A Inteligencia Nao se Mede
Deixe prás perceções a umidade e, outros, calmos tempos, pra boas repetições não infringirem em falsas navegações.
A revolta são dos sonhos interrompidos isso não é dos vícios, mas, da sanação dos alívios refletidos, nas costelas informadas em erratas.
Direcionas os caminhos e, não interrompe os exemplos é, que paralisando, perde-se muito tempo, mesmo que te mostre alegria em invento, não desista é o tempo.
Profissão deveria ser concretizada com a resolução e, não confundida, como base pra milhões de repetições, querer o renovar e, saber aprender com o próximo sempre é ofício, isso é bom hábito e não vício.
Quem nos possibilita a verdade das expressões não prende nossos guardiões, sabes dá valor às naturezas das intenções.
Toda dificuldade é a falta de realização dos terceiros, fazendo o que não querias, abre alas pra fazerem o que querem, ou, o que podem em precisos.
Tente não subverter as essências de ser, pra não dá continuados em malestecidos, onde até o elogio começou a fazer muito mal, até às peles dos aos.
Em minha inocência não fui cego, é, do ciclo que me desperto, ja pela força do hoje e, no agora sempre intero.
Nascestes pra que outros vivam e, vivestes pra que outros, renascestes, isso não é nada demais, é o ciclo pra o saber àquilo que se faz.
Como não perdoar àqueles que não têm a experiência de si julgar, pra sanar as observações, pra belas expressões de nosso bem, que é estar.
Não necessitas de minha aprovação, seus exemplos, são, como carrilhos pra corrigir os retelhamentos, ao norte de renovados inventos.
Ás vezes fazemos o que não queremos, pra té é todos, aos direitos, quando tomar àquilo que devemos, pra andar concêntricos nos temas.
O problema social é uma questão chacral e não chacal, pela matilhas em equilíbrio, andamos, e, por belas fases, trabalhando, repondo novas linhas.
Me disseram publique alegrias, não modificando, novos dias, já que pra ti, às notícias são anteriores, renovando interiores de novos e belos dias.
Minhas vírgulas são as intenções dos ladrões e, não, às modificacões nos porquês dos, trabalhos inevitados dos furtos, sanando-ti aos bons frutos, sua vontade ti curto, dá alegria ao teu contentamento seguro.
Que bom que bondade não é compaixão, mas, certamente responsabilidade, prá que os efeitos das destruições jamais sejam pela má vontade, já que juntos formamos no saber pra o conhecer dos significados das artes belas.
