A Vida é a Arte do Encontro
A Arte de Deixar Fluir: Encontrando Paz no Agora
Neste exato momento da minha vida, estou em uma fase de profunda transformação. Decidi parar de procurar novos amores, afetos e relacionamentos. É como se uma luz interna tivesse se acendido, revelando que a busca incessante por um novo amor só trazia ansiedade e frustração. Agora, estou aprendendo a deixar fluir, a abraçar o que vem sem criar tantas expectativas sobre o que poderia ser.
Sinto um certo receio, uma sombra que me acompanha: o medo de que meu coração se encha de esperanças por algo que não seja saudável para mim. É um temor real, uma lembrança das vezes em que me deixei levar por promessas vazias e ilusões passageiras. Mas, nesse processo de soltar as rédeas, percebo que esse medo não precisa me paralisar; ele pode, na verdade, ser um guia.
Aprendi a não procurar, mas sim a deixar acontecer. E essa mudança de perspectiva é libertadora. Estou aprendendo a valorizar o agora, a apreciar a beleza do momento presente sem pressa de saber o que vem a seguir. E tá tudo bem! Cada dia é uma nova oportunidade de me conectar comigo mesma e com o mundo ao meu redor. Estou aberta ao que a vida tem para oferecer, pronta para acolher o inesperado. O amor pode surgir quando menos espero, e quando isso acontecer, estarei aqui, mais forte e mais consciente do que realmente desejo.
Neste espaço de aceitação e entrega, sinto uma paz interior que nunca havia experimentado antes. Estou aprendendo a confiar no fluxo da vida e no tempo certo das coisas. Deixo que as emoções venham e vão, sem me apegar a elas. Afinal, o verdadeiro amor começa dentro de nós mesmos; é ali que tudo se inicia.
ARTE PANDÊMICA
No alto do palco da alma
Segue o artista da vida
Poesia que acalma
Encurtando avenidas
Harmoniza a plateia
Ainda que distante
Encoraja a peleia
E permite ir adiante
Mesmo em teatros vazios
Emoção não se negue
A provocar arrepios
Pois a tua arte prossegue.
Sobre a vida e fé…
Que o instante se faça arte, no sopro do existir,
Um bailado constante, no tempo a prosseguir.
A cada alvorada, um dom que se revela,
O olhar desperto que a essência desvela.
Gratidão que floresce em cada pormenor,
No riso que ecoa, no mais terno calor.
Mudar o panorama, desvendar novo viés,
Verter luz no cinza, em sublimes revés.
O afeto em mil faces, que abraça e que conduz,
Em pura verdade, nossa própria luz.
Ser o que se é, sem receio ou disfarce,
No âmago da alma, que a felicidade enlace.
A crença que eleva, que não deixa esmorecer,
Impulso que transcende o simples acontecer.
E a dádiva divina, em tudo a nos cercar,
Sentidos aflorados, para sentir, amar e usar.
A arte modela o ser em função dos mecanismos singulares da vida, do plano físico às sutis linhas do psiquismo criador, "esculturando" os modelos predefinidos da alma imortal... Reflitamos sobre isso, e mergulhemos profundamente na razão e na leitura da Divina Arte...
Não existe o melhor “espetáculo”. A vida segue, e cada segundo é uma arte explêndida. Um lindo show inacabado, no palco das belezas infinitas....
Navegante destemido
Eu não temo a morte
Eu não temo a vida
Tenho arte atrevida
Não posso negar
Eu sou homem de sorte
E eu vivo sem norte
Navego sozinho
Por todo lugar
Para os grafiteiros a arte é como um estilo de vida, enquanto para outros o estilo de vida é comunicar sua arte
de modo inteligente, sadio e construtivo.
A arte dos ensinamentos cristãos prova e amadurece a vida cristã, fortalece as suas responsabilidades e mantém seus comportamentos dentro dos padrões e da disciplina do Senhor.
“A vida é a arte de saber conviver com a alternância de situações… Tudo muda o tempo todo, a melhor solução é exercer paciência ativa.”
Ney Paula B.
A arte descreve a vida, narra fatos e ocasiões, quem ama tem a vida pretendida, sobre fortes emoções.
Fora criada a arte para nos acalentar do excesso da vida, com ou sem filosofia que ilumina o caminho;
Ainda não aprendi a viver
Por quê? A vida é uma arte
E eu não me acho um artista
Com minha pobre interpretação
Tenho medo de que eu não aproveite
O longo e curto intervalo até que se feche as cortinas;
A arte reconhecida é desvalorizada por não reconhecerem o artista em vida, mas sim quando não está mais presente em vida...
