A República
Esta república tem duas leis. Primeira: todos somos livres. Segunda: aqui não há lugar para tiranos.
Uma república ilegítima oriunda de um golpe em um império sólido e próspero, cujo seu golpista, a saber Deodoro da Fonseca, jamais teve e jamais terá apoio popular. Realizaram o ato anti-democrático na madrugada, para o povo não se rebelar. Até hoje carregamos o fardo da Republiqueta de Deodoro, e seu positivismo enraizado nos pilares políticos, que favoreceram a velha política. Vivemos em uma república de bananas onde nenhum brasileiro estufa o peito para dizer que se orgulha ou dizer que a mesma deu certo. Nos tínhamos uma identidade, uma história que fora nos sequestrada. Mas o gigante irá acordar. Somos monárquicos desde nossos povos nativos, que se organizavam sempre na figura de um líder soberano. Seja cacique ou imperador, o Brasil é monarquista. Ave Império.
Os cont(á)tos que ouvi, dos nossos presidentes desta Républica marcelo e do ex-presidente acabado silva...
Quão grande, tal tão foi o meu tanto espanto;
quando sem contar de ambos dois ouvi;
em vez de contacto, o tal que escrevi;
nesse triste dos tais, chutar pra canto.
Pra canto, o português que em Portugal;
por portugueses deve ser falado;
não transformando o cágado em cagádo;
por tão limpinho ser esse anibal!
Assim o decretou que a nossa escrita;
o anibal e o coelho em pobre acordo;
que o marcelo, a se eleito prometeu...
Eliminar, mas lá se arrependeu;
pra não entrar com o tal em desacordo;
destruindo a entre todas, mais bonita!
Porque o (des)acordo ortográfico não é lei, evitemos o exemplo destes gandas presidentes!
A briga entre os Poderes da República só interessa aos envolvidos. Enquanto isso, o povo continua sua saga em busca de melhores oportunidades.
Por isso que o Brasil é uma República das Bananas. Esse povo medíocre só pensa em carnaval, futebol, novelas, Netflix e BBB.
"O professor é indispensável à construção, à administração, e ao desenvolvimento da República, sendo irrepreensível e inviolável por seus atos, ações e manifestações intelectuais no nobre exercício do magistério e da produção e disseminação do conhecimento, nos termos e limites da Constituição e das Leis."
O que resta dos Poderes na República do Brasil hoje, é o Poder Legislativo desfigurado e longe de representar a Casa do Povo.
Quando a Polícia da República de Moçambique acordar, será tarde demais para resgatar a dignidade deste País.
Monarquia, Democracia, Oligarquia, Teocracia, República, Autoritarismo, Totalitarismo, Federalismo, Socialismo, Comunismo e Anarquia.
Todos vieram para ficar. O difícil é a convivência.
A república tal como é, cuja palavra deriva do latim “res publica” ou “coisa pública”, não é algo digno de comemoração, em minha humilde opinião. Deveríamos comemorar algo que, assim como a origem de sua palavra, herda as ideias de um circo de magistrados e senadores discutindo o que é melhor para suas causas e ideologias, garantindo ao povo ser o melhor para todos? É ingenuidade pensar que isso, tal mentira como sempre foi, ainda existe aqui na república de bananas. O que existe são impostos, mentiras e safadeza que não se disfarçam como outrora; nada é para o povo ou pelo povo. Seria honesto chamar de público algo que foi, nas palavras dos próprios autores, “ tomado”?
Na monarquia a riqueza roubada ia para o castelo. Na república somos roubados com democracia.
PROCLAMAR = Anunciar, declarar
REPÚBLICA = Coisa pública, o que é do povo
PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA = Ter a decisão de escolher bons representantes para gerir políticas em benefício do povo.
República significa res publica, coisa do povo. A malversação criminosa da coisa pública é ação lesiva contra toda a sociedade; portanto, em detrimento de milhões de pessoas; é crime de lesa humanidade.
É inaceitável que um presidente da República, não eleito pelo povo, legalize o aborto, que resulta na perda de vidas e fere o direito constitucional à liberdade e à vida.
No Brasil, o dono do partido político que está o presidente da república manda mais no país do que o próprio presidente.
15 de novembro, a República nasceu, celebramos a liberdade, a soberania e o amor à nossa pátria!
Benê
A proclamação da República é situada conforme o modelo estabelecido pelo anedotário: "Deodoro, por fim, depois de manifestadas as suas preocupações, acabou por declarar: 'Venha, pois, a República', e fez um gesto de quem lava as mãos" (pág. 310). Assim, a queda da monarquia é caracterizada como acidental e resultante do humor ácido de um chefe militar
História e materialismo histórico no Brasil
A proclamação da República aconteceu assim, segundo o texto à página 244: "A esta voz, o velho cabo-de-guerra, que se achava doente, levantou-se indignado e pôs-se à frente das tropas para DERRUBAR O MINISTÉRIO". O grifo é do autor: significa que Deodoro não queria proclamar a República, que, assim, resultaria de simples acidente, tese cujo sentido é inequívoco. Na maioria de seus elementos, aliás, a cátedra de História representa o último reduto monarquista em nosso país.
História e materialismo histórico no Brasil
A República é a forma que assume, no Brasil, o processo de avanço das relações capitalistas, pois, quando, pára esse avanço, vai eliminando a geração colonial que o impedia. Para isso é que ocorrem as reformas, entre as quais a do mercado de trabalho se destaca. Daí por diante, nas áreas em que as relações capitalistas se desenvolvem, cresce o mercado de trabalho, isto é, o trabalho assalariado amplia seu espaço.
A República: uma revisão histórica
A pequena República que nasceu canhota, para se tornar leviana foi assassina e fez batota.
Vendeu a vida de milhares aos Bretões, e com dores de crescimento tornou-se autoritária por dois tostões.
Depois de exausta pôs o cravo ao peito para libertar, tornou-se ilusionista e começou a escamotear.
Nos tempos que correm continua latrinária com ar de asseada, usa água-de-colónia para não cheirar a depravada.
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