31 anos
Após anos à procura de uma maneira de melhorar minha vida, posso sintetizar essa solução em três aspectos principais: concentração, inteligência emocional e, acima de tudo, paciência!
Ao longo dos anos, percebi que ter certeza de alguma coisa e não ser surpreendido ao contrário com o passar do tempo é tão difícil quanto tentar escapar dos pingos de chuva para não se molhar.
Um dia da sua vida tem o mesmo significado aos 18 anos que aos 80. A distinção está no fato de que, na juventude, muitas vezes não reconhecemos sua real importância. À medida que os anos passam, passamos a apreciar mais nosso tempo. Em que fase você se encontra?
Depois de trinta e dois anos, cheguei à conclusão que meu ponto de equilíbrio é o desequilíbrio da escrita literária.
Como a polarização atual, monstros, por anos adormecidos, se despertam e levantam. Na verdade, dormiam com os olhos abertos.
Cinquenta anos
Sempre estive com o bit ligado
Isto a mim sempre foi dito
Esta analogia não foi um desatino,
Acompanhou a minha anatomia.
A mente a mil estava conectada
A construir a cada momento.
À inércia, só por estar sentada,
De resto, nem melancolia.
Eis que os anos se passaram
O bit de paridade foi interrompido.
Agora me oriento pelo reverso
E o foda-se foi disparado.
Naipe
Não fuja, não fique desesperado
sou bem grandinha, madurinha
estudei durante anos
o seu presente, passado
a sua casta, portanto
conheço seu desejo à intimidade
Só não aceito suas fanfarras
quando agrega as sarnas
na mesma esfera
da mãe que está na sala
e outras I-Lentes familiares,
podem ficar doentes
ou são todos da mesma laia?
É mistura de muita gente
muita saia, pouco garbo
totalmente demente
fadado a morrer em meio
ao triste fado.
Homem de rua
Depois de anos continuava ele ali sentado
Sempre a observar o nada
Ou a pedir uns trocados.
Sujo, imundo e maltrapilho,
Na sua liberdade ambulante
De súbito viu distante
Um brilho desconcertante.
Levantou com certa preguiça dada pela fome,
Caminhou lentamente,
Abaixou e pegou o diamante.
Ele não tinha por certo o que era,
Mas a intensidade do brilho
Fez guardar nos seus trapos.
Assustou-se com o que ali perto ocorria,
Aquietou-se nos seu espaço.
Era uma batida policial por um assalto.
Mandaram que se levantasse
E acharam a pedra maldita.
Perguntando quando a roubara
Ele nem chegou a abrir os lábios,
Colocaram nos seus pulsos e pés as algemas.
E o levaram ao delegado.
O desgraçado apanhara e fora preso,
O pobre que nem sabia o quanto valia
A pedra que achara ao acaso.
Agora lá sentado a olhar para as paredes
Que nunca tivera um dia,
Por causa de uma estranha pedra brilhante
Que para ele pouco valia.
A pedra lhe tirou a vida de vagamundo
A única liberdade que tinha.
Deus me colocou em um caminho dificil, fui policial durante 20 anos, achei que tinha visto de tudo, enfrentei o povo marginalizado supostos bandidos reflexo de toda sociedade corrompida por aqueles que tinham a obrigação de semear a liberdade, o direito e a paz...Hoje enfrento o pior de todos os males: os homens de colarinho, os famosos politicos corruptos, o pior de todas pragas, fazem os "supostos bandidos" parecerem formiguinhas perante a voracidade que roubam e destroem os direitos da humanidade...
nene policia
Depois de quase vinte e oito anos assistindo a Chaves, percebi que Dona Clotilde está aí há décadas nos ensinando a como não persistir em algo que a gente já sabe que não vai acontecer. Não importaram quantos bolos, frangos assados e águas de colônia foram entregues, não importaram os cuidados, a dedicação exclusiva, o sentimento oferecido e implorado, Dona Clotilde nunca deixou de ser coadjuvante na sua própria história de amor.
A Bruxa do 71 é o retrato de nossas ligações não atendidas, de nossos convites ignorados, de nossas mensagens visualizadas e não respondidas. Somos nós esperando aqueles amores que a gente costura sozinhos rolando a noite na cama, deixando nosso sono sufocado junto a nossa paz de espírito no travesseiro. Quantos amores deixamos de viver enquanto insistimos em bater cheios de mimos na porta errada, sabendo que o Impossível é que vai nos atender?
Talvez ela pudesse ter se casado com o Sr. Barriga ou outro homem. Ou até aprendido a como é bom viver sozinha…morando em Acapulco.
É muito arriscado o caminho que a gente segue na direção contrária do nosso destino. É muito doloroso insistir em estradas erradas, quando é o coração que caminha descalço no asfalto.
Meu recado hoje é para você garota que está em uma porcaria de relacionamento.
Até quando você vai viver essa farsa de relacionamento?
O que te prende em um relacionamento infeliz?
Nem sempre persistir significa insistência, nem sempre amar significa confiar sempre que vai dar certo lá adiante.
Desista do que é preciso. Recalcule o que não faz questão de entrar na sua rota. Jogue para o alto o que está querendo voar por ai, sozinho. Você não precisa do que te diz “não”, a gente nem sabe muito bem o que fazer com as coisas que não se encaixam.
Ah, meus caros, amor não é uma coisa para viver controlando a porta, amor é liberdade de ir e vir, é tranquilidade de saber que o outro quer entrar e ficar.
Não caia nessa de que tem que sofrer para ter, que tem que suar para conquistar.
Ame alguém que você não tenha que puxar pelos braços. Ame alguém que esteja, que saiba se deixar ocupar, que você não precise matar um leão para conseguir um abraço.
Não ame o que te cansa para ter. Você precisará muito ainda do seu fôlego, vai por mim, não o desperdice no que já está fracassado.
Pesquisando pela internet descobri que há apenas um episódio que exibe cenas de casamento entre a Bruxa do 71 e o seu amado. Mas, era um sonho.
Na verdade, Dona Clotilde nunca se casou com seu Madrugada… só na sua ilusão.
E a gente precisa de um amor que corresponda nossos planos, que responda o que plantamos.
A gente precisa muito mais do que um sonho. A gente precisa viver um amor acordado.
A Síndrome da Boazinha e a Culpa que Não Era Minha
Por Diane Leite
Por muitos anos, vivi como se carregasse uma dívida invisível, uma culpa que parecia colada à minha pele desde que me entendia por gente. Cresci acreditando que, de alguma forma, eu era culpada por não ser suficiente. Por não ter sido suficiente para que minha mãe ficasse, para que ela lutasse por mim, para que as histórias que me cercavam fossem diferentes.
Essa sensação de culpa silenciosa moldou minha forma de existir no mundo. Eu queria agradar a todos, ser perfeita, resolver problemas que nem eram meus, porque acreditava que, se eu fosse boa o suficiente, talvez, só talvez, eu merecesse ficar. Mesmo quando eu já não era mais aquela criança de dois anos, ainda agia como se precisasse provar algo: que eu era digna de amor, de aceitação, de permanência.
A Síndrome da Boazinha
A síndrome da boazinha foi meu jeito de lidar com a dor. Sempre disponível, sempre compreensiva, sempre dizendo "sim", mesmo quando meu coração gritava "não". Eu me doava inteira, mesmo quando ninguém pedia, porque, no fundo, eu tinha medo de ser descartada de novo. Medo de que, se não fosse boa o suficiente, as pessoas me abandonassem.
O Despertar
Foi preciso muita vida, muita dor e muita reflexão para perceber que a culpa nunca foi minha. Que o que aconteceu aos dois anos, as escolhas que minha mãe fez ou deixou de fazer, nunca foram responsabilidade daquela menina pequena e inocente. Que minha essência, meu valor, nunca dependeram de agradar ou de ser a "boazinha".
Quando comecei a entender isso, o peso começou a cair. Aos poucos, percebi que ser boa não significava me anular. Que agradar o mundo inteiro nunca me traria a aceitação que eu buscava, porque ela precisava vir de dentro. E, mais importante, que eu não precisava de ninguém para me validar ou me dizer que eu era suficiente.
Foi aí que deixei de tentar ser a boazinha e comecei a ser eu. A dizer "não" quando era necessário, a colocar meus limites, a escolher a mim mesma em situações onde antes eu teria me sacrificado sem pensar. Percebi que amor-próprio não é egoísmo, mas um ato de cura.
A Nova Mulher
Hoje, sei que não sou culpada pelas escolhas de ninguém — nem da minha mãe, nem de qualquer outra pessoa. Sei que minha vontade de agradar era um reflexo de uma ferida, não de quem eu sou de verdade. Agora, escolho ser boa, mas não às custas de mim mesma.
Não é fácil abandonar a síndrome da boazinha. Há momentos em que ela tenta voltar, sussurrando que é mais seguro agradar, evitar conflitos, manter as pessoas por perto a qualquer custo. Mas agora eu sei que minha força não está em ser perfeita para os outros. Está em ser verdadeira para mim mesma.
E, se alguém escolher partir porque eu decidi me amar, então tudo bem. Porque, no fim das contas, aprendi que quem precisa ficar — quem realmente me ama — nunca me pedirá para ser menos do que eu sou.
E isso é liberdade.
Por 2 anos vivi julgando aqueles que eu achava que eram hereges e com isso, nessa linha de julgamento, cai de cabeça no mar de críticas e fez meu coração se tornar cético, pois, alimentei meu coração somente de coisas ruins, somente de trevas e morte. Somente Cristo pôde trazer a luz em meu coração.
Se eu pudesse dar dois conselhos para todos vocês, seriam...
- Não sigam aqueles que APENAS JULGAM a todos e não a si mesmo.
- Não julguem tudo e todos.
Lembre-se que sua boca vai falar apenas aquilo que o seu coração está cheio, não deixe o seu coração se encher de trevas.
Seja Sal, seja luz.
Parece que não tive anos fáceis. Esse é de 2017. Fui meio cruel. Não diria essas últimas palavras hoje. Bom saber que mudei. Também já conheço meus inimigos. Então, tudo bem! Kkkkkkk.
(comentário em 2021)
Há muitos anos atrás Deus me disse: Tu és semelhante a Jeremias. Eu respondi: Não Senhor! Eu não quero ser semelhante a Jeremias. Eu quero ser como Elias ou Eliseu! rsrsrsrsrs. Se for pelas inúmeras lágrimas pareço com ele sim. Chamado de Profeta Chorão. Parece que me afastei muito do que Jeremias representou. (pensamento escrito no facebook em 2019). Hoje (09/05/2024), vejo que chorei muito como Jeremias, seja no particular (foram muitas dores) ou pelas pessoas, ou pelo Brasil, ou pelo mundo.
Vivi com um narcisista por trinta e cinco anos. E todos (inclusive a família dele) o tinham como um santo. Ele mesmo se achava a melhor das pessoas.
Esse mês de fevereiro, exatamente no dia 08 você fez seis anos longe da gente. Saudade que não acaba nunca.
Por causa do sono dessa noite, lembrei que há uns dois anos atrás sonhei que André tinha recebido uma nova chance de viver. Ele estava adulto como quando partiu. Lembro que virei para ele e aconselhei que ele tomasse conta com carinho dessa nova vida e não fizesse com essa o que fez com a outra.
Eu comecei a pensar em liberdade quando tinha oito anos de idade. Me fixei nos 18 anos quando eu poderia sair de casa legalmente. Saí aos vinte através de um casamento. Depois fiz tudo para me livrar desse casamento para ser livre. A liberdade chegou trazendo um gosto amargo. Não há como ser livre sem perdas, sem renúncias.
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