A Inteligencia Nao se Mede
Estar Ferido
Senti uma dor no meu peito
O calibre,não sei
Forte bastante que atravessou
Minha alma me fazendo inútil
Nem sei quem me atingiu
Um irmão,Um futuro amigo
Não sei , só sei que estou ferido
Talvez nem resista
Posto que a guerra é uma tristeza
Ferimos uns aos outros
Mesmo sem nos conhecer
Em Caso da minha morte, te perdoo
Você nada tem a haver com isso.
O casamento não lava a alma suja de ninguém! Por isso não se deixe levar pela ilusão de que casando haverá uma purificação no caráter.
A CASA COM PILARES
Seu lume desvanecia! Suas atitudes já não eram para si; cada pilar que sua casa possuía, sempre doava, todos para uma única pessoa em comum.
A casa começava a cair, desesperado(a), gritava para a pessoa à quem havia doado seus pilares, e sem medir esforços o(a) mesmo(a) seguia seu caminho, nem ao menos se importando com o(a) proprietário (a).
Não demorou e logo tudo desmoronou, enquanto o(a) dono(a) ainda estava dentro da casa.
Ele(a) não entendia o seu próprio valor, não enxergava sua tamanha capacidade, por isso doava todos os seus pilares.
Seu brilho sumia com o tempo, uma vez que suas atitudes já não eram para si, mas com o intuito de agradar aquele a qual só queria seus pilares.
Possivelmente se ele(a) pudesse se enxergar da forma que eu o(a) enxergo, teria se dado mais valor, e não abriria mãos dos seus pilares para um coração mal intencionado.
A materialidade da espiritualidade se apresenta harmoniosa e organizada, não é como o caos que apresenta a arte moderna.
*O SEXTO SENTIDO* Vivemos no mundo dos sentidos; mas no curso da vida não percebemos o enigma sensorial da existência. Na comiseração dos afetos e afeições, nos agarramos nas materialidades e nos abstraímos da finalidade da vida como apostolado que é. Os próprios sentidos seriam as respostas que precisamos, se os conhecessemos; se os utilizassemos corretamente. Mas, comumente os sorvemos pela consciência tátil; e identificando-os como olfato, paladar, visão, audição e o tato fundamental, nos locupletamos apenas materialmente. Vivemos, portanto, no limite primário das experiências sensoriais que os sentidos proporcionam. E a cada dia que sorvemos a vida, na materialidade sensorial dos sentidos, nos afastamos da plenitude da própria existencia. E assim vivendo, não vemos nada adiante, senão aquilo que nos toca; aquilo que nossas paixões doidivanas estão sorvendo. - Deus: o que é que estamos fazendo com o arbítrio e a inteligência criativa que recebemos da tua criação? (Victor Antunes)
ESCONDERIJO EM SI MESMO
É...foi na infância que tudo começou!
Quando eu te via e depois não te via
E que alívio era quando você dizia:
“Achooou!”
E era só uma brincadeira
Que durava a tarde inteira
“É pra esconder!”
“Xiiii...barulho não pode fazer!”
E hoje, pra me sentir protegido,
Pra passar despercebido
De me esconder precisei
“Me cansei!”
E nesse esconde-esconde me perdi
E tentando me encontrar já me percebi
Será que sou mesmo assim?
“É que me escondo até de mim!”
Talvez falte só resgatar
Da criança o brilho no olhar!
Brincar de viver é pesado!
A regra é se encontrar, se aceitar
E no escuro, escondido, fica ainda mais complicado!
Até a pessoa que clamava que vingança não valia apena, um dia matou quem destruiu com tudo que ela amava.
O tempo é impiedoso ele é indiferente ele não se importa ele não para, não respeita, não se dói ele é cruel é carrasco. Ele arranca arrebata, destrói e por ironia as vezes até reconstrói pra destruí de novo ele é tirano sem culpa e insensível tira a infância manda embora a inocência arranca a formosura acaba com a aparência tira a saúde e por fim até a vida mas ainda não se satisfaz. Corrói a sepultura o corpo e os ossos é até seu nome apaga da existência.
Se você quer muito algo, não fique esperando ganhar "de mão beijada", corra atrás. Pois quando você luta para conseguir, as recompensas vem com gostinho melhor sim!
Não rotulo minha liberdade de solidão, sou falha como todos, não há sangue em minhas mãos, porém já ouvi a canção da morte, mas foi expulsa pelos meus demônios, no meu lado escuro alguém se escondia, a apresentei ao mundo finalmente, e o mundo foi cruel, preto e branco, mas quanto tempo ainda nos resta para ver as cores desse lugar? Imagino que a busca pela felicidade é uma farsa, a procurei, perdi tempo e no fim das contas ela morava em mim, nossos corpos já exaustos da mudança em busca de mais mudança, ideologias tristes e miseráveis, e no meio vão se apagando ideias revolucionárias.
