33 anos
São 24 anos de espera,
de esperança no coração.
Cada Copa uma promessa
renascendo na nação.
O povo veste verde e amarelo,
leva fé em cada canção.
Porque o sonho nunca morre
dentro da seleção.
Helaine machado
Método P.A.S.S.O.
Por Eduardo Volpato
Durante anos ouvi a mesma frase antes de decisões importantes:
“Vou colocar isso em oração.”
Mas uma pergunta sempre permaneceu em meu coração:
Como, na prática, colocamos uma decisão em oração?
A Bíblia apresenta princípios claros para discernir a vontade de Deus, mas eles normalmente são ensinados de forma isolada. A partir desse entendimento nasceu o Método P.A.S.S.O., uma metodologia que organiza esses princípios em um processo simples, bíblico e aplicável para decisões da vida, da liderança, dos negócios e do ministério.
O P.A.S.S.O. não substitui a oração.
A oração não é uma das letras do método porque ela é o ambiente onde todas as etapas acontecem.
A metodologia é composta por cinco perguntas:
P — Palavra
Esta decisão está de acordo com a Bíblia?
A — Alinhamento
Esta decisão está alinhada com o propósito de Deus para minha vida?
S — Sabedoria
Pessoas espiritualmente maduras confirmariam este caminho?
S — Shalom
Existe paz produzida por Deus ou apenas ansiedade para decidir?
O — Obediência
Estou disposto a obedecer ao que Deus revelou, mesmo que essa não seja a resposta que eu esperava?
O P.A.S.S.O. parte de uma convicção simples:
Deus normalmente forma nossas decisões antes de revelar suas respostas.
Por isso, a vontade de Deus raramente é descoberta em um único momento. Ela costuma ser confirmada quando a Palavra, o Alinhamento, a Sabedoria, o Shalom e a Obediência caminham juntos, sempre dentro de uma vida de oração.
O Método P.A.S.S.O. é uma sistematização desses princípios bíblicos para auxiliar pessoas a discernirem decisões com mais clareza, maturidade espiritual e fidelidade a Deus.
“Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apoie em seu próprio entendimento; reconheça-o em todos os seus caminhos, e Ele endireitará as suas veredas.”
Provérbios 3:5–6
Eu quero ouvir, mas quero ouvir quem me escute.
Me calei por tantos anos.
Talvez por isso eu ame tanto escrever.
Passei a vida inteira ouvindo, acolhendo, engolindo silêncios que não eram meus.
E hoje eu também quero ser escutada.
Querem meu respeito, mas não me respeitam.
Querem a minha atenção, mas me deixam de lado.
O silêncio que tive foi sobrevivência.
A voz que tenho hoje é escolha.
E não é egoísmo querer reciprocidade,
é maturidade não aceitar menos do que isso.
"Descobri algo que sempre soube, mas que levou anos para elaborar. As primeiras vezes são muito importantes."
projeto Trilho365
Eu aconselho-te a não namorar aos 18 anos. Essa é a idade de escolher as pessoas erradas e criar obstáculos para o teu próprio futuro
Alguns anos se passaram, mas nunca esqueço de você. Saiba disso. Eu ainda lembro dos seus beijos e abraços, e dos seus "eu te amo". Naquele dia, eu estava aflita e senti que precisava ir ao... Quando vi as borboletas, fiquei tão feliz e toda a angústia se foi embora. Eu só queria me conectar com você . Eu senti que lá era o lugar que eu precisava estar. Foi um momento único, inesquecível, quando fechei meus olhos e pedi e desejei. Quando vi as borboletas, chamei o seu nome. Fiquei toda arrepiada. Eu senti uma paz interior. Eu fico feliz toda vez que vejo você nos meus sonhos.
A Alma Não Conta os Anos
O corpo envelhece.
As mãos mudam, os passos ficam diferentes, o espelho começa a contar histórias que muitas vezes nem percebemos quando estavam acontecendo.
Mas a alma parece não conhecer calendário.
Ela se lembra.
Lembra das coisas que fizemos, dos lugares por onde passamos, das pessoas que amamos e, principalmente, daquilo que um dia nos fez profundamente felizes.
Talvez seja por isso que algumas lembranças permaneçam tão jovens dentro de nós.
Você fecha os olhos e, por alguns segundos, já não tem a idade que o espelho mostra.
Está correndo outra vez.
Está dançando.
Está apaixonado.
Está rindo com aquelas pessoas.
Está vivendo aquela tarde que desapareceu há décadas, mas que dentro de você continua iluminada.
E há também a nossa sombra.
Essa companheira silenciosa que caminhou conosco quando éramos crianças, quando nos tornamos adultos e que continuará ao nosso lado enquanto houver luz suficiente para projetá-la no chão.
Talvez ela seja testemunha de todas as nossas versões.
O corpo pode cansar.
Os cabelos podem embranquecer.
O tempo pode deixar suas marcas.
Mas existem lugares dentro de nós onde ele jamais consegue chegar completamente.
Ali continuam nossas gargalhadas.
Nossos primeiros amores.
Nossas pequenas loucuras.
As músicas que dançamos.
Os abraços que recebemos.
E todas aquelas coisas simples que um dia fizeram a vida parecer infinita.
Por isso envelhecer não significa deixar para trás quem fomos.
Significa carregar conosco todas as pessoas que já fomos.
E talvez, quando estivermos muito velhos, ainda exista dentro daquele corpo cansado alguém fechando os olhos e sorrindo como antigamente.
Porque o corpo aprende a contar os anos.
A alma prefere contar lembranças.
Se tem algo que eu aprendi nos últimos anos, é que ou a gente se arrisca e conhece o novo, ou então, ficaremos para sempre na nossa zona de conforto. Permanecer no mesmo lugar evita dores e decepções, mas a longo prazo, tras arrependimento e sensação de incapacidade. Temos que arriscar, não tem jeito. Precisamos conhecer o novo, botar tudo a perder, e assim, ter a chance de ganhar tudo de novo, se tornar uma pessoa melhor e mais corajosa, cheia de vida e de história. Eu sei que no futuro vou me arrepender do que eu não fiz.
Ainda é um pouco difícil falar sobre o que aconteceu. Os anos se passaram, mas eu lembro todos os dias de você. Quando eu soube que você partiu desse mundo, tentei mentir para mim mesma. Eu já estava em em um momento complicado e se eu me permitisse sentir mais essa dor, eu teria desabado. Tentei falar que tudo não passava de um pesadelo. Mas não adianta, a realidade é sempre mais forte. E eu demorei para tentar processar o que aconteceu. Eu mal conseguia olhar nossas fotos. Elas me trazem lembranças lindas, mas muito dolorosas para quem nunca soube lidar com essa partida. Eu demorei anos para voltar ao local que mais marcou nossa juventude. Pela primeira vez, me permiti viver a dor da sua partida. Chorei toda a mágoa que tinha acumulada ao longo desses anos. Eu tentei evitar o luto, pois tudo era muito forte para mim. As lembranças, suas fotos, a dor que eu sentia quando lembrada de você. Eu até cheguei a me afastar das pessoas que me faziam lembrar de você. Não foi fácil para ninguém. Você era tão jovem, tinha tanta coisa para viver, aprender. Mas com o tempo, eu tive que encarar minha dor. Tive que encarar a dor da sua partida. E hoje, depois de tanto tempo, eu tomei coragem para ver um vídeo nosso. Tantas lembranças incríveis surgiram. Pedi tanto a Deus para que você esteja em paz. Venha me visitar em um sonho, por favor, para me dizer que está bem e que eu já posso seguir em paz. Que você entende minhas razões.
Depois de todos esses anos, decidi, finalmente, retornar à minha cidade natal e fazer uma visita. Eu era muito jovem quando decidi ir embora e explorar novos caminhos. Não me arrependo jamais dessa decisão. Só que naquela época, jamais poderia imaginar o quão desafiador seria estar aqui novamente.
A sua partida doeu por muito tempo, e esta cidade é repleta de lembranças suas — lembranças lindas, mas dolorosas para alguém que sente tanto a sua falta. Ainda assim, eu sabia que estava na hora de voltar.
Após duas noites seguidas sonhando com você, senti como se fosse um sinal para voltar e revisitar esse lugar que marcou tão profundamente minha infância e juventude. Então, deixei a tristeza de lado e fui. Eu sei que você entenderia as razões pelas quais eu demorei tanto para voltar para cá.
É doloroso lidar com histórias do passado que nunca foram resolvidas, e a sua partida foi uma delas. Eu sabia que, em algum momento, precisaria confrontar todas essas emoções. Definitivamente, não foi fácil. Porém, quando cheguei aqui, senti uma paz imensa. Senti a sua presença — era como se você estivesse orgulhosa por eu estar aqui.
Visitei novamente vários lugares que marcaram minha vida. Essas ruas, parques e casas nos trouxeram tantos momentos bons, não é mesmo? Enquanto eu viver, vou lembrar de você. E eu juro que, desta vez, não vou demorar tanto para voltar.
Lá fora está um dia frio e nublado, enquanto dentro de mim, permanece um sol forte, daqueles que ilumina a alma.
Não posso dizer que fiz as pazes com o passado, mas, de certa forma, estou lidando melhor com essas emoções. Você era força, resiliência e otimismo. Guardo cada memória no meu coração. Saudade é para sempre.
Durante vários anos da minha vida, comecei o dia dia 1° de janeiro ao seu lado. E esse é um dos motivos pelos quais, para mim, é difícil pensar em começar mais um ano, porque sei que não terei você comigo. Olho para trás e vejo um passado cada vez mais distante em que estávamos juntos nessa época. Os anos anteriores me prendem a você e as lembranças de tudo que vivemos. Nosso tempo juntos nesse plano foi curto, mas intenso o suficiente para deixar memórias lindas e inesquecíveis. Sei que o futuro me reserva apenas a sua presença espiritual, embora eu ainda me iluda de vez em quando. Enquanto isso, me apego ao amor que sinto por você, que quem sabe, nos acompanhará em outras vidas.
E hoje faz uma década que você se foi! 10 anos de muita saudade e em alguns momentos, de tristeza e dor. O tempo passou, nós fomos nos acostumando com a sua ausência, mas parece que sempre vai faltar algo. É que você se foi muito cedo desse mundo. Tinha tanta coisa para viver. Por outro lado, fico aliviada em saber que você aproveitou muito bem a sua juventude. Nunca deixou para depois. Não guardou as suas melhores roupas e perfumes para uma ocasião especial. Conheceu o lugar dos seus sonhos. Que bom que você teve a chance de realmente viver. Talvez, de alguma forma, você soubesse que não teria muito tempo. Nunca mais vou ver você nesse plano, mas fico feliz que nossos caminhos tenham se cruzado enquanto éramos muito jovens e pudemos compartilhar muitos momentos especiais. E você será jovem para sempre!
Depois de vários anos
o universo finalmente nos colocou
diante um do outro.
Nós estávamos no alto da cidade,
onde os prédios pareciam pequenos
e o horizonte parecia não ter fim,
mas naquela tarde
eu não queria contemplar a cidade,
eu só queria contemplar você.
O verde de teus olhos enchia meu coração de poesia,
então eu te abracei
e cantei baixinho ao teu ouvido
que eu não conseguia deixar de me apaixonar por você.
Quando a música terminou,
meus lábios encontraram os teus
e São Paulo inteira desapareceu.
Depois disso nós fizemos amor
com a ternura de quem se conhece há muitos anos
e com a paixão de quem se encontra pela primeira vez.
E se eu pudesse escolher de minha vida um único momento
para levar comigo eternamente,
eu levaria nosso momento naquele terraço,
eu levaria o instante daquele beijo,
naquela tarde em que finalmente você foi minha,
e em que finalmente eu tornei-me teu.
parabéns mãe muitos anos de vida que Deus te abençoe e que a senhora continue sendo essa mulher que a senhora é
O meu aniversário é dia 1/9/2018.
Quando eu tenho 5 anos e começo
a ir pra escola, em 2023: "Escola Oásis".
2024: "Escola CEI"
2025 e 2026: "Escola Sandoval"
Sobretudo eu estar com 48 anos, uso da GRATIDÃO a vida.
Me sinto jovem, minha alma tem esse viço e brilha. Não uso mais a modéstia em dizer o que sou.
Não alimento falsas ilusões embora elas existam, não posso perder meu precioso tempo, preciso continuar enquanto tenho saúde, força, vontade e coragem.
Cativo pessoas, cultivo gentilezas. Cuido de mim.
Ando bordando com minha linha cor de rosa o tempo chamado amor.
Suspiro, desejo e dor.
Posso morrer amanhã.
Talvez fique inútil. Sim.
Fiz um acordo com Deus, que ao meu lado, fique apenas os que verdadeiramente me amam.
Amém.
A Melhor Mentira Ainda É a Verdade
Nas festividades do início dos anos setenta, acho que em 1972, eu e meu sobrinho estávamos regressando para São Paulo, depois de termos passado as festas em Santa Mariana, quando aconteceu esta história.
Naquela época, a rodovia até Avaré era de pista simples. Depois começava a Castelo Branco. Era comum a gente parar no último posto antes da CB para abastecer e fazer um lanche.
Naquele dia, ao nosso lado, parou outro Fusca. Dentro dele havia quatro meninas, jovens e muito bonitas. Começamos a jogar conversa fora e, depois de abastecer os carros, paramos num estacionamento ali mesmo no posto e fomos nos apresentando.
Um detalhe: no vidro traseiro do Fusca delas, atrás do banco do motorista, havia um papel colado com os nomes das quatro e uma mensagem desejando um feliz Ano-Novo.
Quando chegou a minha vez de me apresentar, disse que era estudante de engenharia. Meu sobrinho, estudante de medicina. Elas também foram se apresentando e contando quais cursos faziam, exceto uma delas.
Então perguntei:
— E você, como se chama?
Ela se aproximou do carro e apontou para o papel colado no vidro.
— Este é o meu apelido.
O problema era que, em vez de um nome, havia um desenho.
Uma desgraça de desenho que acabou com a nossa viagem.
Era um bicho estranho, completamente desconhecido para nós.
Depois de olharmos para o céu, chutarmos umas pedrinhas e fingirmos naturalidade diante daquele constrangimento, fomos nos afastando do carro delas. Antes, porém, tivemos que ouvir as quatro rachando de rir.
Pegamos a estrada sem sequer olhar para trás e fomos o resto da viagem tentando descobrir que criatura era aquela.
— Será que o apelido dela é Ripinha?
— Balaústra?
E lá vinham mais alguns palpites absurdos.
Passados alguns dias, finalmente descobrimos que aquele desenho nada mais era do que o símbolo do Pi (π). Traduzindo: aquele era o apelido dela.
Acho que ela devia se chamar Jupira e não gostava muito do nome.
Eu poderia ter contado esta história antes, mas precisava da anuência do Newton Roberto Gobis, meu sobrinho, um sujeito de bem com a vida e de quem gosto muito.
Claro que aquelas mentiras — eu estudante de engenharia e ele de medicina — foram apenas uma brincadeira de momento. Mas, diante da situação constrangedora que se criou, nem tivemos tempo de corrigir a burrice. E, para falar a verdade, não teria adiantado nada. Nós simplesmente não sabíamos o significado daquele "bicho". E, talvez, se insistíssemos, a situação ficasse ainda pior.
Que vergonha! Tenho 49 anos e nunca vi uma seleção pior! Fiasco total! Mas, nem com o Pelé! Falta coração e fé!
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