33 anos

Cerca de 8984 frases e pensamentos: 33 anos

O Natal chega todos os anos, mas nem sempre encontra a gente no mesmo lugar por dentro.
Alguns chegam cansados, outros feridos, muitos em silêncio. Há quem sorria por fora, mas carregue batalhas que ninguém viu ao longo do ano.


Talvez este Natal não seja sobre mesas cheias ou presentes embrulhados. Talvez seja sobre perceber que, apesar de tudo, você ainda está aqui. Respirando. Tentando. Acreditando, mesmo quando quase desistiu.


O Natal lembra que a esperança não nasce em palácios, nasce em cenários improváveis. Nasce quando tudo parece pequeno demais para dar certo. E, ainda assim, algo novo começa.


Se este ano foi difícil, talvez isso não seja o fim, mas o intervalo necessário para um recomeço mais consciente, mais forte e mais verdadeiro.


Que neste Natal você se permita menos cobranças e mais sentido.
Menos pressa e mais presença.
Porque às vezes o maior presente não é mudar o mundo, é mudar o olhar.

Será que o assassino é o único responsável depois de vinte anos de violência doméstica?

Ótima quinta-feira ao meu amigo de 26 anos.

Grande Flávio!

Passando para agradecer tudo o que você tem feito por mim nestes 12 anos.

Desejo:
* Saúde.
* Prosperidade em seus negócios.
* União e paz em sua família.
.
Meu primo André.

Não conte os anos pela idade, mas pela quantidade de sementes que você lançou ao solo e de palavras que deixou no papel.

Essa noite – de ventania – sonhei um sonho tão gratificante. Era um menino de 14 anos e uma menina de 13 que corriam um atrás do outro, se escondendo atrás de árvores, e às gargalhadas, brincando. E eis que de repente eles param e mudos, graves, espantados se olham nos olhos: é que eles sabiam que um dia iriam amar.

Clarice Lispector
Um sopro de vida. Rio de Janeiro: Rocco, 2015.

A maioria morre aos 25 anos e só é enterrada aos 80 por falta de tempo para viver.

"O que não te custa dinheiro, custou anos de erros e cicatrizes para quem te aconselha. Valorize a sabedoria que chega sem fatura."

"Um conselho certo economiza anos de sofrimento. Valorize quem para a própria vida para corrigir a sua rota sem pedir nada em troca."

"Antecipar uma necessidade universal dez anos antes de ela existir é a única forma de ser o dono do amanhã."

Quando todos reclamam, já tô um trilhão de anos a frente da humanidade.

Enquanto muitos só pensam em dinheiro estou trilhões de anos lá no céu. Não quero me gabar o respeito tá faltando na humanidade. Muitos se matam ou fazem maldade sem limite. Deus sabe do que tô falando. Porque muitos nem se preocupar com o próximo.

Eu tinha 15 anos, e o mundo parecia ser um lugar lindo e bom.

Daisy Jones and The Six
1ª temporada, episódio 1.

⁠A escravidão pode até durar 400 anos. Mas sempre haverá RESGATE.
Pode tardar mas não irá falhar.

Parintins, Flor do Amazonas – 173 Anos


Às margens do rio que encanta,
Nasceu tua história formosa.
Teu povo ora e canta,
No chão, canção gloriosa.
Ó Parintins, por Deus abençoada,
Pelos caboclos, pra sempre amada.


Nas tardes mansas, o sol te abençoa,
Pintando de ouro a correnteza.
O boto salta, a arara entoa,
E o povo brinda tua beleza.
Teu nome é verso que o tempo ensina,
Tua alma é pura, tua voz divina.


Teus rios falam com voz de criança,
Teus ventos trazem antigas canções,
Das mãos caboclas, cheias de esperança,
E do benzeiro que embala os corações.
Ó Parintins, terra de lenda e fé,
Teu nome é luz que aplaudo de pé.


Hoje a cidade inteira festeja
Teus 173 anos de alegria.
Paz é o bem que teu povo deseja,
Felicidade, amor e harmonia.
Hoje é teu dia, Tupinambarana,
Ilha do amor, eterna e soberana.


Parintins, meiga flor do Amazonas,
Tua bandeira é meu coração!
Teu povo canta tua história,
Com orgulho, amor e gratidão.
Parintins, pátria das águas,
Brilhe pra sempre na imensidão!


Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.

Quando eu contava cerca de sete anos de idade, vivi um episódio singelo na forma, mas profundo em suas consequências. Havia, nas cercanias de minha infância, um homem dado à intriga fácil, desses que fazem da palavra instrumento de desordem. Num instante de impaciência, ainda imaturo, nomeei-o pelo que me parecia ser: fofoqueiro.


A palavra, uma vez proferida, não se dissipa — retorna. E retornou. Chegou aos ouvidos de minha mãe, que, sem hesitação, aplicou-me a devida correção.


Não foi a dor que me marcou — pois essa é efêmera. Foi a intenção pedagógica, precisa, quase cirúrgica. Minha mãe não punia por ira, mas por princípio. E suas palavras ecoam até hoje com a força de um mandamento: “Respeite os mais velhos.”


Naquele tempo — e aqui não falo com saudosismo barato, mas com senso histórico — o respeito não era tema de debate, era prática cotidiana. No transporte público, por exemplo, não havia hesitação: a presença de um idoso bastava para que nos levantássemos. Não por obrigação legal, mas por formação moral.


Éramos moldados sob a égide de limites claros. Havia hierarquia. Havia disciplina. Havia, sobretudo, a compreensão de que viver em sociedade exige contenção do ego e consideração pelo outro.


O que observo hoje, entretanto, é uma perigosa diluição desses fundamentos. Confunde-se liberdade com ausência de freio. Exalta-se o indivíduo em detrimento do coletivo. E o resultado é visível: uma erosão silenciosa do respeito, da paciência e da responsabilidade.


Não se trata de nostalgia — trata-se de estrutura. Nenhuma sociedade se sustenta sem pilares. E pilares como respeito, disciplina e responsabilidade não são acessórios: são indispensáveis.


A pergunta, portanto, não é retórica — é urgente:


que tipo de caráter estamos formando… e que tipo de sociedade estamos autorizando a existir?

Os anos que já se foram guardaram suas alegrias e dores, levaram consigo pessoas, lugares e versões de mim mesma que já não existem.
Hoje, restam-me os anos que ainda posso florescer e isso me basta.

Há quem tenha caminhado anos ao lado de Deus e, por descuido, voltou à lama do pecado. Mas o tempo da graça não espera… Corra de volta, antes que o coração se cale e a voz do arrependimento se perca.
Jesus ainda está de braços abertos, mas o relógio da alma não para.

Companheira da Noite

Ao longo dos anos, a noite tornou-se minha companheira assídua. Em minha fortaleza — na escuridão silenciosa — pequenas luzes surgem, e eu penso: seriam minhas energias que ainda não conseguiram se dissipar?

Então, como em um passo de mágica, elas me envolvem e me acalentam, embalando-me suavemente até que o sono chegue.

Se esponjas-do-mar vivem onze mil anos e existem águas-vivas imortais, é questão de tempo para virarmos deuses.