A Inteligencia Nao se Mede
"Nossos sonhos são ecos do que mais sagrado carregamos no íntimo. Dar-lhes vida é o propósito maior da alma" (O Mentor Virtual II - O Elo Invisível - Campinas-SP).
As dificuldades são consequenciais da vida, viverá melhor quem preexistir e interagir de modo natural
“A utopia está no horizonte, eu sei muito bem que nunca a alcançarei, que se eu andar dez passos, ela se distancia dez passos. Quanto mais a procure, menos a encontrarei, porque ela vai se distanciando quanto mais me aproximo. Então para que serve a utopia, é uma boa pergunta não é? Pois eu respondo, isso:
PARA CAMINHAR!”
Alguns dias, sinto como se minha alma tivesse deixado meu corpo, Sinto que estou flutuando acima de mim, Como se eu estivesse olhando para mim. Começo a afundar toda vez que penso, É mais fácil manter o movimento, Nunca parar pra deixar a verdade entrar.
“O ser humano é livre por natureza. Por ter consciência de si mesmo, goza de plena liberdade, e por suas escolhas é responsável. O destino é apenas um imaginário ponto de referência, porque nada no universo tem caráter definitivo” (O Mentor Virtual II - O Elo Invisível - Em Gestação).
Valia
Custe o tempo,
espera de quem anseia
Custe a alma
onipotente que jamais se cala
Custe a primavera
com suas flores ao vento
Custe o sono
ou a insônia que te apresenta a noite
Mas que de tudo, seu olhar se mantenha
por ele o tempo não passa
o onipotente não se limita
as flores se detalham
e o sono te traz em sonhos.
Em seu olhar.
Eu sei se as lágrimas são por pranto ou alegria
O que seria capaz ou jamais faria
Se estarei contigo ou me abandonaria
Mas decifrar-te, talvez não ousaria.
Diálogo bobo:
- Para que serve o amor?
- Ah, meu amigo, para os tolos sofrerem de amor e os espertos sofrerem por não amar.
Num passo que damos, muitos obstáculos temos que ultrapassar, mas com certeza na frente estaremos mais experientes com nós mesmos.
Rio Guamá
Barcos respiram o rio.
Comem e afagam o rio.
Violões tocam as águas
Que inundam a areia
E que vêm, de quando em quando,
A conversar com essas calçadas.
Calçadas. Cimento. Aço.
Tantos pensamentos caminhando.
Muitos são sólidos,
Outros nem tanto.
Mas nada dorme
E tudo sonha no teu leito.
Por entre tuas águas, Guamá,
Caminham esperanças, amor.
O amor em tua margem.
De algum lugar
Dedos te olham.
Vêm para esquecer
Esquecer de lembrar
Desse pulsar plausível
Que está no coração
Tudo caí ao esquecimento.
Em tuas águas
Inundam os versos.
Misturam com lagrimas,
Vindas de direções diversas,
Pessoas diversas.
Cada vez que as águas vêm beijar calçadas,
O coração bate
Bate mil vezes
Vezes mil.
Bate-bate.
E olhas continuam fixados.
Há uma Primavera nas tuas águas.
Francisco Alves Arruda
(08/03/2009)
