A Inteligencia Nao se Mede
Se ganha com a confusão que não têm saída, agora, as criadas, são, de responsabilidade de um dia, oras já é vencida.
Quando não necessitar escrever, voltarei a ler pra dá, pequenas risadas, ao nosso viver, tirando-te as preocupações dos pregões, é que sinto tanta saudade de você, e, na dança étera onde o amor impera, tudo podemos, acontecer, pois, pela celebração nosso encontro é simplesmente pra alegria de nosso ser.
A base das músicas é o perfume das escritas, não o entendimento do inconsciente, que caminhava no escuro, saia das grutas e restabeleça vossa postura, ès templo de cura.
Se meu choro ou meu sorriso não lhe fere opinião, é que guardo em meu peito, um único sentimento que me permito, chamado gratidão.
Não creio que a política em suas variadas classificações de tempo, possa servir como base, falseando em subterfúgio à claridade da Divindade que habita no íntimo de cada ser.
Não medite utilizando nomes que não contêm ordem e significados do altar, é certo que a palavra sagrada não renasce no planejamento humano, nasce da graça que surge do não existencial, pela ordem do caos.
Não percamos nosso tempo, canalizando maldades alheias, a observação contínua na alegria é eficaz, sanando as represas impostas por alguns seres.
Não se doutrina seres humanos, se doutrina ou desdoutrina larvas que querem ser humanas, até essas perfazem uma densa realidade.
Não me esvazie as alegrias, delas são lágrimas de cores, onde o real e o irreal me preenche os licores de amores.
Saudade não é clausura é lição de formosura que se expande além das ruas, se acomoda em abraços, alinhando estruturas.
O amor não é doente e esquecido, muito menos interrompido, demora em pausas compreensivo, quem o corta agoniza em falta de decifros, dimensões em risos.
Nossos segredos não mudam em essência, aperfeiçoam-se com a existência, te amo pontuando nossa paciência.
Em tempos percebemos que não aprendemos muitas coisas e, existe uma certeza que sem isso, saberíamos o sentido das facetas pra órbitar favores maiores.
Pra passado pode ser uma experiência que não se necessita repetir mas, que fica preciso o concluir; é a arquitetura da continuidade, quem não possui base sem confundir.
