Abandono
Nada justifica o abandono. Aquele que protege sua família, com certeza realizará os sonhos mais íntimos do seu coração.
Para, chega, eu já não aguento mais. Abandono a missão, pulo do barco, ergo bandeira branca. Já não tenho mais forças para continuar nesse caminho, e se você não pretende me amar, não repara mais já estou indo, vou sair a procura de um amor que me faça voar. Você não pode ser o suficiente pra mim quando nem ao menos é para você. Enfim, Adeus!
Quem Pula Fora do Barco na Ultima Hora, Não e Sinal de Abandono. E Por que Nao Quer Ver a Corda Arrebentar Para O Seu Lado.
Num barraco de madeira sentem a dor do abandono.
A dor da surra.
A dor do álcool, que transforma em monstro seu progenitor.
Carregam em suas cicatrizes as ofensas e furto de sua dignidade, o medo.
As lágrimas escorrem sem testemunhas, almas inocente se perdem diante do mal.
Todas as ilusões e os pesadelos são reais.
Uma angustia, a dor da fome alimenta sua queda.
Tendo certeza da desgraça caminham com mais firmeza em direção a morte.
Caídos nas ruas os anjos se calam.
Seu choro não é escutado pelos ouvidos omissos.
Essas vítimas do capital sofrem sem poder de luta.
Sem força para uma resistência.
Calados tentam alimentar seus vícios gentilmente incentivados pelos adultos.
Buscam alimentar suas ilusões, perseguem o sorriso num saco com cola.
Buscam diminuir ali o frio das ruas, do vento que corta seus rostos pequenos nas madrugadas, da fome que os devora.
Tentam fugir do medo, medo do mundo que eles não pediram pra vir, e do qual sempre tentam deixar.
No momento em que os anjos caem, lagrimas escorrem dos céus.
O opressor se alimenta, das suas dores, de seus sonhos perdidos, de suas cicatrizes.
No momento em que os anjos caem, eles nos mostram o quanto ainda somos perversos.
Pois carregam em seu corpo as marcas da vingança, pois muitas vezes são oprimidos pelos oprimidos, como seus progenitores e, nas ruas o opressor mostra sua verdadeira face.
São inocentes, sem consciência de bem ou mal, mas já sabem que a face do bem nunca se mostrará a eles.
Somente a feição perversa e maligna do mundo seus olhinhos pequenos conseguem enxergar.
E assustados, apavorados diante do poderoso inimigo, diante de grandioso sofrimento, eles agem como anjos caídos, devolvem de forma muito fraca, uma resposta a tudo isso.
No momento em que os anjos caem, toda a humanidade desce com eles.
O abandono é um estado da alma diante das atitudes de quem contávamos que estaria sempre ao nosso lado.
Me retiro,
Abandono o palco,
Me coloco atrás da cortina,
E já não vejo a platéia,
Apenas à escuto...
Hoje estou de luto,
E finjo não ter nada a dizer,
Algo que de fato
Já nem me culpo.
Eu não me iludo mais
Com quem não me olha nos olhos,
Com quem se camufla atrás dos próprios sonhos,
E se perde dentro de seus pequenos planos.
Eu simplesmente faço o que eu não deveria conceber...
Eu apenas me retiro,
Abandono o palco,
Me coloco atrás da cortina,
Mas agora nem escuto a platéia,
Ela já não está mais alí...
O amor por mim tem 3 estações onde o frio é o abandono"nessa estação chove lágrimas nos olhos dos que se encontra sobre efeito da louca paixão"a prima-vera"nesa estação salvise quem poder é o momento de arancar o coração pertencente a alguem e entregar a outro"O verão "esa é a estação mais esperada pelos caisais apaixonados é nesa estação onde os corações se aquecem sobre efeito de paixão.
se Deus me deu tudo, tudo Ele pode tirar, mas a fé eu nunca perco, eu nunca abandono, porque eu sei que se Ele tirou, pra mim isso não presta.
Criei um dicionário lunar
Para as coisas cercadas de sonhos
As quais nunca abandono
Na hora de acordar.
Escolho ser otimista em relação à tudo e à todos, abandono a tristeza e o negativismo, quero mais é viver bem!
Oh, olhos malditos
Que tira meu sono
Me ensinou o que é o amor
E o que é o abandono.
Oh, malditos olhos
Que eu busco tanto
Que rouba meu fôlego
E me causa espanto;
Malditos olhos verdes daquela criatura
Que me causa delírios;
Me levando a loucura.
A utopia me leva além do infinito
Sofro muito por amar
Esses olhos malditos.
A baixa autoestima da população já habituada ao abandono da coisa pública, ao feio, ao sujo, ao mal acabado, aliada à falta de consciência coletiva e de educação do povo, faz com que todos percam, com que todos se nivelem por baixo, com que todos comunguem o absurdo de misturarmos a imundície pública do descaso com a nossa imundície cívica, essa armadilha tupiniquim disfarçada de malandragem que nos faz tropeçar na nossa própria podridão nas vias públicas, nas nossas casas e nas nossas vidas em comunidade. Vamos em frente! Existem muitas mentes a serem saneadas, abertas, desinfectadas, reconfiguradas e transformadas em algo que valha a pena acreditar.
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