A Inteligencia Nao se Mede
Não se proíbe o escrever, você que, muitas vezes, não precisa o dizer, já que sempre tens o bem do afazer.
Não penso no seu afazer, querendo me compreender, talvez, seja sua visita, querendo vender sabe lá o discurso de quê.
Tantos preparos, pra amenizar os vasos e, não ralos, de quem não sabe, o valor do couro, com que desvendas as matrizes de dias vindouros.
Fazes o que não desvendas, pra inteirar as verdades e, dificuldades, dê aprenda, com alegria surge e não inventa.
Não tinha condições do fazer e à todos, deu entender, pra poucos saber do fazer, dê que tudo e, nada, depende de você.
O direito autoral é sempre nosso esquecimento, pra que o bem não possua endereço, por amor ao bendito tempo.
Se teu movimento não lho fizer respiros, que tá adiantando giros e, ou risos, te digo à vida está pra ti além de vistos.
Degladiavam entre si e, não percebiam, que descumpriam, em eles mesmos, as necessidades de ressignificar o não ser, dando alegrias renovadas ao novo que é disser.
