A Vida é um Eco
O silêncio me ensinou mais do que mil conselhos, Nele eu ouvi o eco das minhas verdades escondidas, os ruídos da alma só se calam quando são encarados, e hoje não temo mais minhas sombras, eu converso com elas até que se tornem luz.
O vazio é uma câmara de eco projetada para reverberar sua própria voz, a única e mais cruel solidão é a ausência do seu eu naquele espaço que clama por
sua presença.
O futuro é um território virgem que só manifesta a gentileza que você permite, ele é um eco direto da sua permissão para a felicidade. A sua capacidade de sonhar é a primeira e mais importante arquitetura do amanhã que
você deseja construir.
O "deus" que você adora provavelmente é apenas o eco da violência que seus ancestrais sofreram para se ajoelharem.
'Facil como um click
so ligar e desligar .
Apenas um cd caido
dentro do carro.
So o eco da cancao
que nao se ouve mais
mil veses ao dia.
Nada alem da pausa na voz
quando um nome e dito ao acaso.
Quando for so isso
de verdade
entao pode ser que seja pra sempre.''
MEU AMIGO, EU
Ouço em segunda voz,
como um eco em retorno de uma rocha.
A função do subconsciente
nem retarda, nem falha,
um aviso sem som presente,
mas uma intuição de forma concreta.
Provando que seu melhor amigo é você mesmo,
chacoalha teu entusiasmo,
faz seu corpo tremer de receio,
um medo sem dor presente,
por um futuro de dor ausente.
Que bom termos esse amigo dentro de nós,
conversas a um, é sinal de conselhos certeiros.
O elo da confiança alheia é infinita,
nem sempre você é o melhor amigo de seu melhor amigo,
a corrente pende a outra pessoa.
Seu aprendizado, às vezes não entra pelos ouvidos,
já está dentro de sua mente,
esperando por você aceitá-lo.
O profundo silêncio que se escuta. Eco de liberdade. Fios de cabelo no chão. Quantos cairão até o final do último parágrafo?Eu celebro o ato de descamar diariamente. Um pedaço de pele. Um pedaço de unha. Um pedaço de palavra. Esfrego a minha senhora, enquanto tomo banho. Retiro o cheiro dela, disfarço o gosto, camuflo o medo. Eu entrego, sem objeções, o meu império. Os pés dançam sob o abismo velado a espera diária por uma solução eficaz. Eu bebo a minha eternidade no café da manhã. Assopro as certezas para longe. Peço para que em breve, não haja mais chão. Nem buracos. Nem padrões. O meu tempo deve ser todo consumido. Me despeço enquanto apago as memórias deixadas. Intercessões, alegrias, dores, marcas, as cicatrizes e afins. Os pormenores serão abortados. Até que tudo vire ausência. E o acaso me transforme em lembrança.
“O eco das palavras do padre ainda vibrava na sua consciência: ‘habitar continuamente uma miragem criada pela nossa obstinação’. E não era assim que ela vivia, encerrada dentro daquela atmosfera de ódio, incapaz de se libertar dos fantasmas criados pela sua fantasia? Que pior maldição poderia existir além daquela, que pior castigo poderia receber das mãos de Deus?”
É como dizem, quem quiser realizar aquilo que sonha,
repita em voz alta, o eco se encarrega de propagar.Por-
isto me conecto ao Universo, para que quando o som for-
reproduzido, viage em anos luz até você.
Canto a falta de eco que tanto incomoda a minha alma.
Canto os ciscos do meu coração em cada estrofe e
em cada gesto que movimenta os vazios tão cheios de mim.
Sozinha
Eu acordei assustada
Na vastidão do meu quarto eu escutava o eco dos meus batimentos cardíacos
Olhei para o teto e me vi flutuando
Eu só tinha olhos, não tinha boca e não tinha nariz
Não me tinha
Através dos meus olhos eu olhei pra dentro de mim
Um gosto de sorvete me veio à boca
Senti um olor de quando era criança! Era de mim mesma
Eu me ilhava aflita... Não tinha boca eu me olhava
Sozinha eu gemia
Sozinha eu ficava
Com os olhos gritava
Sozinha e frustrada... Gélida, pálida e inerte
Só
No abismo da minha cama diante de tal situação eu grito
Meu corpo inquieto. Não para
Estico-me
Me aperto me encolho
Escolho-me
Olhei para o teto e me vi flutuando
Do teto no fundo do olho me vi esticando
Flutuando eu deprecava não me ver acuada
Eu era a esquivança do eu a vir
Eu era uma borboleta nos ombros outrora no nariz
Fiquei de pé encima da cama
Estava meio tonta, mas a estese de me ver trouxe-me equilíbrio
Olhava meu corpo que flutuava
Meu corpo acalmava
Eu não me aceitava
Eu não sou eu
Eu era um estado, não era lesiva eu era nociva e ativa
Nutar não era de mim
Flutuando eu me olhava
Com semblantes pavidos
Eu me olhava naquilo que eu não precisava ser
Nem queria ser
Entendi porque ali presente eu flutuava
Esta era o que eu tirava de dentro de mim
Era a renuncia e não agüentava
Repudiava
O meu flutuar era salutar
Eu posso gritar
Eu quero gritar
Rasgar os pulmões
Chorar e expurgar
Reconhecer o que sou
Não é o que sou
Apenas um estado
Sozinha. Só
Desabafe, nem que seja consigo mesmo. Porque se você não transmite o que sente, uma ópera com eco , fica preso dentro de você
Gritos. Abafados.
Começo de noite.
Pés gelados. 4 pés.
Esqueço o resto.
Aqueto o eco.
Desfaleço. Faleço.
Em um calcanhar.
Que nunca mas ousei rever.
Fim de noite.
O que mais deve ser difícil para um hipócrita é ter de ouvir o eco duma proposição que a duas milhares de anos perdura sob toda a face do mundo com a mesma intensidade, ou em outras palavras, em alto e bom som: "quem não tiver pecados que atire a primeira pedra" !!!!!!!!!!!!!!!
O seu grito é o eco do seu destempero.
Assim como o seu silêncio é a acústica da sua falta de atitude.
Narciso era um jovem e belo rapaz que rejeitou a ninfa Eco, que desesperadamente o desejava. Como punição, foi amaldiçoado de forma a apaixonar-se incontrolavelmente por sua própria imagem refletida na água. Incapaz de levar a termos sua paixão, Narciso suicidou-se por afogamento.
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