Calce os meus sapatos: frases para pensar antes de julgar
Antes de julgares a minha vida...Calça os meus sapatos e percorre o caminho que eu percorri, vive as minhas tristezas, as minhas dúvidas, as minhas alegrias!!! Percorre os anos que eu percorri, tropeça onde eu tropecei e levanta assim como eu fiz!!! Cada um tem a sua própria história! As pessoas tem que ter respeito, pelo o que somos e pela nossas escolhas...não SE METER NA VIDA DE NINGUÉM, no momento que se julga será julgado...Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é...."Ame tudo, confie em alguns, não faça mal a ninguém..."
Cada um escolhe seu proprio Caminho...Quem Semeia Ventos...Colhe Tempestades...Aceite suas escolhas...seus caminhos...
A vida não é um conto de fadas. Se você perder um sapato à meia-noite, é provável que você esteja bêbada.
O SILÊNCIO DE MADRE TEREZA DE CALCUTÁ
O silêncio se fez presente,
Dizendo tudo sem nada falar
Toca hinos com som ausente
De poesia, que não ouso declamar
Ouvindo-o, não se esculta
Foi feito pra escultar
O que em seu coração pergunta
E esse segredo vai lhe contar
Proseava com ele, e alguém a perguntar:
_Sabe o que vai pedir?
_Nada, só vim pra escultar
_Ele responde?
_Nada, só está pra me ouvir
A vida é uma incógnita , incalculável ainda não encontrei matemático algo que a poderá calcular tamanha equação do viver
Nos negócios, sou um homem frio e calculista. Na vida, sou um homem frio e calculista. Ser um moleque fraco induz a decisões precipitadas e por consequência a frequentes decepções. Seja racional, seja o 1%, o mundo já tem emocionados demais...
A Matemática da Vida
A vida é como uma equação:
somos matéria que calcula e é calculada.
Dividimos nossos problemas, multiplicamos nossos erros,
mas buscamos incessantemente as raízes do que somos.
Elevamos amizades ao infinito,
somamos sonhos e subtraímos dúvidas,
mas nem sempre encontramos a fórmula certa para equilibrar o "eu" e o "outro".
Na matemática da existência,
não é o resultado que define o valor,
mas a compreensão do processo.
A fórmula de Bhaskara parece distante,
mas, na verdade, reflete o que vivemos:
* O x somos nós, em busca de sentido;
* –b é o tempo que nos pressiona;
* ± é a dualidade de nossas escolhas;
* √Δ é o equilíbrio que precisamos encontrar;
* 2·a é o peso de nossos medos e responsabilidades.
A vida é uma equação sem solução exata.
E é essa imprevisibilidade que a torna única.
O amor não é o príncipe no cavalo branco que tudo tem e dá-te um pouco, é o vagabundo de calças rotas que tem pouco mas dá-te tudo.
Evoluímos.
Tiramos o chapéu, o sapato e as roupas engomadas e passamos a usar roupas soltas.
Paramos de dar bom dia, boa tarde, boa noite e aprendemos a fechar a cara.
Trocamos o céu azul e os jardins por uma tela reta.
Ignoramos a sabedoria dos mais velhos e nos tornamos alto suficientes.
O corpo ganhou mais valor que o cérebro.
Por fim evoluímos.
Gostaria de voltar o tempo onde éramos mais ignorantes.
Quando você for convidado para caminhar no coração de alguém, tire os sapatos, desnude a alma e seja sincero. É o jeito mais virtuoso de entrar na vida de uma pessoa e o motivo mais poderoso de permanecer.
“Acertar na vida não é calcular o que você faz todo dia, mas alcançar a velhice e descobrir que foram os erros que o fizeram chegar lá, este é o resultado.”
Para mim, o sucesso na vida profissional deve se basear em um simples cálculo: Entre para somar & multiplicar e não apenas para dividir & conquistar; Procure potenciar aquilo que é bom e radiciação para resolver os problemas, pois estes podem ter raízes pequenas!
Não é careta ser calculista, não tem nada de errado em pensar antes de agir. As pessoas fazem suas escolhas como se não houvesse amanhã, mas sempre há um amanhã.
Tenho manhãs de lagoa
outras de mar
mas sempre
um calçadão
para caminhar.
E a vida segue seu rumo...
Aprendi um novo caminho onde cada passo é calculado, aprendendo sem segredos o lugar onde todos nós somos arquitetos de nossas próprias vidas.
O VENTO DE EROS
Toda calçada tem meu desejo
Impregnado no vestido florido
Bailando com o vento presepeiro
Dissimulado num olhar sorrateiro
Que desnuda à donzela, eternamente ligeiro
Colorindo-a de vergonha postiça: vermelho
No brilho do olhar malicia e sorriso inteiro
O vento sessa
A saia para
Balança
E a vida perde todo seu encanto
