A Máquina
MÁQUINA DO TEMPO
Não creio que tudo na vida seja predeterminado; não mesmo. Apenas certos acontecimentos que marcam períodos importantes de nossa existência já vieram conosco de onde viemos.
Acredito, sim, em tendências. Nossos atos é que determinam as tendências do nosso destino quando estes acontecimentos ocorrem. É que eles trazem consigo uma gama de insatisfações, de dores, de incompreensões, de amarguras, intolerâncias, frustações etc., que são os carmas descritos pelos budistas e hinduístas.
Tendências são quase pré-escolhas, pré-decisões de nossa consciência, do nosso livre arbítrio. Elas também vêm conosco e afloram, diuturnamente, em nossa mente. São impressões que marcaram, um dia, nossa derrocada moral e se repetem no dia de hoje, como uma prova a desafiar a nossa capacidade de aprendizagem pelo dor já sofrida.
Nosso “destino”, então, que é traçado por nós mesmos, pode ser relativamente mudado a partir do momento em que escolhemos, tomamos uma decisão e a colocamos em prática.
A vida pode ser comparada a uma viagem com vias bifurcadas e rodovias vicinais, mas cujo destino é certo e imutável: O progresso moral e intelectual da alma, adquirido através de inúmeros percursos. Cada estrada escolhida e percorrida por nossa vontade apresenta uma tendência mais ou menos inevitável que, realizada, atrasará ou adiantará nossa chegada.
Tudo contribui, nesta escolha, para isto. A maneira que a percorremos, as atitudes que tomamos em relação aos outros neste percurso, e, principalmente os meios que empregamos para atingir o objetivo escolhido.
A vida, queiramos ou não, funciona assim, desde sempre: Somos livres; escolhemos o que queremos, colhemos o que plantamos. Não somos robôs fabricados com programas de vida adredemente traçados. Se assim fosse nenhum mérito teria o bem que praticamos e nem os erros que cometemos e que resultam em prejuízo do próximo ou de nós mesmos, seriam condenáveis. Não vivemos ao léu, como folhas secas ao sabor da brisa.
Nossas leis civis e criminais são, todas, arremedos da Lei pré-existente, imutável. A Lei Natural que nada mais é do que o passado revivido no presente, nos alertando para o futuro que nosso livre arbítrio pode melhorar.
Nossa consciência é a verdadeira e única máquina do tempo que nos transporta pelas dobras do infinito.
INÍCIO
Desprezavam meus sentimentos;
Me tratavam como máquina;
Colocavam-me em potes,
E os abriam na hora errada.
O oxigênio se esvanecia com o tempo;
O medo tornava-se meu aconchego;
E a precipitação do infarto,
já era de se acontecer.
Fingiam se importar com a minha morte;
Quando na verdade choravam pelas minhas mãos;
Naquele momento eu já não podia;
executar nenhuma ação.
A bolsa que me protegia, estoura;
Viver sem oxigênio,
Já não me importa;
O mundo me espera;
A terra me afoga.
De escombros emocionais, da velha e terrivel máquina de moer gente (pais e mães descompensados), emerge o soldado frio e calculista e também os ditadores implacáveis, quando sobrevivem. Raramente seres em equilíbrio...
Queria ter uma máquina do tempo, para voltar no passado e consertar as palavras ditas nas horas erradas, agora só me resta lamentar e viver o presente, em busca de um novo amor.
Somos a máquina mais perfeita, o maior milagre já concebido na terra, não há humano que se rasteje se tiver dentro de se uma vontade inesgotável de evoluir.
A máquina só será um problema para o universo das coisas se for construída e programada com o mesmo medo que nós temos, tirando isso, tendo tudo o mais que já temos, será imensuravelmente melhor que nós. O que quero dizer com isso é que temos um limitador final, e este define para baixo qualquer avanço em nossas decisões e consequentemente as atitudes, que sem ele seriam sempre para o alto e além.
Existe um ponto a 7 mil RPM em que tudo some.
A máquina fica sem peso, desaparece.
E tudo o que resta é um corpo se movendo pelo espaço e pelo tempo.
7 mil RPM, é onde você encontra isso.
Isso remete a uma pergunta, a única pergunta que importa.
Quem é você?
"O medo".
Ele é violento e perverso.
Faz titubear no momento adverso.
O medo maquina ruína.
Vive a espreita feito ave de rapina.
O medo é constrangedor.
Seca a guela.
Deixa sequela.
O medo é uma intensa dor.
Gosto oriundo de tristeza, é o medo.
Paladar amargo, fel azedo.
Medo não é temor.
Medo não é desamor.
É o triunfo da derrota.
Que o inimigo sabota.
Propagar a dor.
Deus abençoe a todos.
20/07/2022 ..17:34hs.
Rei: Giovane Silva Santos.
Seu telefone não pode ser uma máquina de dinheiro fácil, o trabalho não é fácil, o dinheiro fácil é a sua pior fantasia.
Não há como distanciar-se do caos que nos incita à criatividade.
Ludibriemos a máquina, a impostura do algoritmo. Sejamos a nossa própria Arquitetura.
Tudo vem da inteligência. Decorar conhecimento e aplicar: uma máquina também consegue. Inteligência é pensar fora da caixa, é criar.
Será uma grandiosa jornada de infiltração nas sub-engrenagens da proto-máquina que programa o sistema vigente mundial.
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