assim o nosso dilema
Que não define abelas e mel
Só os pássaros e as abelhas sabem o que temos,
Um pouco mais alto, um pouco mais baixo,
Porque nós chegamos, chegamos tão longe, oh querido.
Casta genética das abelhas: abelha-rainha, operárias e zangões. Claro que existem subdivisões como as polinizadoras, batedoras, limpadoras de favos, fazedoras de cera (sindicalistas)... Sociedades de melhor gestão pública, colônias organizadas, possuem maior longevidade, menor taxa de fertilidade por responsabilidade social; e não por queda da luxúria dos zangões. Mas qual é o ponto aqui? Até onde eu saiba, não fora identificado no genoma humano qualquer indício de sistema de castas.
Uma abelha diria que uma invenção tem a capacidade de ser enfeitada como o máximo poder abominável do imaginário. A verdade é fria, mas linda e abstêmia: abelhas morrem pelo bem da colônia. A mentira social humana tem sabor de fast-food.
