A Inteligencia Nao se Mede
Cansei de ser boba agora vou ser quem eu tenho vontade de ser, não o que os outros querem que eu seja. Pensem e falem o quiserem de mim, não vivo do que pensam muito menos do que falam vivo de principios e pensamentos meus.
Se ama alguém deixe-o livre. Se voltar é seu; se não o fizer, nunca foi. Quando se está dentro de uma relação amorosa, as pessoas necessitam ter seu próprio espaço. Se queremos aprender a amar, primeiro devemos aprender a perdoar e deixar ir embora nossas feridas e doenças do passado. Amar significa desprender-nos de nossos medos, prejuízos, ego e condicionamento. Hoje deixo para trás todos os meus medos, o passado já não tem poder sobre mim; hoje é o começo de uma nova vida.
Uma das coisas mais inteligentes que um homem e uma mulher podem saber é saber que não sabem.
Sou um humanista. Isso não significa ser bonzinho ou acreditar que o homem é bonzão. Significa apenas que aceito o homem como é - medroso, primário, invejoso, incapaz, acertando por acaso e errando por vaidade: meu irmão.
Não importa que tipo de portal se abra diante de nós… Mesmo que nossos momentos juntos às vezes nos entristeçam, quero amar incansavelmente. E foi assim que decidimos amar o destino que nos escolheu.
Subestimar os outros é sintoma de quem não crê em sí.
Trocar a coragem alheia pelo seu reflexo é típico dos covardes.
Não tenho o dom de escrever lindas frases como os poetas,mas tenho o dom de te adorar como nenhum poeta consegue espressar.
Não quero mais amar! Amar... de amar sozinho,
sonhar sozinho, acreditar sozinho, não quero mais.
Se é para sentir-se só, tendo alguém ao meu lado,
prefiro seguir só, o meu caminho emaranhado.
Quero um amor sim, mas de ficar juntinho,
de conversar baixinho e falar engraçadinho.
Quero um amor, daquele que nasce lentamente,
cresce de coisas simples e ama teimosamente.
Quero um amor de tocá-la e sentir o tempo parar,
Tomar-lhe um beijo e descobrir que posso voar.
Quero um amor de fazer a pele arrepiar
e o coração pular.
Quero um amor, mas daquele que queira amar também,
e tão bem me faça, que me queira até cento e oitenta anos.
Não por egoísmo, nem por conformismo,
muito menos por engano.
O que eu não quero, nunca mais, é aquele tipo de amor superficial.
O amor que eu quero é daquele de prestar atenção em gestos banais,
Descobrir segredos e trejeitos que só eu saberei decifrar.
Pelo simples fato e por todos os fatos de só ela me cativar.
Agora não consigo pensar em lá, sem pensar em você
Eu duvido que isso veio como uma surpresa
E não consigo pensar em nada para sonhar
Não consigo achar nenhum lugar para me esconder
E quando eu estou pendurado pelos anéis ao redor dos meus olhos
E eu me convenço que eu preciso de outro
Por um minuto fica mais facil fingir que você foi apenas mais um amante
SINGULAR
É tão singular
O jeito que me observa acordar
E meu cabelo não parece te assustar
Você, incrivelmente, não se importa
Se eu te chutar a noite inteira
É singular
Sua vergonha e sua forma de pensar
O teu abraço que me enlaça devagar
E enfeita todos os meus dias e horas
É tão particular o meu encontro quando é com você
O meu sorriso quando tem o teu pra acompanhar
As minhas histórias quando você para pra escutar
A minha vida quando tenho alguém pra chamar
De vida
É tão singular
A habilidade que eu tenho em montar
Um arsenal de clichês pra te cantar
Na intenção de te fazer não esquecer
Que eu nunca vou parar de te chutar a noite inteira
Mesmo se você brigar
Eu te enlaço
E não me permito soltar
Pro nosso nós não deixar de ser assim: tão singular
A Filosofia é uma atividade permanente de esclarecimento. Não se pode reduzi-la a um esclarecimento da linguagem, como pretendeu a escola analítica. Porque, por trás da linguagem, existem questões reais substantivas, pessoas de carne e osso, e assim por diante. Tratar tudo isto apenas como análise da linguagem é o mesmo que confundir a comida de um restaurante com o cardápio. Quando o dono do restaurante fala para o seu cozinheiro "Nós temos que modificar o nosso cardápio", o cozinheiro faz novas comidas reais. Não simplesmente pega o cardápio e decide escrever tudo diferente.
Quando o dono fala em modificar o cardápio, está raciocinando metonimicamente. Não é modificar o cardápio em si, mas as comidas que estão referidas no cardápio. O que os filósofos fazem é isto. Não estão reformulando somente o cardápio, mas estão colocando dentro da lista novos elementos que não existiam ou não tinham sido percebidos antes.
Esta é a finalidade da Filosofia, o esclarecimento permanente das questões tal como se apresentam concretamente na cultura e na vida humana, e não somente na linguagem. Obviamente, a análise da linguagem faz parte disto, mas como um instrumento auxiliar cuja importância não deve ser muito enfatizada ou exagerada. Porque a maior parte dos elementos que você lida são elementos que ainda não têm uma formulação linguística, são elementos de experiência interior e exterior que às vezes escapam da expressão linguística. Por exemplo, quando apareceram os fenômenos das duas guerras mundiais e das tiranias totalitárias, impondo aos seres humanos uma quantidade de sofrimento e de situações absurdas que elas não conseguiam expressar verbalmente. Se você ler hoje a obra de Alexander Zinoviev, professor de Lógica Matemática, perceberá que ele usa o seu instrumental lógico para criar uma nova linguagem capaz de descrever o que a situação real vivida pelos cidadãos do Império Soviético. Experiência que, portanto, transcendia os meios linguísticos de expressão dos próprios personagens que estavam vivendo. Como poderia ser isto uma mera análise da linguagem se a linguagem para expressar aquilo não existia no momento? Tratava-se, sobretudo de sentimentos e vivências mudas do coração humano que Zinoviev puxará de dentro da alma humana para uma expressão linguística finalmente. E é evidente que a análise da linguagem de Zinoviev não é a mesma que o próprio Zinoviev está fazendo dos acontecimentos e das experiências reais.
A filosofia analítica é uma filosofia de brinquedo, que transforma as questões mais temíveis da existência humana em meros jogos de linguagem. Isto é bom para quem quer ficar se divertindo em casa, mas não para quem quer meter a mão na massa. É um divertimento acadêmico apenas. Às vezes, produz algo de real utilidade, não se pode negar. Quando eu digo que a função da filosofia é lançar luz sobre estas questões reais, então não estou me referindo a meras questões de linguagem ou de lógica. A própria lógica como disciplina científica é um dos dados da situação social e existencial que estamos vivendo. Ela tem uma função dentro, entre outros, do universo da ciência e da tecnologia, e é, por assim dizer, uma força social. Então tem que ser analisada também como força social e não somente dentro dos detalhes formais da própria lógica.
"Sinto muito contrariar, mas o mundo não está precisando de mais poesia. A poesia suficiente existe desde sempre. O mundo está precisando de pessoas mais tolerantes. Umbigos minúsculos. Pessoas que sabem amar gratuitamente. O mundo precisa de pessoas que são de verdade. De existências amorosas. De encontros verdadeiros e desinteressados. O mundo está precisando de menos juízes e mais interlocutores de esperança. De quem finca raízes e colhe flores. De quem quebra algemas e desata nós em nome da fraternidade. Fossem as pessoas mais justas, não precisaríamos de muros que afastam, mas de pontes que aproximam. O mundo precisa de menos culpados em disputas imbecis e mais acertadores em palavras que acolhem. O mundo precisa de gente desacostumada com o frio do distanciamento humano. Se as pessoas fossem mais sábias e menos sabidas, a palavra seria um ato com validade como sopa quente em dias frios."
Eu queria apenas, não ter esse sentimento de que estou sendo apenas usada por vc como uma marionete para satisfação do seu prazer!
