Quantos protótipos pra chegar a ser e não comer você.
Tanto afazer pra não entristecer e, sempre caminho, refazendo até o que não realizo.
Sempre ficando e estando pra não se esvair, à gratidão querendo confundir, em ansioso pelo tempo do querer vir.
Regentes que não se perdem pelo tempo, acompanham tons em belos movimentos, pra confortar-te em lares, comungando com bons mantimentos.
A perfeição do talento é base de obrigação e, as sobras, não modifica razão embora, haja com muita perfeição.
Não sabia, mesmo assim ia e vinha e, agora é tudo que tinha, pelo confronto que não havia.
Funcionar um e depois o outro é olhar e, não torto, já que a vida não é engodo.
Invenção é tua obrigação, pra não virar só educação e, ninguém, te passar falsas mãos.
Imaginação que não espera razão, vestes de atenção, buscando perfeição em minha salutar vida, ainda, além da ilusão.
Cante ou escreva pra mim é, assim, o entenderei, àquilo que não precisas dizer.
Que bom que me segurou sí não (híamos) longe sem sol no amor.
Não, era pra acontecer com você, por isso o tempo pra saber de ti, em perder e, nosso amor, simplesmente ser.
Diz que não sabe e quando faz, hum, contigo não é tanto faz.
Não preciso que me leia, quando escrever, tudo terá por merecer.
Degladiam ainda, o que não reconhecem, assumem postos dispondo, novos modos, sem modificar essências.
Profissão até parece com sú or do rosto, desde que haja com os pés e, não corra, querendo só mente o pote de ouro.
Não penso em você, já que melhor em ter, na sabedoria do tocar, e não, simplesmente no rever.
Faça sempre seu dever, pra que terceiros não tí use, solene como estória.
Não compreender nosso padrão nos torna além da extensão.
O vício sem as saídas do sofrimento não adianta É, nada.