A Inteligencia Nao se Mede
Gôsto é um amontoado de benefícios e, o seu está amargo, pela corrupção dos não vistos mas, e sempre mais, na hora de teu simples sorriso.
Nem todos podem vomitar pra velocidade não bater na porta errada, divulgar é sem penas, ajustando as verdades e não dilemas.
Impecávelmente todos somos fronteiras de outros planetas, um dia foi fonema e, hoje já tecido não é mais d-is-tema.
O problema do autoconhecimento era certeiro sem as chegadas bases, pra não esquecer o que ninguém guarda, revelou-se em almofadas lógicas de seu brilhante cóccix.
Formando as estátuas de sua poderosa imaginação, pra que os efeites nunca te deixe sem razão e, não caia em esquecimento, pelo tempo árduo dando equilíbrios fileiros.
Não trabalhar por mim é uma necessidade aguardando o tempo das vestimentas se completarem, pra sabedoria com que se abre o tempo e, não, recorrendo a perigosos movimentos.
Tantos ofícios perdidos pela abundância deixastes cair, olha que isso não venha nunca mais lhe confundir, quando equilibramos por aqui.
Que minha saudade não seja prisão pra vossa liberdade, mesmo se quiseres milhares, feliz sejas em sua varonil vontade.
Chacotas paralisavam porque à hora ainda, não havia chegado, às eras de fatos, onde a ignorância sempre lhe causava trabalhos, ofícios de equilibrio dos fardos, da sabedoria livrante de seu serviço.
Não se atormente, tudo está a acontecer aqui e, agora, e. com. a. velocidade acolá. também já, quê prá sorte de ninguém também é têm.
