A Inteligencia Nao se Mede
Que bom que bondade não é compaixão, mas, certamente responsabilidade, prá que os efeitos das destruições jamais sejam pela má vontade, já que juntos formamos no saber pra o conhecer dos significados das artes belas.
Mazela não sí esquece, pois, se cura nas lembranças que surgem, com as verdades dos passados, mesmo que pra alguns sejam por ordens dos futuros, bases de dias contínuos em seguros.
Não nos importa à ordem das boas vontades, em nossa regência, a sabedoria é, alegrar em belezas os vales.
Toda máquina precisa de sofisticadas e, não mentes que de ganas, pra que até no caos possas fazer vossa graça, nossa intimidade nunca passa.
Ganhavas dinheiro maltratando. é. agora quêm de nada reclamas, e, não sofre ramas, por ti as alegrias realizadas nas horas, abençoando vossas vitoriosas mãos, além dás frentes de ilusão.
Não gozes nos vidros pra acertar espelhos, se, seu desejo não por veio, é pelo sinal dos ainda, não esteios.
Chorou pra umedecer os brotos dos chamados das alegrias, não fundindo tristezas em ritos, sem propósitos de harmonia.
Se torna bronzina pela falta de saída e, ou, pela composição mal resolvida, desde que a proposta não escolha terceiros, sem visão, já que ação ninguém esconde da verdadeira lida.
Não escolho políticos, eles quem me escolhem e, não, colhem, pois, nem sempre os de posses, simplesmente abençoar, se for útil a verdade é amostrar, onde vossas bases estão, pra bem de estadas.
Nossa cultura não contêm erros visuais, tudo é fato, pra te livrar do mal uso das tecnógicas retalhadas do passado, antes das horas dos teatros.
O que fazes com nossa devoção, cortes não são solução, pra falsa observação, veja que sua leitura não pode ser posta, pra falsa interpretação, isso é um grande mal, até a ilusão deixa de ser consolação, pras verdades socadas nas guelas das conversações em tela.
A lentidão é apenas um querer aparecer pra você, ou será uma necessidade de não subverter, sei lá os desejos dos ter.
Sinto muito não é havendo culpa, mas, sem emoção é melhor, sí viver, sem pânico pra rever, sua alegria há de nascer, pros dias não enlouquecer.
